Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 08/02/2019

Apesar de não ser tão famoso, o carnaval de Goiás tem opções para todos os gostos, como descanso em hotéis fazendas, aventuras na Chapada dos Veadeiros, marchinhas e desfiles na Cidade de Goiás ou shows e festas automotivas em Aruanã e Uruaçu.

Os bloquinhos de rua não são tão famosos assim em Goiânia, capital do estado, mas existem alguns tradicionais na cidade e que todos os anos atraem mais pessoas, como o Bloco Zé Ferino, Bloco dos Amigos, Bloco da Imprensa, Bloco Café Nice, Bloco Cateretê e outros.

Cidade de Goiás

No ano passado, passei o carnaval na Cidade de Goiás e amei. O Carnaval da cidade, que fica toda decorada e alegre, é o tradicional carnaval de marchinhas e festejos de rua, com programações diárias para todos os públicos. De sexta a terça, as programações realizadas no Coreto, Espaço de Eventos Beira Rio, largo Nossa Senhora do Rosário, entre outros lugares, contava com festas com som automotivo e mecânico, Baile para os Idosos e para as crianças, Campanhas de Saúde, desfile de blocos, marchinhas e shows de samba. Gostei de ver toda a população da cidade desfilando em blocos ao som das marchinhas. Além disso, aproveitei para passear na cidade, visitar museus que eu ainda não conhecia, ir até a Igreja Santa Bárbara apreciar a vista da cidade.

Desfile durante o carnaval na Cidade de Goiás

Nunca passei o carnaval em Pirenópolis, mas acredito que seja parecido com o da Cidade de Goiás, uma vez que as marchinhas e os desfiles de blocos também são tradicionais na cidade. Além disso, você pode conhecer uma das diversas cachoeiras espalhadas pela cidade, como a Cachoeira do Coqueiro, que fica na Serra dos Pireneus.

Pirenópolis

Se você prefere agito e shows, os carnavais de Aruanã, Porangatu e Uruaçu são as melhores opções. A programação da folia em todas estas cidades são bem diversificadas, com shows de axé, forro, sertanejo e música eletrônica. Em Aruanã a festa ocorre na Praça Central Couto Magalhães, próximo ao Rio Araguaia. Já em Uruaçu, a folia acontece na Praia Generosa, atração turística da cidade.

Aruanã

E você, pretende passar o carnaval onde? Vai seguir alguma dica deste post?


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 30/01/2019

Localizada a 120km de Goiânia, Pirenópolis encanta a todos não só com a arquitetura colonial do século XVIII, mas também com a infinidade de cachoeiras. Em dezembro, fui até a cidade conhecer o Parque do Coqueiro, complexo  situado na Serra dos Pireneus com duas cachoeiras, a do Coqueiro e a da Garganta.

Saímos de Goiânia e seguimos para Pirenópolis pela BR153. Chegando na cidade, pegamos a Rodovia dos Pireneus (BR-070, Km 20) sentido Parque dos Pireneus. O inicio da rodovia, ainda no perímetro urbano da cidade, é asfaltada, mas logo começa o pedaço de chão (são 13km de terra batida e com cascalho solto). Levamos cerca de 40 minutos de Pirenópolis até o Parque do Coqueiro.

Cachoeira da Garganta

O Parque do Coqueiro conta com uma ótima estrutura: estacionamento, banheiros, restaurante, trilhas sinalizadas e calçadas até as cachoeiras. Primeiro fomos a Cachoeira da Garganta, que fica do lado esquerdo da bifurcação da trilha. A queda é pequena, mas devido ao poço fundo, é ideal para banho. Além disso, há um espaço aberto com grama próximo a cachoeira, ideal para estender a canga, fazer um piquenique. Já a Cachoeira do Coqueiro, que dá nome ao atrativo,  fica do lado direito da bifurcação. Ao se aproximar da cachoeira você vê um alto buriti na praia formada pela água. A cascata é linda e o poço é raso.

Cachoeira do Coqueiro

O valor da entrada no Parque do Coqueiro é R$25 para adultos; R$12,50 para crianças de 06 a 12 anos; e crianças até 05 anos não pagam. O valor do prato executivo (com arroz, feijão, carne a escolha, farofa e salada) custa R$25, há também porções e bebidas. É importante ressaltar que não é permitido no local: utensílios de vidro, animais domésticos, som automotivo ou mecânico e acender fogo.

Pirenópolis

Pirenópolis  foi fundada em 1727 as margens do Rio das Almas após descoberta minas de ouro na região. Entre o século XVIII e XIX, a cidade foi um importante centro urbano do Estado, cuja mineração, comércio e agricultura (destaque para o algodão) era as principais atividades econômicas. Por manter intacta sua arquitetura colonial e suas tradições religiosas, Pirenópolis, que recebeu esse nome em homenagem a serra dos Pireneus, foi tombada como Patrimônio Histórico Nacional em 1988 pelo IPHAN.

Está planejando uma viagem a Pirenópolis? Saiba mais aqui: O que fazer em Pirenópolis?


