Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 29/06/2018

No dia 18 de abril, tomei o café da manhã às 8h, fiz o checkout do Hi San Francisco Downtown e pedi um Lyft (aplicativo de carro particular similar ao uber) para ir à estação da Empresa Greyhound, onde peguei um ônibus rumo à Fresno. O ônibus deveria sair às 11h e chegar em Fresno às 16h, mas o motorista se atrasou e cheguei na cidade às 17h30, onde o Rod, que trabalha no Gleanings, e a Heidy, uma brasileira que era voluntária no Gleanings, já me esperavam. No caminho descobri que o Gleanings não ficava em Fresno/CA como pensei, e sim em Dinuba, uma cidadezinha pequena, também na California, a 40km de Fresno.

Fiquei dezesseis dias no Gleanings for the Hungry e foi uma experiência incrível. Melhorei meu “listen”, ajudei nas tarefas, lavei baldes, limpei quartos, embalei produtos para um preparo de sopa, conheci pessoas que levarei para sempre no meu coração, pude vivenciar o dia a dia em uma comunidade de voluntários e foi importante em uma causa linda, pela qual o Gleanings trabalha.

Espaço onde a sopa é embalada | Lavagem de baldes em que os pêssegos são colocados

O Gleanings é uma comunidade de missionários que trabalham para enviar comida para países com extrema pobreza, principalmente os países africanos. No verão eles plantam pêssegos e depois os enviam secos em baldes para estes lugares, e no restante do ano eles fazem um preparo para sopa, composto por mix de vegetais desidratados. Desse modo, sempre tem voluntários no local para ajudar nos trabalhos, principalmente pessoas da terceira idade e mochileiros de vários lugares do mundo rs.

Eu e a Heidy, uma brasileira que estava no Gleanings como voluntária também

Eu conheci o Gleanings por meio do site Worldpackers, que é uma comunidade baseada na colaboração. O Worldpackers ofertam vagas no mundo todo para você trocar trabalho por hospedagem. Eu procurava um local que eu pudesse dormir em troca de trabalho na California, como uma forma de economizar na viagem, quando encontrei o Gleanings, que era muito mais do que eu procurava.

Paguei a taxa do Worldpackers no valor de $40, na época deu R$139,07, pois paguei com o cartão de crédito, me candidatei ao Gleanings e fui aceita. Contudo, você não precisa ir para lá apenas pelo Worldpackers, pode entrar em contato diretamente com eles e pagar uma taxa de $100 para ficar um mês lá trabalhando, o que também compensa muito.

O voluntário trabalha de segunda a sexta e recebe hospedagem e cinco refeições diárias. Os finais de semana são livres, e as pessoas podem ir ao Sequoias National Park, que fica a 1h de distância, ou ao Yosemite, que fica a 2h. Infelizmente não consegui ir em nenhum dos dois, pois nos finais de semana que eu estava lá, ninguém foi e eu não tinha carro. Porém, fui em um festival de foguete com churrasco americano e amei :).

Como meus dias no Gleanings era bem “rotineiros” gravei apenas dois vídeos lá, um geralzão mostrando como era a comunidade, o que eu fazia e tal, e um explicando como eu havia conseguido aquele voluntariado. Então se você ficou curioso para saber mais, assista à estes vídeos abaixo:


Por Di Lua, sobre Moda
Dia 27/06/2018

Eu sempre tive muita vontade de tirar fotos em campos de girassóis, a flor do sol, principalmente por sempre ver inspirações desse tipo no Pinterest. Contudo, raramente via plantações desse tipo aqui perto de Goiânia. No ano passado, quando fui para Capitólio, passamos por um campo de girassóis no interior de Minas, porém era um lugar difícil de parar.Mas neste ano, parece que os agricultores de Goiás resolveram investir na plantação da flor, matéria prima para o óleo de girassol, e vários campos amarelos foram vistos pelo interior de Goiás.

 

Um destes campos ficava no caminho para a chácara da minha mãe, localizado entre os municípios de Vianópolis e Orizona. Eu ainda estava na Califórnia, quando minha mãe me mandou mensagem avisando do campo florido no caminho para a chácara. Então assim que cheguei de viagem fui passar um final de semana na chácara e aproveitei para tirar foto no campo de girassóis, pois a flor não fica muito tempo em pé, e logo começa a murchar.

“Os girassóis transmitem alegria, beleza e muita energia positiva”

Por conta do colorido do campo de girassóis, optei por um look mais básico, composto por este vestidinho jeans, bem 90’s e essa bata da Forver 21 que eu amo. Como era uma semana que estava fazendo frio em Goiás, de modo geral, levei meu casaco de sued forrado com pelo sintético. O chapéu floppy na cor marsala deu um toque mais boho ao look e eu amei.

