Por Di Lua, sobre Entretenimento
Dia 10/11/2009
No dia 15 de Outubro a banda A-ha anunciou turnê de despedida em 2010, e , os integrantes disseram que agora iam seguir carreira solo.
Quando li essa notícia não sei onde,fiquei em estado de choque. Como assim o A-ha se separar não pode ser.
O grupo formou em 1982 na Noruega, de acordo com a Wikipédia suas música de maiores sucessos são “Take On Me“, “The Sun Always Shines On TV“, “Hunting High And Low“, “Stay On These Roads“, “You Are The One” e “Crying In The Rain. Concordo amo Take on Me, e o clipe então nem se fala, eu queria ser aquela garota que entra no gibi e resgata o mocinho. You Are the One é dançante, me deixa nas nuvens, e eles com aquelas roupas listradas?? Ui. Crying In The Rain é perfeita para pensar, dormir, sonhar, chorar, enfim ela é perfeita.
Sempre gostei deles, lembro de quando era pequena eu pegava uma fita cassete que a minha mãe tem da banda e ia ouvir. Acho que gosto deles desde quando nasci. Em 1991 eles fizeram um show no dia 18 de maio aqui em Goiânia, ou seja, depois de oito dias que eu tinha nascido, talvez a movimentação e a vontade da minha mãe em ir, mexeram comigo psicologicamente.
Outra banda da qual eu nunca irei ver um show, pois dos Beatles só resta o Paul e o Ringo, no entanto ainda tenho a esperança de um dia ir à um show do Sr. McCartney (existe uma conversa de que ele virá em Brasília ano que vem),do Ringo,Morten Harket, do Paul ,Magne e da minha Diva Cindy Lauper entre outros.

 

 


Por Di Lua, sobre Uncategorized
Dia 31/10/2009


Bom dia gente, Happy Halloween

Infelizmente aqui no Brasil,no dia do Halloween as pessoas não saem de casa em casa dizendo “Doce ou Travessuras”. No entanto muitos clubes estão aderindo a festa de Halloween.

No twitter hoje em comemoração da data, está acontecendo o #Potterday, todos os tweets são relacionados ao mundo potteriano, imagens, avatares, tudo. Participem também.


Por Di Lua, sobre Uncategorized
Dia 29/10/2009

Olá gente,

Hoje vou postar a 1ª parte do que esta na moda atualmente.

-Saia de Cintura Alta
Esta bombando entre as famosas.

-Óculos Wayfarer
Das mais variadas cor e estampas.

-Colete
Um clássico que sempre vai e volta.


Por Di Lua, sobre Dicas de Goiânia, Uncategorized
Dia 24/10/2009

Em coletiva de imprensa na última quarta-feira(16/10), na Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), o jornalista Pablo Hernandez falou um pouco de sua carreira profissional. Atualmente como full-time, ele escreve no Almanaque e no Suplemento do Campo, ambos os cadernos do O Popular, além disso, faz alguns trabalhos esporádicos para a Revista Sexy. Pablo Hernandez concluiu o curso de Jornalismo em 2000, na Universidade Federal de Goiás (UFG), onde também fez pós-graduação em Assessoria de Comunicação.E nesses 9 anos trabalhou em jornais impressos, produção de TV, rádio e assessoria de comunicação. O jornalista acha que os recém-formados têm chances maiores em rádio, uma vez que ela é mais aberta, mas não é muito diferente dos outros campos. “O mercado nunca é bom”, mas acha que as pessoas têm que pensar além de TV e Rádio, e citou a Assessoria em Comunicação uma área que segundo ele pode crescer bastante em Goiás. Em produção de TV ele escrevia a matéria, seleciona as fontes e o repórter era quem realizava, e isso às vezes o deixava frustrado, se sentindo como uma “maquininha de pautar”, mas gostou de trabalhar lá. Pablo afirma que o trabalho em rádio é diferente, cada dia tem uma novidade. Escrever no Almanaque e no Jornal do Campo possibilitou a Pablo Hernandez conhecer mais pessoas e o mundo das crianças. “Eu prefiro falar com uma criança do que com um Político”, afirma Pablo, se referindo aos colegas que se acham melhores por escreverem em cadernos de política ou economia. Apesar de achar o texto impresso mais trabalhado do que o da internet, Pablo Hernandez acha que a liberdade possibilitada pela internet, pode sim atrapalhar os jornais impressos, que terão de ser reformulados. Questionado sobre a queda do diploma, o jornalista diz que “O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou algo que não conhecia”. Ele vê a sua categoria como mediadora da sociedade, e que em momento algum tira a liberdade das pessoas. “Nem percebo o trabalho da FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas)”, para ele os jornalistas têm que se unirem mais, reivindicar os seus direitos. “Os jornalistas não têm medo de processos” afirma sobre a repreensão sofrida pela categoria. Ele acha que a mais violenta foi a dos anos 60, e que hoje os jornalistas sofrem censuras por questões financeiras. Sua visão sobre o jornalismo de quando era estudante até hoje mudou muito. “A gente imagina que é muito mais prazer, mais do que sofrimento”. Depois de decepções com amigos, empresas, os caminhos profissionais seguidos, suas concepções mudaram “A vida vai te levando para rumos diferentes”. “O jornalista é injustiçado”, afirma ele, que já fez boas matérias que não foram escolhidas ou mudadas, por interesses da empresas, ou censuras políticas. “O jornalista é o meio entre o fato e a sociedade” descreve, e completa falando que se é jornalismo que os estudantes querem fazer, que sigam em frente. Laryssa Machado