Por Di Lua, sobre Moda
Dia 17/07/2018

Meu estilo mudou muito do começo do blog até os dias atuais, e ainda bem! Não que eu me vestisse mal, contudo eu era bem mais básica, tinha medo de expor meus gostos e de usar coisas diferentes por medo do que os outros iriam pensar. Não me julgo, infelizmente crescemos acreditando que devemos importar com que o outro pensa, e na moda isso parece que é bem mais forte e, muitas vezes, para a gente ser aceita em algum grupo ou área precisamos vestir igual todo mundo ou de acordo com as regras de etiqueta para cada lugar. Isso é válido em algumas situações e entendo perfeitamente que não pega bem de jeito nenhum ir de cropped para o escritório, principalmente se você é uma secretária executiva ou uma advogada, certo? Contudo, por conta dessas regras, a gente vai deixando de lado muita coisa que gostaríamos de usar no dia a dia ou nos momentos de diversão e acabamos nos vestindo igual a todo mundo. Eu era assim e acredito que muitas mulheres também são :(.

Escrever em um blog e acompanhar tantos outros de moda e ler sempre sobre este assunto me fez ter um estilo próprio e usar coisas que antes nem entrava no meu guarda-roupa. E por várias vezes transmiti esse desejo aqui no Di Lua, de querer ter um estilo único, de incorporar peças mais boho ao meu estilo no dia a dia, não ter medo de ousar, entre outros. Ainda não consegui completamente, mas estou quase lá. As vezes para ir trabalhar eu acabo optando por aquela dupla básica: camiseta e calça jeans, mas sempre tento usar acessórios que revelem para qual lado meu estilo pende. E confesso que amo ouvir alguém falar que viu uma peça cheia de franjas ou um kimono bordado em algum lugar e achou a minha cara, sinal de que estou no caminho certo, e o melhor: não ligo para o que os outros vão pensar do meu look, principalmente se são pessoas que não ligam nem um pouquinho para moda. As vezes a gente liga tanto para julgamentos públicos que esquecemos um fator muito importante: aquela pessoa entende muito sobre este assunto para julgar você? Então não devemos ligar nem um pouco rs.

Junto com a Tatielly, do Cerejas em Neve, minha amiga, sócia e ouvinte/construtora dessas reflexões fashion

Look da Lary: Rensga!

Deixando as reflexões de lado, vamos ao que interessa: este look lindo da loja Rensga, uma marca autoral de Goiânia que tem as peças mais lindas e que tem muito a ver com meu estilo: cores fortes, estampas florais e peças com modelagem ampla, como esta saia envelope que fica linda no corpo. Para completar o look, escolhi essa bolsa de abacaxi da De Flor em Flor, outra marca goiana que vocês precisam conhecer para já.

Cropped branco: Loja Rensga

Saia envelope: Loja Rensga

Bolsa Abacaxi: De Flor em Flor Store

Sandália Camurça: Cravo e Canela


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 11/07/2018

Vai para Las Vegas mas não gosta muito de balada? ou vai com crianças? apesar de conhecida como uma cidade para adultos, em Vegas há atrações para todas as idades, e muitas gratuitas. Vejam:

Se perder nos hotéis da Strip

Las Vegas é conhecida como Sin City, a cidade do Pecado, que nunca dorme, como parque de diversão para adultos, e é mesmo. Contudo eu diria mais, Las Vegas é a cidade dos hotéis mais grandiosos deste mundo. É um mais maior que o outro, mas imponente, mais grande, mais cheio de atração que o outro, e só de dizer isso vocês já percebem que eu amei essa parte da cidade. E em quase todos os hotéis de Vegas há cassinos, variedade de lojas e atrações.

Os que eu mais gostei foram:

Caesars Palace

Bellagio

The Venetian

New York New York

Tentei entrar em todos, mas não consegui fazer isso em apenas dois dias.

Conhecer a loja do Trato Feito

Eu amo assistir o programa Trato Feito do History Channel e assim que comecei programar a viagem coloquei a visita à Gold & Silver Pawn Shop no meu roteiro de Vegas. Sim! a loja que ganhou um programa de TV, comandada pela família Harrison há três gerações fica na cidade do pecado e qualquer pessoa pode visita-la diariamente das 9h às 21h. A loja é gigante e dividida por áreas, não pode filmar lá dentro, mas é permitido tirar fotos. Na minha inocência achei que encontraria algum membro da família Harrison durante a visita, mas depois descobri que isso é quase o mesmo que ganhar na loteria hahaha.

A Gold & Silver Pawn Shop fica a 8 minutos caminhando do Sin City Hostel, e por isso fui a pé.

