Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 08/09/2017

Para aproveitar o feriado da Independência do Brasil, decidimos (eu, minha mãe, meu irmão e uma amiga nossa) ir para o Salto Corumbá, a apenas 115km de Goiânia. A atração turística está localizada em Corumbá de Goiás às margens do Rio de mesmo nome, Corumbá. E mesmo sendo tão pertinho de Goiânia, fazia 16 anos que eu não ia lá (a primeira e última vez que fui lá eu tinha 10 anos rs).

Saímos às 8h40 de Goiânia, e às 9h50 chegamos no Salto Corumbá. Lá, pagamos R$42 reais para passar o dia, em dias normais a entrada costuma ser R$35. A entrada estava um pouco tumultuada, por causa do feriado, mas entramos no complexo e logo eu consegui estacionar. Aproveitamos para ir direto ao Salto Corumbá.

O Salto Corumbá está localizado no complexo de mesmo nome, onde há também mais seis cachoeiras, grutas, tobogãs, área para camping, piscinas, pousadas, além de esportes radicais, como tirolesa e rapel.

Cachoeira do Salto Corumbá

 

A caminhada até o Salto Corumbá pela trilha principal é rápida, cerca de 25 minutos, mas é puxada: muitas subidas em pedras e íngreme. Mesmo tendo pega-mão no caminho e alguns lugares com “escada” achei bem difícil e em alguns lugares tive que me apoiar nas pedras . Mas o sacrifício vale a pena: a vista do Salto Corumbá, com seus 50 metros de queda, é incrível. A água estava gelada, assim como na maioria das cachoeiras goianas, e, mesmo neste calor de setembro, eu não animei a entrar.

Cachoeira Poço Rico

 

Do Salto Corumbá pegamos a trilha para voltar para o complexo e seguimos para a Cachoeira Poço Rico, que é formada pela água que caí da Cachoeira do Salto Corumbá. Nela eu entrei na água, que estava congelante.

Após um bom tempo nos refrescando na água gelada, voltamos para a parte principal do complexo e fomos almoçar. O restaurante é a quilo (R$ 33) e tem aquele clima de fazenda. Após o almoço, descansamos em uma sombra e depois fomos para a piscina.

Por volta das 16h, eu e meu irmão seguimos para o Poço da Gruta, que é famoso por suas águas geladas (15ºC) e coloração esverdeada. Contudo, por ser um espaço pequeno, a visitação é feita por uma espécie de revezamento: vai um grupo de 20 pessoas e quando este grupo está voltando, o outro grupo vai. Nos seríamos o segundo grupo, ou seja, esperaríamos cerca de 45 minutos. Então decidimos voltar e sair mais cedo do Salto Corumbá e passar na cidade.

Corumbá de Goiás

Corumbá de Goiás é uma cidade antiga, fundada em 1730, e até hoje conserva seus traços coloniais, com casarões construídos na época das bandeiras. Quando estávamos indo para o Salto, descobrimos que a cidade estava em festa, bandeiras espalhadas pela rodovia avisava que as batalhas entre mouros e cristãos seriam mais uma vez revividas. As Cavalhadas, festa tradicional da cidade, teve início no século 18.

Como nosso passeio foi programado de última hora, fomos apenas à parte histórica da cidade, tomada por barracas de roupas e comidas (por causa da festa), e do alto da Igreja Nossa Senhora da Penha de França vimos os cavalheiros entrar na arena (assista ao vlog).

Foi um dia incrível, mas que passou bem rápido.

Assista ao vlog Salto Corumbá aqui.

Você já conhece o Salto Corumbá? ficou com vontade de conhecer ? comente aqui:


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 03/05/2017

Na sexta-feira, dia 28 de abril, saí com a família e os amigos em uma excursão, com a Satur Viagens, rumo a Cavalcante, cidade a 500 km de Goiânia e 320 km de Brasília, ao norte da Chapada dos Veadeiros. É em Cavalcante que está localizada a Cachoeira Santa Bárbara, comunidades kalungas e diversas belezas naturais.

Saímos de Goiânia às 21h, paramos para lanchar em Anápolis e seguimos viagem. Chegamos ao Hostel e Camping Cavalcante por volta das 5h da manhã. Eu, minha mãe, irmão, primo e amigos preferimos ficar no hostel pela praticidade. Então chegamos lá e nos acomodamos, e depois fomos procurar café da manhã. Às 9h entramos no ônibus rumo ao Engenho Velho II, comunidade Kalunga onde está localizada a Cachoeira Santa Bárbara.

