Dia 31/01/2013

Ontem no primeiro dia do GO Fashion, Semana de Moda em Goiás,
a consultora de moda Erika Palomino falou um pouco sobre o que é moda e com o
que ela está relacionada. Para ela, moda não tem haver somente com as roupas,
mas com um contexto político, social e econômico. “Moda é um sistema que
acompanha o vestuário e o tempo”, completou ela.
A moda vem da palavra em latim “modus”, que
significa modo, maneira. Ela vai surgir com o início das cidades
quando os burgueses queriam parecer com os nobres, e esses por sua vez não
queriam parecer com os burgueses. Nesse aspecto, temos a moda como fator de
diferenciação.
Para a consultora, a moda é um reflexo da sociedade,
sofrendo influência da música, da televisão, do clima, da arte, entre outros,
permitindo a leitura da historia e da sociedade.

Por Di Lua, sobre Cinema, Diário de Goiânia
Dia 15/06/2012
Faço parte de um Grupo de Criação e Produção em Cinema pela PUC GO, há um ano estamos trabalhando em um documentário que retrata a vida de pessoas portadoras do Xeroderma Pigmentoso.  O documentário Sol Inimigo – O drama do povo no Recanto das Araras será lançado durante o Festival Internacional de Cinema e Video Ambiental (FICA), que acontece todos os anos na Cidade de Goiás – GO.
Sinopse: Sol Inimigo – O drama do povo no Recanto das Araras mostra o dia-a-dia dos portadores do Xeroderma Pigmentoso (XP), uma doença genética rara, hereditária e sem cura, que atinge parte das pessoas no Recanto das Araras, povoado do município de Fainas (GO).  A comunidade de Araras surgiu na década de 60, ramificado de famílias rurais e casamentos consanguíneos, entre primos, um costume decorrente do isolamento geográfico, além dos laços afetivos. E são essas uniões conjugais que favorecem a incidência do XP. Sem muita assistência e condições financeiras muitos portadores da doença encontram no trabalho braçal a única forma de renda, expondo a pele ao principal inimigo da doença, o sol.
Lançamento: Documentário Sol Inimigo — O drama do povo no Recanto das Araras
Data: 28/06/12
Horário: 19 horas
Local: Casa da Cora
Coralina, Cidade de Goiás
Estamos divulgando o máximo do documentário, nos ajudem também.
blog: http://solinimigo.blogspot.com.br/
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Dia 07/12/2009

Thalyta resolveu enfrentar todas as consequências, deixou para trás pais e namorado, e foi seguir a vida religiosa Com 21 anos, Thalyta Pereira Lima, decidiu que era a vida religiosa que iria seguir. Nascida em Cavalcante, no interior de Goiás, desde criança sentia que não queria a vida cotidiana que as mulheres casadas levavam. E foi ao som dos pássaros no jardim do convento que ela me recebeu para contar um pouco da vida que leva. O que te levou a entrar para o convento? Foi um desejo de infância. Quando tinha oito anos de idade eu sentia que Deus queria algo de mim, algo diferente dessa vida cotidiana, que na época eu considerava como uma rotina das jovens e mulheres que optavam pelo matrimonio. Eu sentia que o meu desejo ia além disso, não que a minha opção pela vida religiosa seja melhor ou pior, mas era um desejo de contribuir nessa sociedade, para que algo de bom pudesse acontecer na vida das pessoas, de modo especial,na dos pobres. Quando você viu que era isso que queria, teve dúvida? Eu sentia no começo muita dúvida e tal,será que eu faço , será que eu não faço, será que eu tomo essa decisão ou não. Mas vi que tinha que arriscar, apesar de ser um desejo antigo, eu não tinha coragem. Então a partir do momento que decidi, eu falei: vou enfrentar todas as consequências custe o que custar, pois essa é voz interior que eu escuto e sinto, então vou segui-la. Porque até então eu tinha namorado, eu não queria entrar para o convento, mas eu resolvi ouvir a minha voz interna e nisso tive coragem, e resolvi procurar uma congregação. Qual foi a reação da sua família diante da sua decisão? Dos 8 anos de idade até os meus 20, eu nunca tinha manifestado nada para a minha família, porém eu sentia dentro de mim esse desejo. Mas ai, depois de um longo processo de reflexão, de ponderação entre a opção de fazer ou não a escolha, percebi que era isso que queria. Então quando decidi, liguei para minha mãe, porque no momento eu estava em Aparecida de Goiânia. Eu já tinha conhecido o convento, feito a opção mesmo, e já estava no processo de acompanhamento para entrar. Liguei e falei que tinha uma surpresa e ai, minha mãe perguntou qual era a surpresa, e evidentemente ela achou que eu estaria grávida (risos). Mas quando eu falei que eu ia entrar para a vida religiosa ela vibrou, parece que ela pulava do outro lado de tanta alegria, eu sentia isso. Mas com o passar do tempo, ao longo dos anos, eu percebo que a minha família apoia, porém já não é com o mesmo entusiasmo entendeu, agora o porquê eu não consigo compreender muito bem, talvez por ficar longe, ficar um ano sem ver eles. E como foi essa procura pela congregação, o primeiro contanto? No momento em que decidi realmente, peguei o telefone, discava o número e antes da pessoa atender eu desligava. Fiz isso umas 5 vezes, aí na sexta vez, eu falei: agora eu ligo mesmo. Aí eu liguei conversei com Irmã Maria Helena marcamos um encontro para nos conhecermos. Foi em um hospital, porque tinha uma irmã que estava fazendo cirurgia. Depois disso, começamos a nos encontrar frequentemente para eu conhecer mais de perto a congregação, e elas me conhecerem, conhecer minha família, então foi um processo que durou mais ou menos um ano. Em mundo cada vez mais individualista o jovem acaba se afastando da igreja. Os jovens têm procurado seguir a vida religiosa? Hoje quando se trata dos jovens homens no seminário, a procura está bem maior pela vida religiosa, então há uma ascendência na vocação masculina. Na feminina que antes era maior, hoje deu uma diminuída bem grande, nesse processo de querer, de entrar. Acho que pelos próprios desafios que a sociedade impõe diante de uma opção dessas. A Fundação das Irmãs Franciscanas dos Pobres se baseiam na filosofia de São Francisco de Assis. Como é a atuação de sua congregação em Goiás? A nossa congregação em Goiás é bem forte, mas não é em muitas cidades. No Brasil nos só temos casa em Goiás e em quatro cidades: Goiânia, Pires do Rio, Ipameri e Jataí. Então a gente desenvolve trabalhos juntamente com os pobres, cada instituição difere-se da outra no modo de trabalhar, mas eu penso que é nesse processo mesmo, na linha da assistência social de lidar com creche, com famílias. Por mais que atuamos em poucas cidades, a atuação é consistente, vale à pena, porque trabalhar com criança é gratificante, e é uma área de prioridade para a nossa congregação, é claro que abrangem outras áreas, mais a infância e a adolescência são os principais campos de atuação. Laryssa Machado
obs: Essa entrevista foi realizada no início de Novembro, mas só agora tive tempo para postar.


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