Por Di Lua, sobre Moda/Beleza
Dia 27/06/2018

Eu sempre tive muita vontade de tirar fotos em campos de girassóis, a flor do sol, principalmente por sempre ver inspirações desse tipo no Pinterest. Contudo, raramente via plantações desse tipo aqui perto de Goiânia. No ano passado, quando fui para Capitólio, passamos por um campo de girassóis no interior de Minas, porém era um lugar difícil de parar.Mas neste ano, parece que os agricultores de Goiás resolveram investir na plantação da flor, matéria prima para o óleo de girassol, e vários campos amarelos foram vistos pelo interior de Goiás.

 

Um destes campos ficava no caminho para a chácara da minha mãe, localizado entre os municípios de Vianópolis e Orizona. Eu ainda estava na Califórnia, quando minha mãe me mandou mensagem avisando do campo florido no caminho para a chácara. Então assim que cheguei de viagem fui passar um final de semana na chácara e aproveitei para tirar foto no campo de girassóis, pois a flor não fica muito tempo em pé, e logo começa a murchar.

“Os girassóis transmitem alegria, beleza e muita energia positiva”

Por conta do colorido do campo de girassóis, optei por um look mais básico, composto por este vestidinho jeans, bem 90’s e essa bata da Forver 21 que eu amo. Como era uma semana que estava fazendo frio em Goiás, de modo geral, levei meu casaco de sued forrado com pelo sintético. O chapéu floppy na cor marsala deu um toque mais boho ao look e eu amei.

Ahh, tanto o chapéu floppy como este óculos de sol redondo são da De Flor em Flor, minha loja de acessórios online!

E aí, gostaram do look? já viram um campo de girassol ou já tiveram oportunidade de tirar fotos em um? me conta aqui nos comentários:


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 19/06/2018

Como meu Muni Pass havia encerrado, no meu último dia em San Francisco decidi ir em lugares próximos ao meu Hostel e que dava para eu ir a pé. Por isso, assim que tomei meu café da manhã fui direto para a ChinaTown.

Depois de uns 10 minutos a pé, cheguei na Fortune Cookies, uma fábrica de biscoitos da sorte, onde é possível ver como eles são feitos. Aproveitei e comprei uma caixinha com 16 biscoitos para trazer para casa, mas quase todos chegaram quebrados após mais de 20 dias de viagem rsrs.

Há uma infinidade de lojas de roupas, acessórios e decorações na ChinaTown, e se você não se ligar no tempo e querer entrar em todas, assim como eu, vai perder seu dia lá hahaha. É um ótimo local para comprar lembrancinhas de San Francisco, pois é bem mais em conta do que nos outros lugares (Ok que é da China, mas todas as outras lembrancinhas que vi na minha viagem, de modo geral, também eram da China). Voltei da ChinaTown pela Grant Avenue, e terminei aquele passeio na Dragon’s Gate (Portão do Dragão), que é um portão de “entrada” do bairro chinês de San Francisco.

Depois de almoçar torrada, ovos e bacon no Café Bellini com um suco de laranja, fui para o Hi San Francisco Downtown guardar minhas sacolas e descansar um pouco. Por volta das 15h, decidi dar uma volta pela região da Union Square, e fui pela última vez na Ross da cidade (vale a muito a pena para quem quer comprar coisas de marca e pagar um preço baixo por isso, mas tem que ter paciência para olhar tudo), Target, e aproveitei para entrar no Westfield Center, que até então só passava na porta.

No dia seguinte, peguei um lyft até a Estação da Greyhound (linha de ônibus intermunicipal e interestadual, que tem em quase todo os Estados Unidos) e de lá peguei meu ônibus para Fresno/CA, onde eu faria meu voluntariado.

Ficou curioso para saber mais sobre a ChinaTown? Assista ao vlog deste dia:


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 10/06/2018

museum of ice cream lary di lua

Cerca de um mês antes de viajar, vi um vídeo sobre o Museu do Sorvete na página do Catraca Livre. Acabei indo pesquisar mais sobre este museu e descobri que havia um em San Francisco e outro em Los Angeles, mas que era preciso ficar de olho no site deles pois eles só abrem em um período específico e em lugares diferentes. Me cadastrei no site e recebi um email que as vendas de ingressos para o de San Francisco começaria em alguns dias.

museum of ice cream lary di lua

Então, entrei novamente no site e vi que o ingresso custava $38 e que o local era pertinho do meu Hostel, cerca de 3 minutos a pé. Por isso resolvi comprar o ingresso, mas ao finalizar o pedido no site é cobrada uma taxa de $6, totalizando $44. Repensei um pouco, mas decidi comprar. Mesmo para o padrão dólares, é um ingresso caro.

museum of ice cream lary di lua

Comprei o ingresso para o dia 16 de abril, às 20h, meu terceiro dia em San Francisco, e o dia que eu mais tinha batido perna na cidade.

museum of ice cream lary di lua

Estrutura do Museu do Sorvete

O Museu é dividido por ambientes, e cada ambiente tem uma temática diferente. Tem floresta de doces, sala de música e lanchonete, sala dos sonhos, piscina de sorvete, selva, entre outros, todos pensados exclusivamente para o visitante interagir e tirar fotos. Em alguns desses ambientes tem distribuição de sorvete, algodão doce, picolé e doce de sorvete.

