Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 29/05/2018

 o que fazer em San Francisco lary di lua

No terceiro dia, aproveitei para visitar tudo o que eu queria ver e que exigia que eu fosse de transporte público, pois aquele era meu último dia para usar o Muni Pass. Então acordei cedo, tomei o café da manhã e fui para o ponto inicial do Cable Car na Powel. Estava chovendo e por isso preferi sentar do lado de dentro do bondinho. Peguei a linha Powell Hide, pois é a que vai para o Fisherman Wharf, passando pela Lombard Street.

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Coit Tower vista da Lombard Street

Cable Car – ou bondinho rs

O bondinho de San Francisco tem três linhas, a Powell & Hide, Powell & Mason e a California Street. A Powell & Hide e Powell & Mason tem o mesmo ponto inicial (na Union Square) e seguem por rotas diferentes até o Fisherman’s Wharf. Para quem quer parar na Lombard Street precisa pegar a Powell & Hide. Já o ponto inicial da linha California Street é na Market Street, e o bondinho segue por linha reta até a Van Ness, conectando o centro financeiro da cidade ao bairro Nob Hill.

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*Tirei essa foto no meu último dia, pois não gostei das fotos que tirei dentro do bondinho

Lombard Street

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É incrível observar San Francisco de dentro do Bondinho. Quando passou pela Lombard Street o bondinho para para o pessoal tirar foto e descer, mas achei que o manobrista perguntava quem iria descer e tal, e por isso acabei ficando dentro do bondinho, pensando em como fazer para voltar na Lombard (kkkk). Chegando no ponto final do bondinho, no Fisherman Wharf, peguei outro bondinho da linha Powell Hide, mas dessa vez voltando e avisei o moço do bondinho que eu ia descer na Lombardi Street, e foi o que fiz.

A Lombard Street é uma rua íngreme e em zigue-zague, considerada a rua mais torta do mundo, e que atrai muitos turistas.Desci a rua pelos degraus laterais para ter uma outra visão dela.

Ghirardelli Square
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De lá fui para a Ghirarderlli Square, local onde existiu uma fábrica de chocolate da marca, mas que hoje é um complexo de lojas.  Chegando na loja da Ghirardelli eles te dão um chocolate de caramelo (o melhor que experimentei). Comprei um chocolate amargo com recheio de cereja e não gostei muito rsrs.

Fisherman Wharf

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De lá, segui a pé até o Fisherman Wharf, entrei em algumas lojinhas de souvenirs e depois fui no píer 39, ver as focas e os leões marinhos. Já era quase 12h, mas decidi almoçar no Ferry Building, pois havia lido na internet que era um lugar muito bom para comer. Como estava muito cansada, resolvi pegar um ônibus do Píer 39 até o mercado. Dica que vi na internet: se você não tiver muito cansado, pode ir andando do Píer 39 até o Ferry e ir parando nos píers para fotografar, além disso, entre a região do Píer 39 e do Ferry há a Levi’s Praça, a Coit Tower, entre outras atrações legais de San Francisco ( que eu acabei deixando para a próxima viagem rs).

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Píer 39

Ferry Building

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O Ferry Building é um mercado, cuja principal função é servir de base para passageiros e trabalhadores que viajam de Ferry. Li muitos posts sobre o mercado,e por isso resolvi conhecer. Contudo, não vi tanta opção de comida assim, e achei difícil escolher algo por não estar familiarizada com o local e com o idioma. Pedi uma salada com carne no Prather Ranch Meat Company, mas a carne estava muito mal passada rsrs. Depois, ao fim da viagem, percebi que é muito comum carne mal passada nos EUA.

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Vista da Ilha de Alcatraz

Você pode assistir o vlog dessa primeira parte do meu terceiro dia em San Francisco aqui!


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 27/05/2018

Meus planos para o segundo dia em San Francisco foram todos alterados na noite anterior, isso porque uma velha conhecida de infância, a Ana Paula, viu que eu estava em San Francisco e me mandou mensagem para a gente se encontrar. Assim, no domingo ela foi me buscar no Hostel e fomos direto para Sausalito, cidade localizada na Baía de San Francisco, no condado de Marin, e no extremo norte da Golden Gate. Ou seja, para chegar em Sausalito é necessário passar pela Golden Gate, então imaginem a minha emoção hahaha.

