Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 27/05/2018

Meus planos para o segundo dia em San Francisco foram todos alterados na noite anterior, isso porque uma velha conhecida de infância, a Ana Paula, viu que eu estava em San Francisco e me mandou mensagem para a gente se encontrar. Assim, no domingo ela foi me buscar no Hostel e fomos direto para Sausalito, cidade localizada na Baía de San Francisco, no condado de Marin, e no extremo norte da Golden Gate. Ou seja, para chegar em Sausalito é necessário passar pela Golden Gate, então imaginem a minha emoção hahaha.

Sausalito

Assim que você termina de atravessar a Golden Gate, você já começa a ver as casinhas no morro que circunda Sausalito. Estacionamos no carro e fomos ao Píer de Sausalito, onde havia várias casas flutuantes ou casas barco. Com o fim da Segunda Guerra Mundial, barcos velhos abandonados foram apropriados e transformados em casas. Neste local havia muitas, umas lindas e outras nem tanto. A que mais me chamou a atenção foi uma que parecia o Taj Mahal hahaha.

 

LightHouse Point Bonita

Andamos por algumas ruas de Sausalito e fomos para o LightHouse Point Bonita, um farol antigo que fica em Marin Headlands. O primeiro farol tinha 17 metros, contudo, muitas vezes a luz era encoberta pela neblina e não podia ser vista do mar. Assim, em 1877, ele foi movido para sua localização atual. Para chegar ao farol, é preciso passar dentro de um túnel no morro e depois por uma ponte suspensa sobre o mar. A vista do Farol é incrível e por isso vale muito a pena a visita, mas se prepara: venta e faz muito frio. Ahh, o LightHouse Point Bonita só é aberto aos sábados, domingos e segundas-feiras, de 12h30 – 15h30.

No caminho da volta, paramos em um “vista point” da Golden Gate em Marin Headlands, que dá para ver a ponte do alto. Vale muito a pena a parada, se você tiver nessa região ou tiver ido no LightHouse Point Bonita.

Saímos de lá e fomos para o In-N-Out Burguer, uma rede de fast food californiana e que os combos custam a partir de $8, da região do Fisherman Wharf. Os hambúrgueres são uma delícia e servem muitooo bem. Andamos pela região do Fisherman Wharf, entramos em algumas lojas, mas quando começou a chover corremos para o carro e a Ana me deixou no Hostel.

 

Ahh, o vlog deste segundo dia em San Francisco está aqui!

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Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 22/05/2018

No meu primeiro dia em San Francisco,14 de maio, tomei o café da manhã do Hostel em que me hospedei, o Hi San Francisco Downtown e fui ao Centro de Informação ao Turista, que fica em frente à estação de metrô da Powell. Fui lá para comprar um MuniPass de três dias e aproveitei para perguntar como eu fazia para chegar à Golden Gate Bridge de ônibus. Ela me deu uma mapa que mostrava todas as ruas de San Francisco e o número dos ônibus que passavam nestas ruas. Para ir à Golden Gate Vista Point, ela me mostrou no mapa que eu precisava pegar o ônibus 05 até o Golden Gate Park e lá eu pegava o ônibus 28 que ia para a Ponte.

*Atenção: Há a região em baixo da Golden Gate Bridge, cujo alguns pontos são o Golden Gate Vista Point, Crissy Field, e existe o Golden Gate Park, que é um parque longe da Golden Gate, cuidado para não confundir.

Durante toda a minha estada em San Francisco eu não me desgrudava desse mapa, pois assim que eu entrava em um ônibus já olhava próximo a qual rua eu deveria descer e ia olhando o nome das ruas nas placas para não descer no lugar errado.

Muni Pass:

O Muni Pass é o passe da rede de transportes Muni, que atua em San Francisco com ônibus, metrô e o bondinho (cable car). Eles tem várias opções de passes para moradores, estudantes, pessoas da terceira idade e visitantes (turistas). Para os visitantes, há três opções de Muni Pass: de um dia, três ou sete dias. Comprei o passe de três dias, no valor de $33, e assim eu pude andar de transporte público (metrô, ônibus e bondinho) durante o dia todo sem me preocupar. Este passe vale muito a pena, principalmente se levar em consideração que o estacionamento em San Francisco é muito caro e não dá para andar à pé em longos percursos, pois a cidade é cheia de ladeira.

Golden Gate

Fiquei tão emocionada quando vi aquela imensa ponte vermelha, eu esperei anos por aquela imagem e ela estava ali, linda e imponente na minha frente. Naquele dia, apesar do vento gelado, o sol estava alto e a paisagem mais linda ainda. Fiquei um tempo admirando a Golden Gate, depois foi ao Centro de Visitante que funciona ali, li algumas placas que contam a história da ponte e depois segui a pé para a ponte. Não iria cruzá-la a pé, acho que é impossível, pois ela tem 2.737 m (2,7km), mas andei uns 5 minutos sobre ela e voltei. No pé da Golden Gate, do lado de San Francisco, há um forte militar (Fort Point) que foi concluído pouco tempo antes da Guerra Civil dos Estados Unidos pelo Exército norte americano,  para defender a Baía de São Francisco contra navios de guerra.

