Por Di Lua, sobre Dicas de Goiânia, Moda/Beleza
Dia 01/11/2018

Você sempre quis saber se maquiar para uma festa ou para o dia a dia? sempre quis saber fazer um contorno, marcar os olhos ou fazer um delineado gatinho para ninguém colocar defeito? A O Boticário do Shopping Bougainville está oferecendo cursos de automaguiagem no Make Up Studio, um espaço dedicado ao aprendizado de técnicas de make e com profissionais especializados para você aprender a se maquiar de forma descomplicada. São dois módulos disponíveis em aulas ministradas de terça a sábado, na loja do Shopping Bougainville. À frente das modernas técnicas de beleza, estão os experientes maquiadores Bruna Karoline e Wanderson Grigório.

Entender de automaquiagem tem sido uma opção buscada por muitas mulheres, mesmo as que têm à disposição os melhores maquiadores. Afinal, além de uma rotina atribulada ou imprevistos, há sempre necessidade de retocar a make em diferentes momentos. Respeitar preferências de cores, biótipo e estilo é também outro ponto positivo apontado por adeptos da técnica que traz praticidade”, explicam os maquiadores.

 

Maquiagem acessível

Quem está iniciando no universo da maquiagem tem a opção Você Pode, que oferece técnicas de automaquiagem básicas, que incluem desde a escolha à aplicação correta de produtos como base, corretivo, batom, sombra, blush e delineador, além dos pincéis mais adequados para a perfeita execução da make.

Já o módulo Você Pode Mais prepara as mulheres para executarem produções mais elaboradas. O módulo oferece acompanhamento personalizado para quem deseja equilibrar as linhas do rosto (aumentar, afinar, sombrear e iluminar), aplicação de sombra preta (incluindo efeitos esfumado, delineado e côncavo) e preparação da pele.

Cada aula tem duração de duas horas e meia e custa R$ 90. A taxa inclui apostila e R$ 60 podem ser convertidos em compra de produtos de maquiagem. As inscrições podem ser feitas em qualquer loja da marca em Goiânia, Senador Canedo e Aparecida de Goiânia. Para mais informações procure uma unidade do O Boticário ou ligue no número 62. 3245-1248.


Por Di Lua, sobre Dicas de Goiânia
Dia 02/10/2018

Na série “Conhecendo Goiânia” desta semana foi ao ar o vlog no Museu Pedro Ludovico Teixeira, localizado próximo a Praça Cívica. A visita, que é guiada, conta, por meio do acervo, a história da família Teixeira e sua contribuição durante os primeiros anos da capital goiana.

Museu Pedro Ludovico Teixeira

O Museu Pedro Ludovico Teixeira funciona na casa onde viveu o responsável pela fundação de Goiânia, o médico Pedro Ludovico Teixeira, com sua esposa, Gercina Borges e seus filhos. Seu objetivo é preservar, conservar, restaurar e ampliar todo o acervo ligado à história de Goiânia.

Com arquitetura Art Déco, a casa preserva vários objetos pessoais da família, como móveis, baús, roupas, entre outros. O projeto é de Atílio Corrêa Lima, arquiteto e urbanista responsável também pelo projeto arquitetônico de Goiânia.

O museu está localizado na Rua Gercina Borges esquina com a Rua 25 no Centro. Ele abre de segunda a sexta, das 9h às 17h, e aos finais de semana e feriados das 9h às 15h. A Entrada é gratuita.

Transferência da capital

Pedro Ludovico Teixeira foi nomeado interventor de Goiás em 1930 por Getúlio Vargas, que desejava renovar as forças políticas dos estados. Ele então logo iniciou o processo de mudança da capital, que já era discutido há algum tempo.

A necessidade de localizar a capital conforme interesses econômicos fez com que ela fosse transferida de Vila Boa (atual Cidade de Goiás) para uma região mais central e mais plana do estado. Em 1932 foi organizada uma comissão para escolher para onde a capital seria transferida, e assim a nova capital foi definida nas proximidades da cidade de Campininha das Flores, atual bairro de Campinas.

O nome da capital foi escolhido através de um concurso entre a população, e o nome vencedor, Goiânia, foi sugerido pelo professor Alfredo de Castro.

Assista ao vlog no Museu Pedro Ludovico Teixeira aqui:

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Por Di Lua, sobre Dicas de Goiânia
Dia 14/09/2018

Há vários museus em Goiânia, mas a maioria da população sequer conhece. Um deles é o Zoroastro Artiaga, museu que conta a história de Goiás e sua  diversidade cultural através de seu acervo. O Museu, cujo prédio é em Art Deco, está localizado na Praça Doutor Pedro Ludovico Teixeira (Praça Cívica), considerada marco inicial da construção da capital, além de ser a sede do governo e do Centro Administrativo.