Sausalito

Assim que você termina de atravessar a Golden Gate, você já começa a ver as casinhas no morro que circunda Sausalito. Estacionamos no carro e fomos ao Píer de Sausalito, onde havia várias casas flutuantes ou casas barco. Com o fim da Segunda Guerra Mundial, barcos velhos abandonados foram apropriados e transformados em casas. Neste local havia muitas, umas lindas e outras nem tanto. A que mais me chamou a atenção foi uma que parecia o Taj Mahal hahaha.

 

LightHouse Point Bonita

Andamos por algumas ruas de Sausalito e fomos para o LightHouse Point Bonita, um farol antigo que fica em Marin Headlands. O primeiro farol tinha 17 metros, contudo, muitas vezes a luz era encoberta pela neblina e não podia ser vista do mar. Assim, em 1877, ele foi movido para sua localização atual. Para chegar ao farol, é preciso passar dentro de um túnel no morro e depois por uma ponte suspensa sobre o mar. A vista do Farol é incrível e por isso vale muito a pena a visita, mas se prepara: venta e faz muito frio. Ahh, o LightHouse Point Bonita só é aberto aos sábados, domingos e segundas-feiras, de 12h30 – 15h30.

No caminho da volta, paramos em um “vista point” da Golden Gate em Marin Headlands, que dá para ver a ponte do alto. Vale muito a pena a parada, se você tiver nessa região ou tiver ido no LightHouse Point Bonita.

Saímos de lá e fomos para o In-N-Out Burguer, uma rede de fast food californiana e que os combos custam a partir de $8, da região do Fisherman Wharf. Os hambúrgueres são uma delícia e servem muitooo bem. Andamos pela região do Fisherman Wharf, entramos em algumas lojas, mas quando começou a chover corremos para o carro e a Ana me deixou no Hostel.

 

Ahh, o vlog deste segundo dia em San Francisco está aqui!

Gostaram do LightHouse Point Bonita? comente aqui:


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 22/05/2018

No meu primeiro dia em San Francisco,14 de maio, tomei o café da manhã do Hostel em que me hospedei, o Hi San Francisco Downtown e fui ao Centro de Informação ao Turista, que fica em frente à estação de metrô da Powell. Fui lá para comprar um MuniPass de três dias e aproveitei para perguntar como eu fazia para chegar à Golden Gate Bridge de ônibus. Ela me deu uma mapa que mostrava todas as ruas de San Francisco e o número dos ônibus que passavam nestas ruas. Para ir à Golden Gate Vista Point, ela me mostrou no mapa que eu precisava pegar o ônibus 05 até o Golden Gate Park e lá eu pegava o ônibus 28 que ia para a Ponte.

*Atenção: Há a região em baixo da Golden Gate Bridge, cujo alguns pontos são o Golden Gate Vista Point, Crissy Field, e existe o Golden Gate Park, que é um parque longe da Golden Gate, cuidado para não confundir.

Durante toda a minha estada em San Francisco eu não me desgrudava desse mapa, pois assim que eu entrava em um ônibus já olhava próximo a qual rua eu deveria descer e ia olhando o nome das ruas nas placas para não descer no lugar errado.

Muni Pass:

O Muni Pass é o passe da rede de transportes Muni, que atua em San Francisco com ônibus, metrô e o bondinho (cable car). Eles tem várias opções de passes para moradores, estudantes, pessoas da terceira idade e visitantes (turistas). Para os visitantes, há três opções de Muni Pass: de um dia, três ou sete dias. Comprei o passe de três dias, no valor de $33, e assim eu pude andar de transporte público (metrô, ônibus e bondinho) durante o dia todo sem me preocupar. Este passe vale muito a pena, principalmente se levar em consideração que o estacionamento em San Francisco é muito caro e não dá para andar à pé em longos percursos, pois a cidade é cheia de ladeira.

