Por Di Lua, sobre Uncategorized
Dia 25/08/2010
Quando criança aprendi que se pode sonhar com um mundo melhor, com a paz mundial e com o príncipe encantado, enfim todos sonhos são realizados. Com o tempo fui vendo que não é bem assim, as coisas não são fáceis, e os obstáculos são grandes.
Eu cresci , e os meus sonhos também. Muitos eu deixei para trás por medo do fracasso, e por poucos eu me arrisquei. Ter um sonho é buscar por algo, viver intensamente para que aquilo que vai te fazer bem seja realizado. Sonhos possíveis e impossíveis já tive vários.
Há sonhos que ficam adormecidos, outros rejeitados. Hoje fico feliz por não ter desistido de um, que por pouco não seria realizado. Acho que tinha uns 13 anos quando pensei em ser Jornalista, isso porque queria entrevistar meus ídolos. O tempo foi passando e esse meu desejo foi firmando. Chegou o tempo do vestibular, muitas vezes pensei em fazer outro curso, mas vi que o Jornalismo era minha única opção. Confesso que quando começou a faculdade, quase desisti, pensei que aquilo era uma grande ilusão, mas ai resolvi cursar pelo menos um tempo para tirar a prova. Estou no 4º período do curso, e vejo que valeu muito a pena ter insistido nesse sonho que falta pouco para concretizar-se.
Ainda tenho muitos sonhos e sei que com o tempo muitos surgiram. E é essa busca incessante que me faz viver.
“O que é a vida sem um sonho?” ( Edmond Rostand)



Por Di Lua, sobre Uncategorized
Dia 19/08/2010
Saudade, uma palavra que não tem tradução para outro idioma, e que ás vezes me aperta o coração.
Saudade da infância, da diversão, de tomar banho de chuva, dos primos, da fazenda, dos animais, da alegria de criança.
Mas a saudade maior é da adolescência, época em que minhas grandes amizades se firmaram, em que não me preocupava com muita coisa, mas achava que aquilo já era muito. Naquela época, eu me arriscava mais, não tinha medo de ser feliz.
Saudade dos olhares, das paqueras, do romance que parecia que seria para sempre, saudade de você.
Sei que dei valor nisso tudo, mas hoje vejo que não foi o bastante.
Não vejo minhas amigas com tanta frequência, não tenho tempo para muita coisa, não me arrisco, não vivo uma utopia.
Ah são tantas saudades, muitas coisas só ficaram nas lembranças.

Por Di Lua, sobre Uncategorized
Dia 13/08/2010

-Elogio
-piada
-uma cena legal
-ficar sem graça
-meus amigos


Por Di Lua, sobre Uncategorized
Dia 05/08/2010
A balada estava muito boa, há tempos Sophie não se divertia tanto. Chegou em casa, tirou a maquiagem e desmaiou na cama. Acordou com o ruído de uma porta que se fechava pesadamente lá embaixo, no térreo. Meio sonolenta, ficou sem saber se era um sonho ou se os pais resolveram voltar antes da viagem. De repente ouviu o som de uma chave caindo do chão, resolveu ir lá embaixo ver o que estava acontecendo.
-Mãe? Pai?- chamou várias vezes.
Viu que não havia ninguém lá, foi a cozinha tomar um copo d’água. De repente sentiu um frio na barriga e o copo de vidro caiu no chão. Nesse exato momento lembrou do e-mail que tinha recebido, e que não deu atenção.
Naquela tarde, enquanto atualizava sua caixa de entrada, Sophie abriu um e-mail de um destinatário desconhecido. Era uma corrente que falava de algumas maldiçoes, e caso não encaminhasse para 10 pessoas, ela ia ser amaldiçoada. Ela que já estava cansada desses e-mails e sem tempo, não mandou para ninguém.
Mas agora veio em sua mente que só podia ser isso, ela tinha ouvido os barulhos, não estava delirando nem bêbada.
– Aff que palhaçada, lógico que não é o e-mail. Devo mesmo estar delirando- pensou e resolveu deitar.
Logo pegou no sono de novo e começou a sonhar que estava em um labirinto e não conseguia achar a saída, gritava por socorro, mas não existia ninguém ali. Depois de muito andar, gritar e cair, chegou no centro do labirinto onde havia uma porta. Ela abriu a porta e se deparou com um computador, onde se lia uma mensagem bem grande:
“Eu te avisei”
Após esse dia ninguém ficou sabendo o que aconteceu com Sophie. Seus pais a procuram até hoje.

Páginas12