Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 26/12/2017

Esse ano eu fiz vários viagens dentro do meu estado e fora também, e, em clima de retrospectiva, resolvi fazer este post nomeando os melhores lugares que conheci em 2017, confira:

Cachoeira Santa Bárbara  – Cavalcante/GO

No mês de abril fui para Cavalcante/GO, cidade que abriga parte da Chapada dos Veadeiros, e onde está localizada a Cachoeira Santa Bárbara, a qual eu era doida para conhecer. Para chegar até a cachoeira, fomos de onibus até o Engenho Velho II, e de lá seguimos a pé por 6km. A caminhada é cansativa e longa, mas vale a pena chegar na Cachoeira Santa Bárbara e tomar um banho gelado em suas águas cristalinas com um tom lindo de azul, que me encantou tanto e está entre os melhores lugares que conhecei este ano. O lado chato é que, devido ao número de pessoas, cada grupo só pode ficar no local durante 1h. Se você puder, vá fora de temporada (férias de janeiro e julho) e feriados.

 

Capitólio/MG

A Rainha dos Lagos, como Capitólio é conhecida, tem feito parte do roteiro de vários turistas brasileiros. A cidade, localizada a km de Belo Horizonte, tem opções de passeios para toda a família, desde passeio de lancha entre os cânions formado pelas águas da Hidrelétrica de Furnas, até rapel em cachoeiras. Eu não tive muita sorte na minha visita à cidade, pois havia me programado para passar duas noites e um dia na cidade, e durante o dia foi só chuva. Mas, ainda assim, consegui ir ao Mirante do Cânion e me encantar com algo tão lindo, e por isso Capitólio é um dos melhores lugares que conheci este ano.

Hotel Tauá – Araxá/MG

Eu nunca tinha entrado em um Hotel tão grande e lindo como o Tauá, localizado em Araxá/MG. As Termas de Araxá e a Fonte Dona Bejá, dois pontos turísticos araxaenses, estão localizados nas propriedades do Hotel, por isso é inevitável ir ao locar e se encantar com sua imponência. Além dos banhos de lama, relaxantes e radioativos, os turistas podem fazer um tour no Hotel. Durante a visita guiada, a historia do Barreiro, bem como a história do Hotel Tauá são esclarecidas, além do visitante conhecer vários salões importantes do local. Eu amei a visita e recomendo à todos que forem à Araxá.

E você, conheceu algum lugar legal este ano? comente aqui:


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 23/11/2017

Vai para Araxá-MG e não sabe o que fazer na cidade? nest post eu falo dos pontos turísticos que visitei durante minha viagem para lá. Alguns não foram citados aqui pois estavam fechados para reformas. No próximo post eu vou falar só do meu tour pelo Hotel Tauá e pelo Complexo Barreiro, por isso não estão listados aqui.

 

Horizonte Perdido

O Horizonte Perdido está localizado na Serra da Bocaina em uma altitude de 1350 metros, a 25km do Centro de Araxá/MG (do trevo do Barreiro pegue a BR 146, sentido Franca, até o trevo de Tapira. Siga até o km 2, e entre na estrada de terra a esquerda) em uma Fazenda, chamada Pirapetinga. O ponto foi descoberto em 1993 pelos praticantes de voo livre como sendo um lugar ideial para a prática do esporte. No local, com vista de 360 graus para as serras da Canastra e Bocaina, há dois restaurantes com vistas panorâmica.

Fomos no local na sexta pela manhã e por causa da altitude estava muito frio e infelizmente nenhum dos restaurantes estavam abertos. Por isso ficamos pouco tempo no local, tiramos fotos e voltamos para Araxá. Pelo que vi na internet lá ainda tem sim a prática de Parapente, mas em dias específicos e acredito que os restaurantes devem funcionar em meses de férias.

 

Memorial da Cidade de Araxá

O Memorial de Araxá é um museu que conta a história da cidade por meio de artefatos pessoais (instrumentos musicais, livros, roupas, fotos, etc) de 180 araxaenses que contribuíram para a história dela. O Museu está localizado na Avenida Antonio Carlos, Nº16, em um casarão construído na metade do século XIX e que pertenceu a família do maestro Elias Porfírio de Azevedo. A entrada no Museu custa R$5 e com ela você também pode entrar no Museu Calmon Barreto, Dona Beja e Museu de Arte Sacra (estes dois últimos estavam fechados para reforma).

 

 

Museu Calmon Barreto

Localizado na Rua Dr. Franklin de Castro, 160, no Centro da cidade, o Museu Calmon Barreto foi criado em 1996 para abrigar e divulgar a obra do desenhista, pintor, escultor, gravador e escritor Calmon Barreto. O acervo do Museu possuí mais de 300 ítens e é o museu com o maior número de obrar de um único artista.

O passeio é de lei para quem gosta de arte e quer conhecer a história de Araxá por um outro ponto de vista. No primeiro piso tem quadros e esculturas sobre a cidade e a relação do artista com ela. No segundo piso há pinturas e desenhos praianos, que foram feitos quando Calmon morou em Cabo Frio, Rio de Janeiro.