Ahh, tanto o chapéu floppy como este óculos de sol redondo são da De Flor em Flor, minha loja de acessórios online!

E aí, gostaram do look? já viram um campo de girassol ou já tiveram oportunidade de tirar fotos em um? me conta aqui nos comentários:


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 19/06/2018

Como meu Muni Pass havia encerrado, no meu último dia em San Francisco decidi ir em lugares próximos ao meu Hostel e que dava para eu ir a pé. Por isso, assim que tomei meu café da manhã fui direto para a ChinaTown.

Depois de uns 10 minutos a pé, cheguei na Fortune Cookies, uma fábrica de biscoitos da sorte, onde é possível ver como eles são feitos. Aproveitei e comprei uma caixinha com 16 biscoitos para trazer para casa, mas quase todos chegaram quebrados após mais de 20 dias de viagem rsrs.

Há uma infinidade de lojas de roupas, acessórios e decorações na ChinaTown, e se você não se ligar no tempo e querer entrar em todas, assim como eu, vai perder seu dia lá hahaha. É um ótimo local para comprar lembrancinhas de San Francisco, pois é bem mais em conta do que nos outros lugares (Ok que é da China, mas todas as outras lembrancinhas que vi na minha viagem, de modo geral, também eram da China). Voltei da ChinaTown pela Grant Avenue, e terminei aquele passeio na Dragon’s Gate (Portão do Dragão), que é um portão de “entrada” do bairro chinês de San Francisco.

Depois de almoçar torrada, ovos e bacon no Café Bellini com um suco de laranja, fui para o Hi San Francisco Downtown guardar minhas sacolas e descansar um pouco. Por volta das 15h, decidi dar uma volta pela região da Union Square, e fui pela última vez na Ross da cidade (vale a muito a pena para quem quer comprar coisas de marca e pagar um preço baixo por isso, mas tem que ter paciência para olhar tudo), Target, e aproveitei para entrar no Westfield Center, que até então só passava na porta.

No dia seguinte, peguei um lyft até a Estação da Greyhound (linha de ônibus intermunicipal e interestadual, que tem em quase todo os Estados Unidos) e de lá peguei meu ônibus para Fresno/CA, onde eu faria meu voluntariado.

Ficou curioso para saber mais sobre a ChinaTown? Assista ao vlog deste dia:


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 10/06/2018

museum of ice cream lary di lua

Cerca de um mês antes de viajar, vi um vídeo sobre o Museu do Sorvete na página do Catraca Livre. Acabei indo pesquisar mais sobre este museu e descobri que havia um em San Francisco e outro em Los Angeles, mas que era preciso ficar de olho no site deles pois eles só abrem em um período específico e em lugares diferentes. Me cadastrei no site e recebi um email que as vendas de ingressos para o de San Francisco começaria em alguns dias.

museum of ice cream lary di lua

Então, entrei novamente no site e vi que o ingresso custava $38 e que o local era pertinho do meu Hostel, cerca de 3 minutos a pé. Por isso resolvi comprar o ingresso, mas ao finalizar o pedido no site é cobrada uma taxa de $6, totalizando $44. Repensei um pouco, mas decidi comprar. Mesmo para o padrão dólares, é um ingresso caro.

museum of ice cream lary di lua

Comprei o ingresso para o dia 16 de abril, às 20h, meu terceiro dia em San Francisco, e o dia que eu mais tinha batido perna na cidade.

museum of ice cream lary di lua

Estrutura do Museu do Sorvete

O Museu é dividido por ambientes, e cada ambiente tem uma temática diferente. Tem floresta de doces, sala de música e lanchonete, sala dos sonhos, piscina de sorvete, selva, entre outros, todos pensados exclusivamente para o visitante interagir e tirar fotos. Em alguns desses ambientes tem distribuição de sorvete, algodão doce, picolé e doce de sorvete.

Eu gostei muito da experiência, mas não acho que vale o preço pago.

Unidades do Museu do Sorvete

museum of ice cream lary di lua

San Francisco

Los Angeles
Miami

Vai viajar para alguns destes lugares e quer ir no Museu do Sorvete? Entre no site com antecedência, cadastre seu email para receber o aviso das datas em que ele estará aberto. Ahh, a visitação, mesmo com o ingresso, acontece somente em dias e  horários agendados, por isso é importante entrar no site assim que liberar as vendas, para você selecionar o dia em que estará na cidade.

museum of ice cream lary di lua

 

Ahh, e gravei um vlog bem legal no Museu do Sorvete para vocês verem como é lá!


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