Golden Gate

Fiquei tão emocionada quando vi aquela imensa ponte vermelha, eu esperei anos por aquela imagem e ela estava ali, linda e imponente na minha frente. Naquele dia, apesar do vento gelado, o sol estava alto e a paisagem mais linda ainda. Fiquei um tempo admirando a Golden Gate, depois foi ao Centro de Visitante que funciona ali, li algumas placas que contam a história da ponte e depois segui a pé para a ponte. Não iria cruzá-la a pé, acho que é impossível, pois ela tem 2.737 m (2,7km), mas andei uns 5 minutos sobre ela e voltei. No pé da Golden Gate, do lado de San Francisco, há um forte militar (Fort Point) que foi concluído pouco tempo antes da Guerra Civil dos Estados Unidos pelo Exército norte americano,  para defender a Baía de São Francisco contra navios de guerra.

A Golden Gate começou a ser construída em 1933 e foi concluída em 1937. A ideia surgiu após o terremoto de 1906, San Francisco passava por um período de ascensão econômica e era necessário conectá-la as regiões vizinhas para o desenvolver as cidades ao redor da Baiá de San Francisco. A ideia da ponte, que surgiu pela primeira vez num artigo do jornalista James Wilkins em 1916, representava um grande desafio, pois a região escolhida já era conhecida pelas forte correnteza e fortes ventos.

Dá para ver a Golden Gate de várias partes da cidade e não só no Golden Gate Vista Point e cada lugar tem sua particularidade e beleza.

The Palace of Fine Arts

Comi uns snacks, enchi minha garrafinha de água e fui para o ponto de ônibus esperar o 28 para ir para o The Palace of Fine Arts, uma estrutura originalmente construída para a Exposição Panamá-Pacífico de 1915, para exibir obras de artes. Grande parte da exposição foi demolida, mas o Palácio já era querido e foi preservado. Por um tempo, ele abrigou uma exposição de arte contínua, e durante a Grande Depressão, artistas da WPA foram contratados para substituir os decadentes murais de Robert Reidno teto da rotunda. Durante a Segunda Guerra mundial, ele serviu como deposito de caminhões e jipes. Em 1965, o Palácio foi reconstruído e a lagoa renovada.

Sentei na grama de frente à construção inspirada nos clássicos gregos e romanos para observar os patos nadando no lago, as pessoas curtindo um sol, casais de noivos e debutantes tirando fotos. Vale muito a pena a visita, pois é um lugar magnifico.

Bairro da Marina

Eu sabia que o The Palace of Fine Arts ficava no bairro da Marina, e que logo ali ficava o píer e o mar. Segui o mapa, e em cinco minutos estava no Píer da Marina. Em San Francisco é bem comum ver moradores caminhando, andando de bicicleta, patins ou patinete o tempo todo, principalmente nos dias de sol.

Depois de ficar um tempo observando a Golden Gate e San Francisco da praia da Marina, fui para o ponto de ônibus para voltar par ao Hostel.

Parque do Presídio

No caminho para o ponto, acabei encontrando, sem querer, o parque do Presídio, que é muito lindo e tem uma fonte do Yoda.  Eu já tinha lido sobre ele, mas não o tinha colocado em meu roteiro.

O parque do Presído é gigante, 5.864 hectares, e nele há fontes, restaurantes, o Museu Walt Disney (que coloquei no roteiro mas não consegui visitar rs), um Presídio, que foi base de trabalho do exército dos Estados Unidos em 1846, entre outros espaços abertos ao público.

 

Union Square

Naquela noite andei pela região da Union Square, uma praça famosa de San Francisco e rodeada por lojas de grifes, como Tiffany, Apple, Louis Viton, Gucci, entre outras que eu prefiro não entrar kkkk. Arrematei o dia experimentando o famoso Hot Dog americano de um carrinho de rua em frente à Macy’s, mas achei muito sem graça hahaha.

Tudo naquele dia me fez ver o quanto aquela viagem seria incrível. Ao vivenciar todo aquele dia, tive a certeza que havia tomada a decisão certa ao planejar a viagem e que aquele dia era apenas o começo rs.