A Golden Gate começou a ser construída em 1933 e foi concluída em 1937. A ideia surgiu após o terremoto de 1906, San Francisco passava por um período de ascensão econômica e era necessário conectá-la as regiões vizinhas para o desenvolver as cidades ao redor da Baiá de San Francisco. A ideia da ponte, que surgiu pela primeira vez num artigo do jornalista James Wilkins em 1916, representava um grande desafio, pois a região escolhida já era conhecida pelas forte correnteza e fortes ventos.

Dá para ver a Golden Gate de várias partes da cidade e não só no Golden Gate Vista Point e cada lugar tem sua particularidade e beleza.

The Palace of Fine Arts

Comi uns snacks, enchi minha garrafinha de água e fui para o ponto de ônibus esperar o 28 para ir para o The Palace of Fine Arts, uma estrutura originalmente construída para a Exposição Panamá-Pacífico de 1915, para exibir obras de artes. Grande parte da exposição foi demolida, mas o Palácio já era querido e foi preservado. Por um tempo, ele abrigou uma exposição de arte contínua, e durante a Grande Depressão, artistas da WPA foram contratados para substituir os decadentes murais de Robert Reidno teto da rotunda. Durante a Segunda Guerra mundial, ele serviu como deposito de caminhões e jipes. Em 1965, o Palácio foi reconstruído e a lagoa renovada.

Sentei na grama de frente à construção inspirada nos clássicos gregos e romanos para observar os patos nadando no lago, as pessoas curtindo um sol, casais de noivos e debutantes tirando fotos. Vale muito a pena a visita, pois é um lugar magnifico.

Bairro da Marina

Eu sabia que o The Palace of Fine Arts ficava no bairro da Marina, e que logo ali ficava o píer e o mar. Segui o mapa, e em cinco minutos estava no Píer da Marina. Em San Francisco é bem comum ver moradores caminhando, andando de bicicleta, patins ou patinete o tempo todo, principalmente nos dias de sol.

Depois de ficar um tempo observando a Golden Gate e San Francisco da praia da Marina, fui para o ponto de ônibus para voltar par ao Hostel.

Parque do Presídio

No caminho para o ponto, acabei encontrando, sem querer, o parque do Presídio, que é muito lindo e tem uma fonte do Yoda.  Eu já tinha lido sobre ele, mas não o tinha colocado em meu roteiro.

O parque do Presído é gigante, 5.864 hectares, e nele há fontes, restaurantes, o Museu Walt Disney (que coloquei no roteiro mas não consegui visitar rs), um Presídio, que foi base de trabalho do exército dos Estados Unidos em 1846, entre outros espaços abertos ao público.

 

Union Square

Naquela noite andei pela região da Union Square, uma praça famosa de San Francisco e rodeada por lojas de grifes, como Tiffany, Apple, Louis Viton, Gucci, entre outras que eu prefiro não entrar kkkk. Arrematei o dia experimentando o famoso Hot Dog americano de um carrinho de rua em frente à Macy’s, mas achei muito sem graça hahaha.

Tudo naquele dia me fez ver o quanto aquela viagem seria incrível. Ao vivenciar todo aquele dia, tive a certeza que havia tomada a decisão certa ao planejar a viagem e que aquele dia era apenas o começo rs.

Ahhh, tem vlog deste dia lá no canal.

Gostaram do meu relato do primeiro dia em San Francisco? o que acharam da Golden Gate? comente aqui:


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 13/03/2018

Imagem Ilustrativa | Reprodução Freepik.com

Daqui a exatamente um mês desembarcarei no lugar que sonho em conhecer desde os meus sete, oito anos. Apesar de não ser uma viagem impossível, eu sempre coloquei outras coisas na frente dessa viagem: aniversário de 15 anos, faculdade, festa de formatura, arrumar um emprego na minha área, relacionamento, juntar dinheiro para comprar minha casa, entre outros. E a viagem sempre ia ficando para depois.

A parte complicada dessa minha viagem dos sonhos é que ela envolve uma série de coisas: quero visitar várias cidades deste país, não falo a língua local, quero ficar muitos dias, quero conhecer diversos lugares, e para ficar muitos dias é necessário muito dinheiro hahaha. Por muito tempo pensei em fazer o intercâmbio, mas um intercâmbio para lá ficava caro. Decidi então fazer um intercâmbio de seis meses em outro país, em outro continente. Pesquisei bastante e já estava quase fechando quando me veio o seguinte pensamento: “Vou conhecer vários lugares lindos, lugares que nunca imaginei conhecer, voltarei cheia de experiências e histórias, mas ainda sim essa não é a viagem que sonho há tanto tempo. E como gastarei bastante dinheiro no intercâmbio, precisarei adiá-la por mais um tempo ”. E foi aí que em menos de cinco segundos decidi que iria fazer minha viagem dos sonhos, mesmo que por um período curto, mesmo que não exatamente como eu sempre planejei.