Eu gostei muito da experiência, mas não acho que vale o preço pago.

Unidades do Museu do Sorvete

museum of ice cream lary di lua

San Francisco

Los Angeles
Miami

Vai viajar para alguns destes lugares e quer ir no Museu do Sorvete? Entre no site com antecedência, cadastre seu email para receber o aviso das datas em que ele estará aberto. Ahh, a visitação, mesmo com o ingresso, acontece somente em dias e  horários agendados, por isso é importante entrar no site assim que liberar as vendas, para você selecionar o dia em que estará na cidade.

museum of ice cream lary di lua

 

Ahh, e gravei um vlog bem legal no Museu do Sorvete para vocês verem como é lá!


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 07/06/2018

A Mision San Francisco é a igreja branca, a pequenininha rs

Depois de almoçar no Ferry Building, peguei um metrô até o Mission District, famoso bairro latino de San Francisco. Fui para lá para conhecer a Mission San Francisco (que é mais conhecida por Mission Dolores), a mais antiga construção da cidade, fundada em 1776 pelos missionários franciscanos que acompanhavam os primeiros colonizadores espanhóis. A igreja permaneceu em pé mesmo após o grande terremoto de 1906, que destruiu grande parte de San Francisco.

Castro – o bairro gay da cidade

Andar a pé em San Francisco, mesmo em curtas distâncias, é bem cansativo. Por isso, optei por ir de ônibus até o Castro, um dos maiores e mais famosos bairros LBGT do mundo.Com a corrida do Ouro em 1849, muitos homens solteiros foram para San Francisco. Na segunda guerra mundial, e com a instalação de uma base marinha na cidade, este número de homens na região dobrou. Mesmo reprimido, Castro já era conhecido como bairro gay nas décadas de 60 e 70.

Aos poucos foi surgindo os primeiros ativistas e os primeiros bares gays da região. Em 1978, Harvey Milk (primeiro gay a ser eleito a um cargo público na Califórnia) é assassinado, e a causa LGBT acaba ganhando o apoio dos moradores de San Francisco e o bairro Castro sendo declarado o primeiro bairro gay do mundo*.  Eu achei um bairro lindo, muito colorido, com bandeiras do arco-íris para todo lado, inclusive as faixas de pedestres são nas cores do arco-íris.  No bairro está localizado o Castro Theatre, que foi construído em 1922 com fachada barroca colonial espanhola, e que na verdade é um cinema. Atualmente, a maioria dos filmes exibidos em tématica LGBT.

Painted Ladies

De lá, peguei outro ônibus, desta vez em direção à Alamo Square, onde está localizada as casas mais famosas de San Francisco, as Painteds Ladies. A Alamo Square é uma praça grande no alto de uma ladeira, e rodeada por casinhas bem parecidas. Como eu já estava cansada, cheguei em um ponto e avistei umas casinhas coloridas, pensando ser as Painteds Ladies, abri minha batatinha e fiquei ali admirando. Contudo, quando cheguei no hostel e comparei minhas fotos com fotos da internet, percebi que tinha fotografado as casinhas erradas kkkkk. E isso é um dos lados bons de viajar sozinha, não se preocupar tanto em ir somente em pontos turísticos, mas em viver a experiência.

 

Haight-Ashbury – o bairro hippie de San Francisco

Depois de alguns minutinhos descansando, fui para o Haight-Ashbury (de ônibus, claro), distrito localizado em torno da esquina das ruas Haight e Ashbury, grande propulsor do movimento hippie na década de 60. Nesta época, muitos jovens passaram a ir contra ideais pregados pela sociedade, defendendo o amor livre a não violência. Este movimento de contracultura ganhou força no distrito, principalmente por ele abrigar pessoas que não tinha condições econômicas de morar nos bairros mais nobres da cidade, por existir artistas ligados à este movimento que moravam no local (Jimi Hendrix) ou próximo dali (como Janis Joplin e Grateful Dead) e por ele ter aparecido em uma reportagem da revista Time sobre a filosofia Hippie, fazendo com que mais jovens migrassem para a região.

O Jimi Hendrix morou nesse apartamento marrom

O Haight, como é popularmente conhecido, ainda preserva essa atmosfera hippie. É muito comum ver hippies pela rua, vans, fachadas de lojas fazendo alusão ao movimento de “Paz e Amor”. Durante meu passeio pela Haight Street, entrei por muitos brechós gigantescos, antiquários, e na Amoeba Music, uma loja gigante de discos. No final da rua, quase chegando no Golden Gate Park, peguei um ônibus para ir para o meu Hostel, mas acabei descendo no Civic Center, praça onde estão instalados os prédios governamentais da cidade.

 

*Com informações do Ideias na Mala

Assista ao vlog desse dia aqui e confira como são os brechós da Haight

 


Páginas«1 ...34567891011... 226»