Museu Zoroastro Artiaga

O Museu Zoroastro Artiaga foi fundado em 6 de Fevereiro de 1946 e conta com um acervo sobre a história da terra, formação geopolítica de Goiás, fósseis, pré-história, arqueologia e mineração colonial. O nome presta homenagem ao primeiro diretor do museu, o professor Zoroastro Artiaga, que permaneceu na direção até 1957. De 1964 a 1971, Zoroastro foi responsável para caracterização do museu.

As primeiras coleções do Zoroastro Artiaga foram formadas a partir do acervo da Exposição Permanente de Goiás (Escola Técnica de Goiás, 1942, *atual IFG), e outros objetos  que retratavam a cultura e a história do estado, doados por Acari dos Passos de Oliveira, Joaquim Machado Araújo, Orlando Ribeiro e Zoroastro Artiaga. Com o passar dos anos, novas peças foram agregadas às coleções do museu.

Acervos 

O acervo do Zorostaro Artiaga descrevem a história da terra e pré-história (com imagens e fósseis), formação geopolítica de Goiás, coleção de taxidermia, arqueologia,  mineração colonial, transformação do território goiano, navegação do Araguaia, arte sacra, imprensa goiana, cinema e fotografia, mineralogia e artes industriais. O museu também conta com uma ala dedicada à acervos dos povos indígenas que ocupavam o território goiano, além de peças e artigos das principais festas religiosas do estado, como as Congadas de Catalão, As Cavalhadas de Pirenópolis, a Festa do Divino Pai Eterno e a Folia de Reis.

O Museu Zoroastro Artiaga funciona de terça-feira à sexta-feira, das 9:00 às 17 horas. E aos sábados, Domingos e Feriados, das 9:00 às 15:00 horas. A entrada é gratuita

Vocês gostam de visitar museus? já visitou algum aí na sua cidade?

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Por Di Lua, sobre Dicas de Goiânia
Dia 05/07/2018

Com obras inspiradas em fotos das redes sociais de celebridades e símbolos icônicos da história das artes visuais e da música, o artista plástico goiano Carlos Catini apresenta a exposição “Do Princípio ao Meio”, na Galeria 588 Artshow, localizada na Rua C167, no Setor Nova Suíça, em Goiânia. A entrada é franca e a abertura será realizada no próximo sábado (7/7), das 10h às 18h. De 9 a 13 de julho ficará aberta para visitação, das 13h às 17h, no mesmo local.

“Seria muita audácia da minha parte falar que tenho o direito de dizer que a arte tem princípio, meio e fim. Prefiro dizer que é do começo ao meio, já que não tenho a mínima ideia quando será o fim, pois acredito que a arte não termina, ela simplesmente transforma-se”, justifica Catini sobre como surgiu o nome da atual exposição.

No decorrer de sua trajetória ele diz que passou por várias transformações até chegar ao meio de sua vida. Nos dias atuais seu trabalho está voltado para a rede virtual, mas já transitou em outros estilos de arte. Para Catini, a relação do homem e as novas tecnologias é um território em constante transformação, um mundo sem barreiras, onde tudo é permitido e sem dúvidas a arte se faz presente.

Do Princípio ao Meio

O trabalho de Carlos Catini demonstra a relação do homem e as novas tecnologias. De acordo com o artista, por muito tempo a fonte de inspiração para inúmeros pintores estava ligada diretamente à valorização do homem, perfeição nas formas, no cotidiano, no mundo em sua volta. “A tecnologia veio para mudar ou inspirar novas formas de expressão. Atualmente qualquer pessoa com pouco entendimento artístico consegue fazer uma selfie e passar um filtro imortalizando aquela imagem com várias técnicas, dando um teor artístico a suas fotos”, afirma Catini.

E é justamente esse comportamento que Catini demonstra em seu trabalho, intervindo em figuras célebres e símbolos icônicos da história das artes visuais e da música, como também em pessoas comuns de suas redes sociais, suscitando rupturas e desconstruindo formas que delineiam outras estruturas pictóricas e cria vínculos com as heranças da pop art fazendo alusão ao artista americano Andy Warhol.

Catini recria suas obras não em aplicativos, mas sim em telas. Nas pinturas do artista o filtro é criado por suas talentosas mãos, permitindo ao observador visualizar a ruptura das formas demonstrando a essência e o reconhecimento do valor estético das pessoas. Os trabalhos de Carlos Catini em acrílico sobre tela dialogam com as imagens constantemente citadas e apropriadas, instigam a problematização do valor de exposição da cultura de massa que perpassa ao mesmo tempo pelo fetiche do self, pela reprodução e pela intervenção, deixando-nos em dúvida se a avalanche de imagens de si, em sua necessidade de autoafirmação, já não indica a negação de si.

 

Texto: Johny Cândido


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