Minha viagem dos sonhos

E aí comecei a pesquisar sobre os lugares que queria conhecer, documentos necessários, passaporte, passagens, hotéis, etc. De novembro a dezembro eu já tinha a ideia de que realizaria essa viagem entre abril e maio (mês do meu aniversário), mas nem passagem eu tinha comprado ainda. Como eu não queria que essa viagem dos sonhos fosse adiada por mais tempo, passei  a monitorar os sites de passagens aéreas em busca de um preço mais baixo. Como eu pensava em ir para diferentes cidades, queria encontrar passagens em que eu chegava em uma cidade e voltava de outra, mas todos as passagens estavam saindo por mais de R$4000,00, o que ficaria um pouco puxado para o meu orçamento.

 

Imagem Ilustrativa

Depois de muito pesquisar decidi comprar uma passagem de ida e volta para o mesmo destino, que custou R$2109,00 com o valor das taxas já incluso. Não foi tão barata, mas foi ok rs. Com as passagens compradas, já não havia mais como desistir. Então comecei a traçar roteiros (que eu mostrarei aqui no blog e no canal detalhadamente), pesquisar hotéis, passeios, entre outros.

Minha viagem dos sonhos terá 32 dias e começa no dia 12 de abril, quando embarcarei em Goiânia com destino a São Paulo para pegar meu primeiro voo internacional (fui de ônibus para Buenos Aires). Desses 32 dias, 15 serei voluntaria em uma fazenda que faz comida para necessitados do mundo todo. Ou seja, será uma viagem de turismo, mas também de voluntariado. E o mais incrível disso tudo é que estou indo SOZINHA!

Como eu compartilho toda a minha vida aqui no blog, com essa viagem não será diferente. A partir de hoje contarei como foi o processo de pesquisa de passagens, escolha de hotéis/hosteis, explicarei como será esse voluntariado, mostrarei meus passeios, dividirei dicas e dúvidas, entre outros. Inclusive, já estou mostrando como eu me organizei em relação a roteiros lá no meu instagram (já me segue lá para não perder nada).

E faltando apenas um mês para eu viajar, estou sentindo um misto de felicidade e medo, mas tenho certeza que será incrível.

Saiba mais sobre essa viagem neste vídeo aqui.

E vocês, também tem uma viagem dos sonhos? Qual é a sua? Arrisca dizer para onde vou?


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 26/12/2017

Esse ano eu fiz vários viagens dentro do meu estado e fora também, e, em clima de retrospectiva, resolvi fazer este post nomeando os melhores lugares que conheci em 2017, confira:

Cachoeira Santa Bárbara  – Cavalcante/GO

No mês de abril fui para Cavalcante/GO, cidade que abriga parte da Chapada dos Veadeiros, e onde está localizada a Cachoeira Santa Bárbara, a qual eu era doida para conhecer. Para chegar até a cachoeira, fomos de onibus até o Engenho Velho II, e de lá seguimos a pé por 6km. A caminhada é cansativa e longa, mas vale a pena chegar na Cachoeira Santa Bárbara e tomar um banho gelado em suas águas cristalinas com um tom lindo de azul, que me encantou tanto e está entre os melhores lugares que conhecei este ano. O lado chato é que, devido ao número de pessoas, cada grupo só pode ficar no local durante 1h. Se você puder, vá fora de temporada (férias de janeiro e julho) e feriados.

 

Capitólio/MG

A Rainha dos Lagos, como Capitólio é conhecida, tem feito parte do roteiro de vários turistas brasileiros. A cidade, localizada a km de Belo Horizonte, tem opções de passeios para toda a família, desde passeio de lancha entre os cânions formado pelas águas da Hidrelétrica de Furnas, até rapel em cachoeiras. Eu não tive muita sorte na minha visita à cidade, pois havia me programado para passar duas noites e um dia na cidade, e durante o dia foi só chuva. Mas, ainda assim, consegui ir ao Mirante do Cânion e me encantar com algo tão lindo, e por isso Capitólio é um dos melhores lugares que conheci este ano.

Hotel Tauá – Araxá/MG

Eu nunca tinha entrado em um Hotel tão grande e lindo como o Tauá, localizado em Araxá/MG. As Termas de Araxá e a Fonte Dona Bejá, dois pontos turísticos araxaenses, estão localizados nas propriedades do Hotel, por isso é inevitável ir ao locar e se encantar com sua imponência. Além dos banhos de lama, relaxantes e radioativos, os turistas podem fazer um tour no Hotel. Durante a visita guiada, a historia do Barreiro, bem como a história do Hotel Tauá são esclarecidas, além do visitante conhecer vários salões importantes do local. Eu amei a visita e recomendo à todos que forem à Araxá.

E você, conheceu algum lugar legal este ano? comente aqui:


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