Por Di Lua, sobre Uncategorized
Dia 30/05/2011
         Com o Jonh eu vinha tentando fazer diferente, não me precipitei, deixei as coisas rolarem. Tudo ia bem, eu, ele, o vento, o sorriso, a vida. 
          E agora estávamos ali, naquele momento, nosso momento. Jonh me olhava, porém, não era com os olhos, era com a alma, e eu podia ver o que se passava nela. Todo esse tempo juntos me possibilitou enxerga-lo, e acredito que ele também conseguia me ver, decifrar.
         Ele começou a falar, na verdade ele estava gaguejando. Jonh tentava, mas não conseguia esconder o seu nervosismo. Eu já não estava entendendo o que se passava,  e foi aí que ele fez o pedido. O tempo parou, era algo que eu queria, mas para mim foi uma surpresa. Mais uma vez Jonh conseguia me surpreender. E a única coisa que pedi as estrelas, foi que fosse eterno enquanto durasse, ao responder sim.

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Dia 03/02/2011

Como ele sabia me fazer rir. Jonh estava ficando bom nisso.
Todos os dias íamos ver o por-do-sol, e ficávamos horas falando dos nossos desejos, de nossos sonhos , da vida. Ele me alegrava, ele tirava o melhor de mim, meu sorriso era verdadeiro, e  o dele também. Eu vivia um sonho do qual nunca ia querer acordar. Ele já estava se tornando parte de mim, mesmo que eu quisesse, não poderia mais fugir do seu sorriso, do seu abraço, de seus beijos.


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Dia 23/01/2011

Jonh resolveu parar o carro perto de um bosque, desci e fui andando na frente. Me deparei com um riacho, o qual me fez perder em pensamentos.
Talvez eu estivesse a ponto de quebrar a cara novamente, pois tudo estava acontecendo muito rápido, afinal eu tinha conhecido ele a menos de uma semana.Mas ai, senti a brisa, e percebi que tudo não passava de paranóia, e o que valia era sentir o prazer da aventura.

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