Por Di Lua, sobre Uncategorized
Dia 17/10/2010

Foto retirada do site Weheartit

Desde os tempos mais remotos, quando se fala em romântico, imediatamente a palavra é associada em amor e corações. Há pessoas que são, as que fingem não ser, e as que não são, fato. No meu caso, apesar de as vezes não expressar tanto, sou muito romântica, daquelas que não pode ver um filme mais meloso, que já fica meio derretida.

As vezes passeando pelo YouTube, vejo alguns pedidos de namoros, na maioria das vezes feito por adolescentes, e vou confessar acho lindo, e fico imaginando se alguém um dia fará isso por mim. Falo isso não por que ninguém me ame, mas alguém que eu também ame, tipo amor mútuo. As coisas pioram em vésperas do Dia dos Namorados, existe época mais melosa que essa? Quem passa essa data acompanhado, claro é ótimo, mas para quem passa sozinho pode não ser.

Voltando ao romantismo, é tão lindo ver os olhos de alguém brilhar ao receber uma carta de amor, uma declaração em frente toda a sala de aula, ou do serviço, e até mesmo as mais extravagantes como faixas na rua expressando os sentimentos pela pessoa querida. Ao mesmo tempo, é tão bom ouvir a amiga contando como o namorado se declarou, mesmo estando no ambiente de trabalho, você fica feliz por sentir a felicidade dela.

Só que atualmente, cenas românticas na vida real estão se extinguindo. Em parte, as inovações tecnológicas, e principalmente a internet esta acabando lentamente com o romantismo. Os mais desligados nem ligam mais para isso, como se fosse normal ter um relacionamento virtual.

E pensando nisso, percebi que o romantismo pode ser expresso pelas coisas mais simples que a pessoa amada faz. Lembrei de como é legal receber uma carta de amor, algo papável que se pode guardar em uma caixa de recordações e daqui algum tempo rele-lá. Mas pode ser DPAs (Demonstrações Públicas de Afetos), como quando o seu namorado te espera na saída da escola, ou quando ele passa enfrente sua sala só para te ver, e a turma e até mesmo os professores ficam fazendo piadinha, e se você for como eu, cora todinha, mas no fundo ama aquilo. Ah aquilo era tão bom …

É tão triste pensar, e sentir que isto esta se acabando. Talvez se o romântico moderno resgatar a moda antiga, o romantismo não fique tão desfasado, mas se ele caminhar só para a modernidade, as novas gerações se casaram via messenger, ou no estilo do filme Flubber, onde o personagem do Robin Williams se casa por meio de uma tela.


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Dia 25/08/2010
Quando criança aprendi que se pode sonhar com um mundo melhor, com a paz mundial e com o príncipe encantado, enfim todos sonhos são realizados. Com o tempo fui vendo que não é bem assim, as coisas não são fáceis, e os obstáculos são grandes.
Eu cresci , e os meus sonhos também. Muitos eu deixei para trás por medo do fracasso, e por poucos eu me arrisquei. Ter um sonho é buscar por algo, viver intensamente para que aquilo que vai te fazer bem seja realizado. Sonhos possíveis e impossíveis já tive vários.
Há sonhos que ficam adormecidos, outros rejeitados. Hoje fico feliz por não ter desistido de um, que por pouco não seria realizado. Acho que tinha uns 13 anos quando pensei em ser Jornalista, isso porque queria entrevistar meus ídolos. O tempo foi passando e esse meu desejo foi firmando. Chegou o tempo do vestibular, muitas vezes pensei em fazer outro curso, mas vi que o Jornalismo era minha única opção. Confesso que quando começou a faculdade, quase desisti, pensei que aquilo era uma grande ilusão, mas ai resolvi cursar pelo menos um tempo para tirar a prova. Estou no 4º período do curso, e vejo que valeu muito a pena ter insistido nesse sonho que falta pouco para concretizar-se.
Ainda tenho muitos sonhos e sei que com o tempo muitos surgiram. E é essa busca incessante que me faz viver.
“O que é a vida sem um sonho?” ( Edmond Rostand)



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Dia 18/06/2010
Andando pela feira, vi todo tipo de invenção, mas apenas uma me chamou tanta atenção. Era uma maquina grande, parecida com aquelas de teletransporte dos filmes de ficção ciêntifica, ao lado dela tinha uma placa escrita ” Máquina do Amor Perfeito”. Os criadores explicaram que ela criava uma “alma gêmea” a partir das combinações, físicas e psicológicas, da pessoa que a tivesse usando. Eles distribuíram senha para quem tivesse interessado em testar a máquina, e logo eu estava indo fazer a minha combinação.
O painel era cheio de teclas, onde se podia escolher desde cor dos olhos á defeitos que a pessoa teria. Comecei pela parte física, olhos e cabelos claros, mas tinha uma exceção, cabelos pretos com olhos azuis, existe combinação mais perfeita que essa? Magro ( não gosto de bombadões) e alto, aliás maior que eu já esta bom.
Resolvi passar para a teclas psicológicas. Tinha que ser uma pessoa legal, responsável, verdadeira, romântica, sincera, que gostava de ouvir rock, passear no parque, ir no cinema, de Harry Potter e de dançar forró aos sábados. Ele tinha que ser inteligente, saber cozinhar e me entender com o olhar.
Mas ai comecei a ter reflexos, na verdade, me perdi eu meus pensamentos. Para quer eu iria querer alguém tão perfeito? ele não teria nenhum defeito, ia gostar das mesmas coisas que eu, ia ser uma rotina sem fim, uma relação que logo ficaria sem graça e monótona. Cadê a obra do destino, ou do acaso? eu não teria esse gostinho, o gostinho do novo.
Apertei o STOP, peguei minha bolsa e fui tomar café. E se eu tivesse sorte, eu poderia encontrar alguém legal e real.
obs.: Texto para Blorkutando

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