Por Di Lua, sobre Cinema, Uncategorized
Dia 18/08/2013
Se estivesse vivo, Patrick Swayze completaria 61 anos hoje ( 18/08/1952). Patrick que nasceu em Houston, EUA, foi ator, dançarino, cantor e compositor. A sua filmografia é extensa, mas se destacou em Ghost Ghost: Do Outro Lado da Vida), Dirty Dancing ( Dirty Dancing – Ritmo quente), Donnie Darko, Point Break ( Caçadores de Emoção) e Steel Dawn ( Crepúsculo de Aço). Patrick faleceu em 14 de setembro de 2009, aos 57 anos, em consequência de um câncer pancreático.
No papel do instrutor de dança Johnny Castle, Patrick ficou conhecido com o filme Dirty Dancing em 1087. Na trilha sonora, “She’s Like The Wind” recebeu diversos prêmios e foi cantada e co-escrita por ele. Em 1990, Patrick se consagrou como protagonista de “Ghost”. No filme, interpretrou Sam, um homem assassinado que tentava se comunicar com sua mulher ( Demi Moore) através de uma médium (Whoopi Goldberg) e tirá-la do perigo. Em 1991 foi eleito o homem mais sexy do mundo pela revista ‘People”. 


  


Por Di Lua, sobre Cinema, Uncategorized
Dia 19/06/2013

Sinopse: Em virtude de terem cometido pequenos delitos, cinco adolescentes são confinados no colégio em um sábado, com a tarefa de escrever uma redação de mil palavras sobre o que pensam de si mesmos. Apesar de serem pessoas completamente diferentes, enquanto o dia transcorre eles passam a aceitar uns aos outros, fazem várias confissões e tornam-se amigos.
Clube dos Cinco retrata os adolescentes e seus dilemas, e na minha opinião mostra aquilo que Jean Jacques Rousseau já falava: o meio condiciona as pessoas. Acredito que muitas vezes e principalmente na adolescência vivemos uma vida de acordo com o desejo de nossos pais, e isso perdura até tomarmos consciência disso e adquirir outras experiências. Os personagens são diferentes e cada um tem seu problema, no decorrer do dia e do filme eles vão se identificando e percebem que o problema do outro determina sua personalidade e é tão complexo quanto ao seu.

Por Di Lua, sobre Cinema
Dia 23/05/2013

Quase famosos ( Almost Famous) é um filme diferente dos demais dedicados ao rock, ao invés de centrar a historia na decadência moral causada pelas drogas e em dramas pessoais, o filme do diretor Cameron Crowe encanta por ser uma homenagem do período musical retratado, final dos anos 70 e o inicio dos anos 80. O filme conta a história de William Miller (Patrick Fugit) de 15 anos que acompanha a turnê da banda Stillwater pelos Estados Unidos. O roteiro é baseado na experiência de Crowe como repórter da Rolling Stone. A trilha sonora é impecável, uma marca do cineasta , são músicas que casam perfeitamente com a narrativa, com destaque para a trilha do ônibus. Após passar a noite em uma festa regada a LSD, o guitarrista Russell Hammond (Billy Crudup) é levado por seu empresario ao ônibus da banda, onde o clima pesado aos poucos dá lugar a harmonia de seus ocupantes, que fazem as pazes cantando Tiny Dancer de Elton John. Quase Famosos é uma viagem fantástica à uma era perdida do rock.”

Por Jota Junior
Eu sempre fui fascinada por esse lado do rock, o início da banda, a vida dentro do ônibus, a fase antes do sucesso, as groupies. Quase Famosos mostra esse lado, e quando você percebe já está apaixonado pela história, pela Penny Lane (Kate Hudson) e/ou pela experiência que eles estão vivendo ( e aqui não me refiro a parte das drogas e outros excessos, mas sim da questão da aventura e do cenário musical da época). E o interessante, é que muitas coisas no filme são baseados na realidade como a própria Penny que realmente existiu, e foi uma das primeiras paixões de Crowe em sua juventude; a banda fictícia Stillwater é uma mistura de três grupos que Crowe adorava: Led Zeppelin, The Allman Brothers Band e Lynyrd Skynyrd; A cena em que o guitarrista Russell Hammond, após tomar LSD grita em cima de um telhado “Eu sou um deus dourado” foi protagonizada na verdade por Robert Plant, cantor do Led Zeppelin, no topo de um hotel de Los Angeles; O personagem interpretado por Phillip Seymour Hoffman também é verídico: o crítico Lester Bangs, que faleceu em 1982, e é considerado até hoje como um dos “papas” do jornalismo musical estadunidense.

William Miller

 

Sttiwalter e as groupies
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