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 11/01/2019

Em abril de 2018 fiz minha primeira viagem sozinha e para a Califórnia. Planejei muito, olhei no mapa os lugares onde eu ia, repetir mentalmente meu roteiro um milhão de vezes, verifiquei toda a documentação, pesquisei sobre os lugares, comida e ponto turístico, mas ainda assim cometi alguns erros que servirão de experiências para as próximas hahaha.

Viajei de uma cidade a outra durante o dia, por medo de viajar a noite, e acabei perdendo horas na estrada.

Levei uma mala de rodinhas pequena, que despachei, e uma mochila grande comigo. A mochila estava muito pesada e me cansou muito no aeroporto, além de me atrapalhar nas paradas dos trechos de ônibus. De Dinuba/CA para Las Vegas/NV teve uma parada na Route 66, mas como a mochila estava muito pesada só fui ao banheiro e fiquei sentada até o ônibus sair. Por conta disso, acabei comprando uma mala maior em Vegas e na volta despachei as duas de rodinhas e voltei apenas com uma mochila pequena comigo. Levei meu notebook para poder editar os vlogs da viagem, porém, além de ser pesado, ainda era uma preocupação a mais: tenho que ficar de olho na minha mochila, pois o notebook está dentro dela rsrs.

Perdi todas as fotos de San Francisco e do Gleanings enquanto passava as fotos para o notebook. Não vi que tinha selecionado a pasta de fotos com uma pasta que queria apagar e acabei excluindo tudo. Fiquei desesperada, baixei o recovery fotos, mas não recuperou tudo. Aí não teve jeito, acabei comprando o “Easeus Data Recovery” por $55 no cartão de crédito e recebi uma facada depois hahaha.

Não levei um tênis próprio para caminhada e por isso sofri muito andando de bota e All Star em San Francisco, no Grand Canyon e nos parques.

Deixei Las Vegas e Los Angeles por último e foi os lugares onde mais cansei, assim estava morta nos últimos dias da viagem. Deveria ter feito esses lugares primeiro, descansando no voluntariado e depois partido para San Francisco, onde cansei bastante também pois a cidade tem várias ladeiras.

E você, quais erros você já cometeu em suas viagens? comente aqui:

Ahh, tem uma versão em vídeo deste post, assista aqui.


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 21/12/2018

parque dos dinossauros peiropolis minas gerais lary di lua

Você sabia que existiram dinossauros no Brasil? E que no triângulo mineiro havia uma ninhada deles? Isso e tudo mais você descobre durante o passeio ao Museu dos Dinossauros, localizado em Peirópolis, bairro rural de Uberaba/MG. Ouvimos falar em Peirópolis no ano passado quando íamos para Araxá, mas, por ser uma viagem rápida, deixamos para conhecer o local em outra oportunidade. Aproveitamos a viagem do feriado do dia 15 de novembro para, enfim, conhecer o Parque dos Dinossauros e valeu muito a pena.

parque dos dinossauros peiropolis minas gerais lary di lua

Peirópolis

Tomamos o café da manhã e saímos para Peirópolis por volta das 10h. O bairro, que conta com pousadas, restaurantes, lagos, está localizado a 20km do centro de Uberaba, na Rodovia BR-262. Para não ter erro é só pegar a rodovia com sentido para Araxá e logo você verá uma placa avisando que a entrada para o Parque dos Dinossauros é ali.

Peirópolis surgiu junto à estação da “linha do Catalão” da Companhia Mogiana de Estradas de Ferros em 1911, quando Frederico Peiró, imigrante espanhol, montou duas fábricas de cal na região.

parque dos dinossauros peiropolis minas gerais lary di lua

Museu dos Dinossauros

Uberaba abriga um dos maiores sítios paleontológicos do país, com fósseis datados de 83 a 66 milhões de anos. As primeiras descobertas em Peirópolis ocorreram em 1945 por acaso, mas só no ano seguinte é que de fato foram realizadas escavações sistemáticas, coordenadas por Llewllyn Ivor Price, paleontólogo gaúcho. Em 1992 foi implantado o Centro de Pesquisas Paleontológicas “Llewellyn Ivor Price” e Museu dos Dinossauros, em Peirópolis, possibilitando as atividades de escavação e o avanço da pesquisa no local.

parque dos dinossauros peiropolis minas gerais lary di lua

Durante nossa visita, fomos ao Museu do Dinossauro (propriamente dito), localizado na antiga estação do bairro, onde há fosseis e réplicas de dinossauros carnívoros, como o Abelissauros e o Maniraptora, bem como crocodilos, rãs e tartarugas que viveram há milhões de anos na América do Sul. E também fomos no Complexo Cultural e Científico de Peirópolis (CCCP), cujo tema central são os fósseis e as paisagens da região de Uberaba há cerca de 70 milhões de anos. A réplica do esqueleto do Uberatitan ribeiroi, o maior dinossuaro do Brasil, está localizado no CCCP.

parque dos dinossauros peiropolis minas gerais lary di lua

parque dos dinossauros peiropolis minas gerais lary di lua

As entradas nos museus são gratuitas. Ahh, no bairro há um Centro de Informação ao Turista com lembrancinhas e banheiros.

Vai para Uberaba? leia este post aqui.


Páginas12345... 27»