Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 23/11/2017

Vai para Araxá-MG e não sabe o que fazer na cidade? nest post eu falo dos pontos turísticos que visitei durante minha viagem para lá. Alguns não foram citados aqui pois estavam fechados para reformas. No próximo post eu vou falar só do meu tour pelo Hotel Tauá e pelo Complexo Barreiro, por isso não estão listados aqui.

 

Horizonte Perdido

O Horizonte Perdido está localizado na Serra da Bocaina em uma altitude de 1350 metros, a 25km do Centro de Araxá/MG (do trevo do Barreiro pegue a BR 146, sentido Franca, até o trevo de Tapira. Siga até o km 2, e entre na estrada de terra a esquerda) em uma Fazenda, chamada Pirapetinga. O ponto foi descoberto em 1993 pelos praticantes de voo livre como sendo um lugar ideial para a prática do esporte. No local, com vista de 360 graus para as serras da Canastra e Bocaina, há dois restaurantes com vistas panorâmica.

Fomos no local na sexta pela manhã e por causa da altitude estava muito frio e infelizmente nenhum dos restaurantes estavam abertos. Por isso ficamos pouco tempo no local, tiramos fotos e voltamos para Araxá. Pelo que vi na internet lá ainda tem sim a prática de Parapente, mas em dias específicos e acredito que os restaurantes devem funcionar em meses de férias.

 

Memorial da Cidade de Araxá

O Memorial de Araxá é um museu que conta a história da cidade por meio de artefatos pessoais (instrumentos musicais, livros, roupas, fotos, etc) de 180 araxaenses que contribuíram para a história dela. O Museu está localizado na Avenida Antonio Carlos, Nº16, em um casarão construído na metade do século XIX e que pertenceu a família do maestro Elias Porfírio de Azevedo. A entrada no Museu custa R$5 e com ela você também pode entrar no Museu Calmon Barreto, Dona Beja e Museu de Arte Sacra (estes dois últimos estavam fechados para reforma).

 

 

Museu Calmon Barreto

Localizado na Rua Dr. Franklin de Castro, 160, no Centro da cidade, o Museu Calmon Barreto foi criado em 1996 para abrigar e divulgar a obra do desenhista, pintor, escultor, gravador e escritor Calmon Barreto. O acervo do Museu possuí mais de 300 ítens e é o museu com o maior número de obrar de um único artista.

O passeio é de lei para quem gosta de arte e quer conhecer a história de Araxá por um outro ponto de vista. No primeiro piso tem quadros e esculturas sobre a cidade e a relação do artista com ela. No segundo piso há pinturas e desenhos praianos, que foram feitos quando Calmon morou em Cabo Frio, Rio de Janeiro.

 

Antiga Estação Ferroviária

A “Antiga Estação Ferroviária” de Araxá também está localizada no Centro, na Avenida Getúlio Vargas, 764 e hoje faz parte da Fundação Cultural Calmon Barreto, e sua função é preservar o acervo histórico da cidade e promover a cultura, com concertos, exposições, peças de teatro, entre outros. No local também funciona um atelier de tear.

A Estação Ferroviária foi construída entre 1922 e 1926, mas parou de funcionar em 1978. A construção possui elementos clássicos (colunas da Ordem Toscana e Cornijas) misturados com elementos de Art Nouveau (porta de ferro) e Rococó (balaústres no telhado e vasos ornamentais na escadaria)*.

Visitamos a estação no sábado pela manhã e ficamos encatados com a oficina de tear. A moça que trabalha lá nos mostrou um pouco como o tear é feito e falou do atêlie.

Árvore dos Enforcados

Localizada no alto da cidade, a Árvore dos Enforcados simbolizava a cultura negra em Araxá, pois segundo as lendas, dois escravos foram enforcados na páu de óleo em meados do século XIX após serem condenados, em júri, pela morte do senhor. Moradores diziam que a árvore chorava e, assim, acabou virando símbolo da cultura negra.

A árvore, de 200 anos, morreu em janeiro de 2011 de causas naturais.

Quer ver este post em vídeo? corre lá no canal que fiz um vlog só com os pontos turísticos de Araxá.

*Com informações do blog Sorriso da Gioconda 

Por Di Lua, sobre Cinema, Música
Dia 20/11/2017

No sábado retrasado, dia 11 de novembro, gravei um vídeo com dicas de filmes sobre Road Trip em parceria com a Déborah Caroline do Mais Filme, um canal com dicas de filmes, críticas, figurino, enfim, tudo relacionado à cinema.