Endereço exato: 713 S Las Vegas Blvd, Las Vegas,

Ver o Show das fontes do Bellagio

Eu já tinha visto este show em vídeos pela internet, mas assistir as águas dançando ao som da música é incrível, tanto que assisti durante o dia duas vezes e durante a noite. O Show das Águas do Bellagio é magnifico e emocionante e te faz entrar no clima da cidade, que nunca para. A cada apresentação, que ocorre de hora em hora depois das 11h, uma música e coreografia diferente. Assista aqui!

Horários

Segunda a Sexta: 15h – 20h shows de 30 em 30 minutos
20h – 24h shows de 15 em 15 minutos

Sábado e feriados: 12h – 20h shows de 30 em 30 minutos
20h – 24h shows de 15 em 15 minutos

Domingo: 11h – 19h shows de 30 em 30 minutos
19h – 24h shows de 15 em 15 minutos

Assistir ao “The Fall of Atlantis Show “

A atração retrata a rivalidade dos dois filhos do Rei Atlas,  e como a ganância e desejo de poder de ambas acabou levando Atlântida ao declínio. Apesar de um pouco longo, gostei muito dos efeitos de água e fogo utilizado na atração e é uma ótima alternativa gratuita para quem não vai ver nenhum show ou teatro em Vegas.

O “The Fall of Atlantis Show” ocorre de hora em hora, entre às 11hs e 22hs (sextas e sábados até as 24hs) no  Forum Shops, um shopping dentro do Caesars Palace.

Passear pela Fremont Street, berço dos Cassinos de Vegas

Foi na Fremont Street que surgiu Os primeiros cassino de Vegas surgiu na Fremont Street, lugar que andou por muitos anos em decadência, mas que hoje atrai muitos visitantes. A principal atração do local é o gigantesco painel de led que cobre toda a rua, que é cheia de shows, artistas de rua caracterizados, lojinhas de souvenires, entre outros. Ahh dá para atravessar a Fremont Street de tirolesa.

E você, já foi em Vegas? do que mais gostou?


Por Di Lua, sobre Diário de Goiânia
Dia 05/07/2018

Com obras inspiradas em fotos das redes sociais de celebridades e símbolos icônicos da história das artes visuais e da música, o artista plástico goiano Carlos Catini apresenta a exposição “Do Princípio ao Meio”, na Galeria 588 Artshow, localizada na Rua C167, no Setor Nova Suíça, em Goiânia. A entrada é franca e a abertura será realizada no próximo sábado (7/7), das 10h às 18h. De 9 a 13 de julho ficará aberta para visitação, das 13h às 17h, no mesmo local.

“Seria muita audácia da minha parte falar que tenho o direito de dizer que a arte tem princípio, meio e fim. Prefiro dizer que é do começo ao meio, já que não tenho a mínima ideia quando será o fim, pois acredito que a arte não termina, ela simplesmente transforma-se”, justifica Catini sobre como surgiu o nome da atual exposição.

No decorrer de sua trajetória ele diz que passou por várias transformações até chegar ao meio de sua vida. Nos dias atuais seu trabalho está voltado para a rede virtual, mas já transitou em outros estilos de arte. Para Catini, a relação do homem e as novas tecnologias é um território em constante transformação, um mundo sem barreiras, onde tudo é permitido e sem dúvidas a arte se faz presente.

Do Princípio ao Meio

O trabalho de Carlos Catini demonstra a relação do homem e as novas tecnologias. De acordo com o artista, por muito tempo a fonte de inspiração para inúmeros pintores estava ligada diretamente à valorização do homem, perfeição nas formas, no cotidiano, no mundo em sua volta. “A tecnologia veio para mudar ou inspirar novas formas de expressão. Atualmente qualquer pessoa com pouco entendimento artístico consegue fazer uma selfie e passar um filtro imortalizando aquela imagem com várias técnicas, dando um teor artístico a suas fotos”, afirma Catini.

E é justamente esse comportamento que Catini demonstra em seu trabalho, intervindo em figuras célebres e símbolos icônicos da história das artes visuais e da música, como também em pessoas comuns de suas redes sociais, suscitando rupturas e desconstruindo formas que delineiam outras estruturas pictóricas e cria vínculos com as heranças da pop art fazendo alusão ao artista americano Andy Warhol.

Catini recria suas obras não em aplicativos, mas sim em telas. Nas pinturas do artista o filtro é criado por suas talentosas mãos, permitindo ao observador visualizar a ruptura das formas demonstrando a essência e o reconhecimento do valor estético das pessoas. Os trabalhos de Carlos Catini em acrílico sobre tela dialogam com as imagens constantemente citadas e apropriadas, instigam a problematização do valor de exposição da cultura de massa que perpassa ao mesmo tempo pelo fetiche do self, pela reprodução e pela intervenção, deixando-nos em dúvida se a avalanche de imagens de si, em sua necessidade de autoafirmação, já não indica a negação de si.

 

Texto: Johny Cândido