Ahhh, tem vlog deste dia lá no canal.

Gostaram do meu relato do primeiro dia em San Francisco? o que acharam da Golden Gate? comente aqui:


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 28/04/2018

viagem dos sonhos california lary di lua

Boa noite pessoal!

Na verdade cheguei nos Estados Unidos já tem quatorze dias, mas só agora tive tempo para vir aqui falar como está sendo minha viagem. Neste momento estou no Gleanings for Hungry, uma comunidade de missionários, que enviam comida para pessoas pobres do mundo todo. Estou aqui como voluntária, ajudo durante a semana, e em troca tenho alimentação e hospedagem, além de poder treinar meu inglês.

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Saí de Goiânia no dia 12 de abril, às 11h55, e fui para o Aeroporto Internacional de Guarulhos, SP. O vôo da minha cidade até São Paulo durou 1h30, mas fiquei no Aeroporto até às 21h30, pois meu meu vôo para Los Angeles, com conexão em Detroit – Michigan, só saiu este horário. Cheguei em solo norte americano às 7h do horário de lá (uma diferença de -2h de fuso), e esta foi a primeira vez que passei por uma imigração, pois quando eu fui para Buenos Aires/AR, em 2012, eu fui de ônibus e não teve nada disso. Então eu fiquei super nervosa.

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De Goiânia a São Paulo

Quando saí do avião já fui direto para a imigração, onde respondi um formulário no toten, mas como meu recibo saiu com um X, tive que passar por um oficial. Ele perguntou para onde eu ia e como eu não havia entendido, ele começou a falar em espanhol, o que me ajudou. Mostrei as confirmações dos hotéis pelo Booking e ele perguntou umas três vezes se eu iria sozinha para Las Vegas, se eu trabalhava no Brasil, e quanto de dinheiro eu tinha. Fiquei muita nervosa, mas mostrei todos os documentos que eu tinha: passagens de avião de ida e volta, documento da casa de câmbio. Ele acabou indo com a minha cara e me desejou boas vindas.

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Em no Aeroporto de Detroit – Michigan

Da imigração, peguei minha mala e despachei ela novamente (é um “roteiro” pegar as malas e despachá-las novamente na imigração, pois vai que você não é aceita no país, sua mala não corre o risco de ir para onde você iria, mas não foi rs). Fiquei no Aeroporto de Detroit, que é imenso e tem até metrô ligando uma área a outra, até às 10h, quando o meu vôo para Los Angeles saiu. Eu havia escolhido um assento na janela para tentar ver o Grand Canyon de cima, mas já havia uma pessoa no meu lugar, que pediu para eu trocar de lugar com eles, e eu aceite :(. Ahh,

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O Aeroporto de Los Angeles é enorme também, mas fui prestando atenção no caminho, lendo as placas e assim consegui encontrar o lugar de pegar as bagagens, que é do lado de fora. De lá despachei minha bagagem novamente, pois havia comprado um vôo interno de Los Angeles para San Francisco, de onde comecei esta viagem. Ah, Los Angeles tem uma diferença de fuso horário de -4h com o Brasil, então eu cheguei lá 12h30 no horário local e saí rumo à San Francisco às 15h30, ou seja, já tinha mais de 30 horas de viagem quando cheguei no meu destino final (eu sei, eu sei, é bem confuso isso, mas no final a gente supera o jetlag hahaha).

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Chegando em San Francisco

Cheguei no Aeroporto de San Francisco às 17h40, peguei o Bart (que é um metrô que circula nas áreas mais afastadas da cidade) e fui para o meu Hostel, o Hi San Francisco Downtown. Cheguei morta de cansaço, mas tomei um banho e fui conhecer as lojas da região da Union Square.

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Aeroporto de San Francisco

Toda essa viagem eu precisei contar com a ajuda do Google Tradutor, prestar atenção nas placas e pedir ajuda às pessoas, foi difícil, mas não impossível. Ahhh, enquanto um post novo sobre essa viagem não sai, vai acompanhando pelo Youtube, estou postando vlogs diários. 🙂

 


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