No vídeo, eu indiquei dois filmes que eu mais gosto quando o assunto é road trip: Sem Destino e Thelma e Louise,  e a Débora indicou os dela: Na Estrada e Docinho da América, assistam:

Gosta de filmes de road trip e quer mais dicas? confira a lista abaixo:

Quase Famosos lary di lua

 

Quase Famosos

Na Natureza Selvagem

Crossroads: Amigas para sempre

Motoqueiros Selvagens

Férias Frustradas

O Diário de Motocicletas

Pequena Miss Sunshine

Família do Bagulho

Já assistiu algum filme da lista? qual o seu filme sobre road trip preferido? Comente aqui:


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 13/11/2017

Nos últimos feriadões que tiveram eu acabei passeando aqui por perto de Goiânia (veja post sobre o Salto Corumbá) ou ficando em casa, mas neste último programamos (eu e minha família) de ir para Araxá em Minas Gerais. Sempre ouvimos falar sobre a história da cidade e de suas termas. Então começamos a pesquisar sobre os pontos turísticos da cidade, que faz parte do triângulo mineiro, se ficava muito longe de Goiânia, pesquisar os hotéis, essas coisas.

Igreja da Medalha Milagrosa – Uberaba/MG

No dia 02 de novembro saímos às 6h  de casa e às 8h estávamos no Posto Caipirão, em Goiatuba/GO, tomando o café da manhã. Conhecemos o posto, que possuí um “mini-zoológico” quando fomos para Capitólio (saiba mais) em maio. De lá paramos em Uberlândia para esticar as pernas e usar o banheiro e seguimos rumo a Uberaba/MG, pois minha mãe queria conhecer o Santuário da Medalha Milagrosa, que é belíssima e atraí fiéis de todo o país . Aproveitamos a parada e almoçamos no restaurante Cheiro Verde, que fica bem próximo à igreja.

Igreja de São Domingos

Chegamos em Araxá por volta das 16h e fomos direto para o Hotel Morada do Sol, que possuí uma localização ótima: bem em frente à praça de São Domingos, onde está localizada a Igreja de São Domingos, que é bem no fim da Avenida Antônio Carlos, então dá para visitar todos os museus da cidade a pé, além de ser próximo à supermercados, bares, restaurantes,  pizzarias, sorveterias, bancos, entre outros. A diária com café da manhã (farto e delicioso) saiu R$60 reais por pessoa (sim, muito barato). O Hotel é simples, mas bem organizado.

Cine-Teatro Brasil – Araxá

Depois de instalados, saímos a pé para conhecer a cidade, que me surpreendeu. Adoro observar a arquitetura dos locais, das cidades, principalmente das antigas e Araxá me surpreendeu por isso: no Centro não tem só casarões antigos e tombados, mas muitas casas “modernas”, com estilo dos anos 70. É interessante ver como a história ocorre nos lugares e deixa suas marcas.

Araxá

O nome da cidade, homônimo à tribo indígena que vivia naquela região, significa “Um lugar onde primeiro se avista o sol”. Com a decadência da mineração, os moradores de regiões vizinhas começaram a criar gado na região onde hoje é Araxá, e entre 1770 e 1780 surgem as primeiras fazendas na região.  Com o descobrimento de terral fértil e do sal mineral nas águas do Barreiro, o povoamento de Araxá começa a se intensificar.

Tauá Hotel, no Complexo Barreiro

A formação geológica da cidade é rica em minérios como as águas sulfurosas e radioativas, o nióbio e a apatita, tal característica atraí turistas de todos os cantos para tomar banho nas águas que “curam”. Outros pontos interessantes na história da cidade é que na Bacia do Barreiro, viveram animais pré-históricos há milhares de anos (há fosseis no Complexo Barreiro), e que um dos maiores quilombos de Minas, o Quilombo do Ambrósio, foi formado nessa região, mas hoje não há mais nenhum vestígio dele.

Fonte Dona Beja

Querem ver como foi minha viagem de Goiânia a Araxá? o vlog já está no Youtube!
Para não ficar gigante, dividi o vlog em três partes, a primeira e a segunda parte já estão no canal (aqui e aqui). No próximo episódio mostrarei como é o interior do Tauá Hotel e como é o Complexo Barreiro.


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