 

Antiga Estação Ferroviária

A “Antiga Estação Ferroviária” de Araxá também está localizada no Centro, na Avenida Getúlio Vargas, 764 e hoje faz parte da Fundação Cultural Calmon Barreto, e sua função é preservar o acervo histórico da cidade e promover a cultura, com concertos, exposições, peças de teatro, entre outros. No local também funciona um atelier de tear.

A Estação Ferroviária foi construída entre 1922 e 1926, mas parou de funcionar em 1978. A construção possui elementos clássicos (colunas da Ordem Toscana e Cornijas) misturados com elementos de Art Nouveau (porta de ferro) e Rococó (balaústres no telhado e vasos ornamentais na escadaria)*.

Visitamos a estação no sábado pela manhã e ficamos encatados com a oficina de tear. A moça que trabalha lá nos mostrou um pouco como o tear é feito e falou do atêlie.

Árvore dos Enforcados

Localizada no alto da cidade, a Árvore dos Enforcados simbolizava a cultura negra em Araxá, pois segundo as lendas, dois escravos foram enforcados na páu de óleo em meados do século XIX após serem condenados, em júri, pela morte do senhor. Moradores diziam que a árvore chorava e, assim, acabou virando símbolo da cultura negra.

A árvore, de 200 anos, morreu em janeiro de 2011 de causas naturais.

Quer ver este post em vídeo? corre lá no canal que fiz um vlog só com os pontos turísticos de Araxá.

*Com informações do blog Sorriso da Gioconda 

Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 08/09/2017

Para aproveitar o feriado da Independência do Brasil, decidimos (eu, minha mãe, meu irmão e uma amiga nossa) ir para o Salto Corumbá, a apenas 115km de Goiânia. A atração turística está localizada em Corumbá de Goiás às margens do Rio de mesmo nome, Corumbá. E mesmo sendo tão pertinho de Goiânia, fazia 16 anos que eu não ia lá (a primeira e última vez que fui lá eu tinha 10 anos rs).

Saímos às 8h40 de Goiânia, e às 9h50 chegamos no Salto Corumbá. Lá, pagamos R$42 reais para passar o dia, em dias normais a entrada costuma ser R$35. A entrada estava um pouco tumultuada, por causa do feriado, mas entramos no complexo e logo eu consegui estacionar. Aproveitamos para ir direto ao Salto Corumbá.

O Salto Corumbá está localizado no complexo de mesmo nome, onde há também mais seis cachoeiras, grutas, tobogãs, área para camping, piscinas, pousadas, além de esportes radicais, como tirolesa e rapel.

Cachoeira do Salto Corumbá

 

A caminhada até o Salto Corumbá pela trilha principal é rápida, cerca de 25 minutos, mas é puxada: muitas subidas em pedras e íngreme. Mesmo tendo pega-mão no caminho e alguns lugares com “escada” achei bem difícil e em alguns lugares tive que me apoiar nas pedras . Mas o sacrifício vale a pena: a vista do Salto Corumbá, com seus 50 metros de queda, é incrível. A água estava gelada, assim como na maioria das cachoeiras goianas, e, mesmo neste calor de setembro, eu não animei a entrar.

Cachoeira Poço Rico

 

Do Salto Corumbá pegamos a trilha para voltar para o complexo e seguimos para a Cachoeira Poço Rico, que é formada pela água que caí da Cachoeira do Salto Corumbá. Nela eu entrei na água, que estava congelante.

Após um bom tempo nos refrescando na água gelada, voltamos para a parte principal do complexo e fomos almoçar. O restaurante é a quilo (R$ 33) e tem aquele clima de fazenda. Após o almoço, descansamos em uma sombra e depois fomos para a piscina.

Por volta das 16h, eu e meu irmão seguimos para o Poço da Gruta, que é famoso por suas águas geladas (15ºC) e coloração esverdeada. Contudo, por ser um espaço pequeno, a visitação é feita por uma espécie de revezamento: vai um grupo de 20 pessoas e quando este grupo está voltando, o outro grupo vai. Nos seríamos o segundo grupo, ou seja, esperaríamos cerca de 45 minutos. Então decidimos voltar e sair mais cedo do Salto Corumbá e passar na cidade.

Corumbá de Goiás

Corumbá de Goiás é uma cidade antiga, fundada em 1730, e até hoje conserva seus traços coloniais, com casarões construídos na época das bandeiras. Quando estávamos indo para o Salto, descobrimos que a cidade estava em festa, bandeiras espalhadas pela rodovia avisava que as batalhas entre mouros e cristãos seriam mais uma vez revividas. As Cavalhadas, festa tradicional da cidade, teve início no século 18.

Como nosso passeio foi programado de última hora, fomos apenas à parte histórica da cidade, tomada por barracas de roupas e comidas (por causa da festa), e do alto da Igreja Nossa Senhora da Penha de França vimos os cavalheiros entrar na arena (assista ao vlog).

Foi um dia incrível, mas que passou bem rápido.

Assista ao vlog Salto Corumbá aqui.

Você já conhece o Salto Corumbá? ficou com vontade de conhecer ? comente aqui:


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