Como a estrada que leva a comunidade Kalunga é de difícil acesso, pagamos R$45 reais (cada pessoa da excursão) por um ônibus mais simples para nós levar de Cavalcante até o Engenho Velho II (cerca de 25 km). No valor estava incluso o pagamento de dois guias. No caminho à comunidade, paramos no Mirante Nova Aurora, de onde podemos ver parte da Chapada dos Veadeiros. Chegando à comunidade, fomos ao Centro de Apoio ao Turista (CAT) onde assinamos uma lista de presença e pagamos mais R$20 para entrar nas cachoeiras.

Vista do Mirante Nova Aurora

Do CAT seguimos para a cachoeira Santa Bárbara de ônibus, mas pouco tempo depois descemos e continuamos a pé, pois o ônibus não conseguia mais fazer a rota, devido a estrada ser ruim, com bastantes pedras e subidas íngremes. Carros 4×4 dão conta do recado (fica a dica!). Durante a trilha de 6 km (nível fácil pois a maior parte é estrada plana) até a Cachoeira Santa Bárbara vimos uma variedade de flores, animais (cobrinhas), paisagens de tirar o fogo e várias nascentes de águas. Quando o cansaço já falava alto, chegamos ao ponto alto do nosso dia: Cachoeira Santa Bárbara, com suas águas cristalinas, que no reflexo do sol fica com um tom de azul lindíssimo.

Ficamos cerca de 1h30 na Cachoeira Santa Bárbara, que tem limite de tempo por causa do grande fluxo de turistas. De lá passamos em Santa Barbarazinha, que fica um pouco antes de Santa Bárbara e também tem as águas em tons de azul. Fizemos uns 20min de trilha e pagamos R$5 (cada) para voltar para a comunidade de “pau-de-arara”.

Chegando na comunidade Kalunga seguimos a trilha para a Cachoeira Capivara, 800m com um nível médio de dificuldade (descidas e muitas pedras). A vista de cima da Cachoeira Capivara é lindíssima (veja foto abaixo), mas o cansaço não me permitiu descer até a queda d’água.

Vista de cima da Cachoeira Capivara

Ficou curioso para ver como foi minha viagem? assista ao vídeo abaixo:

Até o final de semana posto a parte II desta viagem!
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Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 02/09/2016

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No inicio do mês de agosto viajei para Aruanã – GO com minha mãe e meu irmão, e apesar de ter sido uma viagem rápida, aproveitei muito e assisti a um incrível pôr do sol no Araguaia.

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Aruanã é uma cidade goiana localizada no encontro dos rios Vermelho e Araguaia, e por isso é destino de férias para muitas famílias durante o mês de julho. No período da seca, as águas do Rio Araguaia abaixam, formando praias por toda sua extensão. A cidade é bem pequena e não tem muita opção de lazer fora da temporada do Rio Araguaia.

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Dessa vez, ficamos hospedados no SESI Aruanã, que tem uma estrutura incrível: restaurante, parque aquático, sala de jogos, espaço para festa, parquinho, barcos que levam o turista até as praias, bicicletas para conhecer a cidade, entre outros. No sábado, dia 13, fizemos um passeio pelo Rio Araguaia, vimos vários acampamentos, pássaros, o encontro dos dois rios, botos nadando, e um belíssimo por do sol. No domingo saímos para passear pela cidade, e ir a aldeia Buridina, dos índios Karajá. Contudo, como nós enrolamos no centro de Aruanã e voltaríamos após o almoço, não conseguimos visitar a aldeia.

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Curiosidade

A cidade foi batizada com o nome de um peixe abundante na região, que também é o nome de uma dança sagrada dos Karajá.

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Rio Araguaia

O Rio Araguaia nasce na Serra do Caiapó, próximo ao Parque Nacional das Emas, em Mineiros – GO, e banha estados de Goiás, Mato Grosso, Tocantins e Pará. Ele tem aproximadamente 2.000 mil quilômetros de extensão e é o habitat de centenas de espécies de peixes típicos da bacia Amazônica, além de outros animais como jacarés e botos (animal de agua doce que parece golfinho).

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Confira Vlog pelo Rio Araguaia aqui.


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