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Dia 10/07/2013

O FICA (Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental) acontece desde 1999 na Cidade de Goiás e tem como principal objetivo aumentar o debate ambiental por meio da cultura e do cinema. Em 2011 fui ao festival pela primeira vez e gostei. No ano passado fui para o lançamento do curta em que participei da produção: Sol Inimigo – o drama do povo no Recanto das Araras. Esse ano fui novamente e consegui prestigiar entre outros, o bate papo com o cineasta Fernando Meirelles e o debate do jornalista Ambiental André Trigueiro com Roger Straessle ( editor suíço de uma revista ambiental).
O bate papo com o Fernando foi emocionante, e até me fez pensar seriamente em fazer uma pós em cinema e colocar em prática uns projetos de curta que tenho na minha gaveta. Confira no vídeo abaixo, parte desse momento.
Já o debate do André Trigueiro que foi sobre o “Papel do Cinema e da TV na conservação ambiental” veio a calhar. Eu meio que vivo em uma insatisfação de récem-formada, na qual percebi que o problema não era qual curso fazer, mas o quê fazer depois de formada. Então me vejo ouvindo o André ( jornalista que eu já admirava e havia conhecido durante o Congresso de Jornalismo Ambiental no Rio de Janeiro em 2011) falando sobre o papel do jornalista na sociedade atual, e como ele deve agir na preservação do meio ambiente vi que fiz o curso certo, e a questão agora é definir meu foco.
O Festival consegue unir música, cinema, meio ambiente e cultura, além de mostrar/revelar produções que não são tão conhecidas, mas que são de grande importância. 

Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 07/02/2013
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Casa da Cora Coralina

Cidade de Goiás ou Goiás Velho é um município aqui de Goiás, a 148 Km de Goiânia. Em 2001 foi reconhecida como Patrimônio Histórico e Cultural Mundial pela UNESCO (2001), devido sua arquitetura barroca, tradições culturais seculares e pela natureza que a circunda. Eu visito a cidade pelo menos umas 3 vezes ao ano.

Com a descoberta de ouro em Minas Gerais no século XVI, foram intensificadas as bandeiras (expedições ao interior do país em busca de riquezas) em território goiano, que acabou propiciando a apropriação das minas de ouro dos índios goiases. Em 1727, Bartolomeu Bueno da Silva funda o Arraial de Sant’Anna, que mais tarde (1736) foi elevada à condição de vila administrativa, já com o nome de Vila Boa de Goyaz, pertencente à Capitania de São Paulo. Nessa época, a cidade era próspera devido a riqueza do ciclo do ouro.

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Igreja Nossa Senhora do Rosário | Igreja Santa Bárbara
Somente em 1748 foi criada a Capitania de Goiás, sob administração do governador Dom Marcos de Noronha, o Conde dos Arcos, que só chegou ali em 1753. A vila transformou-se em capital da comarca, e Noronha manda construir a Casa da Fundição (1750), o Palácio Conde dos Arcos (1751), entre outros.
Com a escassez do ouro no final do século XVIII, a população de Vila Boa se reduz, e atividade econômica é orientada para a agropecuária. Em meados de 1930, perde o prestígio de capital para Goiânia.
Cidade de Goiás, como veio a ser conhecida, manteve a arquitetura colonial de suas casas, ruas e das igrejas, destacando-se os museus de Arte Sacra, da Bandeira e o Palácio Conde dos Arcos. Hoje a principal atividade econômica do setor é o ecoturismo, motivada por estar localizada próximo a Serra Dourada e ser cortada por Rios, como o Mandu e Zanzan, afluentes do Rio Vermelho.
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Rio Vermelho – Vista da Casa da Cora
Lugares para visitar:
  • Igreja de Santa Bárbara, que está localizada na parte alta da cidade e por isso oferece uma linda visão, principalmente no nascer ou por-do-sol. Foi construída em blocos de pedra-sabão e adobe, possui uma escadaria com 87 degraus.
  • Igreja Nossa Senhora do Rosário, foi construída em 1761, demolida e refeita em 1934 por padres dominicanos. Vale visitar pelo seu estilo neogótico.
  • Casa de Cora Coralina, um dos principais cartão postal da cidade, a antiga casa é hoje um museu da poetista.
  • Museu das Bandeiras, possui um rico acervo de materiais utilizados no garimpo, porcelanas portuguesas, e outros objetos que remetem aos séculos 18,19 e 20.
  • Palácio Conde dos Arcos, é a antiga sede do governo, e assim como o Museu das Bandeiras, hoje é um museu composto por peças do ciclo do ouro.
  • Furna da Bandeirinha, é um túnel que provavelmente foi escavado por escravos, com acesso a vários salões, localizado no Morro da Bandeirinha.
  • Coreto, nada melhor que passar um fim de tarde no coração da cidade.
  • Chafariz da Boa Morte,  foi construído em 1778 em alvenaria de pedra e tinha a finalidade de fornecer água a cidade, juntamente com o Chafariz Carioca.
  • Cachoeiras, a cidade é cercada por elas. Cachoeira Grande, Cachoeira das Andorinhas, além do Balneário Santo Antônio e do Carioca.
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Chafariz da Boa Morte

Principais Festividades
Janeiro: Folia de Santos Reis
Fevereiro – Março: Carnaval
Março – Abril : Durante a Semana Santa ocorre a Procissão do Fogaréu, que atrai milhares de turistas a cidade
Junho – Julho: FICA, Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental que também atrai muita gente
Além de diversas comemorações religiosas durante o ano.

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Procissão do Fogaréu – Foto de Marcello Casal Jr/ABr

Onde Ficar

Se você está indo com familiares, quer um programa mais tranquilo, há diversas opções de Hotéis Fazenda, como:
Manduzanzan
Serra Dourada
Fazenda Quinta Pousada Ecológica
Mas se você está indo com a galera, quer um programa barato, há pousadas com diária a partir de R$ 25 reais, com café da manhã incluso, como:
Pousada Vovó Dú (conheço)
Pousada Sol
Pousada do Ipê

E você, já conhece a cidade?

Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 22/08/2012

Íamos ao zoológico em nosso último dia em Buenos Aires, mas como o tempo não estava bom, ele não abriu. Então eu e minhas amigas decidimos andar pela Calle Florida , na 9 de Julio, na calle Lavalle, onde fizemos compras .

Depois do almoço fomos no museu do Bicetenário que fica ao lado da Casa Rosada. O museu foi inaugurado no dia 24 de maio de 2011 em comemoração aos duzentos anos de independência da Argentina, e está localizado onde era o Forte daquele período. É possível ver peças, partes de construções originais, carros da época, um vestido branco da Evita Perón, além de vídeos que contam a história da independência.
Museo do Bicentenário
Depois entramos na própria Casa Rosada, que no sábado é aberta para visitação pública. De lá decidimos ir para um cassino em Puerto Madero, mas desistimos depois de andarmos muito. Jantamos  na Lavalle, e depois voltamos para o Hostel  para arrumar as malas. Já me batia saudades…
interior da Casa Rosada
 puente-de-la-mujer-lary-di-luaPuente de la Mujer  (Ponte da Mulher)

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