Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 03/05/2017

Na sexta-feira, dia 28 de abril, saí com a família e os amigos em uma excursão, com a Satur Viagens, rumo a Cavalcante, cidade a 500 km de Goiânia e 320 km de Brasília, ao norte da Chapada dos Veadeiros. É em Cavalcante que está localizada a Cachoeira Santa Bárbara, comunidades kalungas e diversas belezas naturais.

Saímos de Goiânia às 21h, paramos para lanchar em Anápolis e seguimos viagem. Chegamos ao Hostel e Camping Cavalcante por volta das 5h da manhã. Eu, minha mãe, irmão, primo e amigos preferimos ficar no hostel pela praticidade. Então chegamos lá e nos acomodamos, e depois fomos procurar café da manhã. Às 9h entramos no ônibus rumo ao Engenho Velho II, comunidade Kalunga onde está localizada a Cachoeira Santa Bárbara.

Como a estrada que leva a comunidade Kalunga é de difícil acesso, pagamos R$45 reais (cada pessoa da excursão) por um ônibus mais simples para nós levar de Cavalcante até o Engenho Velho II (cerca de 25 km). No valor estava incluso o pagamento de dois guias. No caminho à comunidade, paramos no Mirante Nova Aurora, de onde podemos ver parte da Chapada dos Veadeiros. Chegando à comunidade, fomos ao Centro de Apoio ao Turista (CAT) onde assinamos uma lista de presença e pagamos mais R$20 para entrar nas cachoeiras.

Vista do Mirante Nova Aurora

Do CAT seguimos para a cachoeira Santa Bárbara de ônibus, mas pouco tempo depois descemos e continuamos a pé, pois o ônibus não conseguia mais fazer a rota, devido a estrada ser ruim, com bastantes pedras e subidas íngremes. Carros 4×4 dão conta do recado (fica a dica!). Durante a trilha de 6 km (nível fácil pois a maior parte é estrada plana) até a Cachoeira Santa Bárbara vimos uma variedade de flores, animais (cobrinhas), paisagens de tirar o fogo e várias nascentes de águas. Quando o cansaço já falava alto, chegamos ao ponto alto do nosso dia: Cachoeira Santa Bárbara, com suas águas cristalinas, que no reflexo do sol fica com um tom de azul lindíssimo.

Ficamos cerca de 1h30 na Cachoeira Santa Bárbara, que tem limite de tempo por causa do grande fluxo de turistas. De lá passamos em Santa Barbarazinha, que fica um pouco antes de Santa Bárbara e também tem as águas em tons de azul. Fizemos uns 20min de trilha e pagamos R$5 (cada) para voltar para a comunidade de “pau-de-arara”.

Chegando na comunidade Kalunga seguimos a trilha para a Cachoeira Capivara, 800m com um nível médio de dificuldade (descidas e muitas pedras). A vista de cima da Cachoeira Capivara é lindíssima (veja foto abaixo), mas o cansaço não me permitiu descer até a queda d’água.

Vista de cima da Cachoeira Capivara

Ficou curioso para ver como foi minha viagem? assista ao vídeo abaixo:

Até o final de semana posto a parte II desta viagem!
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Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 02/09/2016

rio Araguaia Lary di lua (3)

No inicio do mês de agosto viajei para Aruanã – GO com minha mãe e meu irmão, e apesar de ter sido uma viagem rápida, aproveitei muito e assisti a um incrível pôr do sol no Araguaia.

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Aruanã é uma cidade goiana localizada no encontro dos rios Vermelho e Araguaia, e por isso é destino de férias para muitas famílias durante o mês de julho. No período da seca, as águas do Rio Araguaia abaixam, formando praias por toda sua extensão. A cidade é bem pequena e não tem muita opção de lazer fora da temporada do Rio Araguaia.

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Dessa vez, ficamos hospedados no SESI Aruanã, que tem uma estrutura incrível: restaurante, parque aquático, sala de jogos, espaço para festa, parquinho, barcos que levam o turista até as praias, bicicletas para conhecer a cidade, entre outros. No sábado, dia 13, fizemos um passeio pelo Rio Araguaia, vimos vários acampamentos, pássaros, o encontro dos dois rios, botos nadando, e um belíssimo por do sol. No domingo saímos para passear pela cidade, e ir a aldeia Buridina, dos índios Karajá. Contudo, como nós enrolamos no centro de Aruanã e voltaríamos após o almoço, não conseguimos visitar a aldeia.

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Curiosidade

A cidade foi batizada com o nome de um peixe abundante na região, que também é o nome de uma dança sagrada dos Karajá.

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Rio Araguaia

O Rio Araguaia nasce na Serra do Caiapó, próximo ao Parque Nacional das Emas, em Mineiros – GO, e banha estados de Goiás, Mato Grosso, Tocantins e Pará. Ele tem aproximadamente 2.000 mil quilômetros de extensão e é o habitat de centenas de espécies de peixes típicos da bacia Amazônica, além de outros animais como jacarés e botos (animal de agua doce que parece golfinho).

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Confira Vlog pelo Rio Araguaia aqui.


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Dia 11/11/2015

o que fazer em Pirenópolis lary di lua (6)

Você gostou muito do post “Look da Lary: Portas de Pirenópolis” e ficou com vontade de conhecer a cidade ? Então continue lendo esse post e saiba o que fazer em Pirenópolis.

o que fazer em Pirenópolis lary di lua (5)

Andar pelas ruas da época colonial

Pirenópolis foi tombada como Patrimônio Histórico pelo IPHAN em 1989, devido a preservação de sua arquitetura e tradições. Andar pelo Centro Histórico da cidade é como viver na época colonial, observando os casarões e igrejas do século XVIII. Nessas andanças você vai acabar chegando na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário (A imagem de Nossa Senhora do Rosário chegou em Pirenópolis em 1727, e se tornou a padroeira da cidade), Igreja de Nosso Senhor do Bonfim e Igreja de Nossa Senhora do Carmo, e mesmo que você não seja católico, vai querer fotografá-las devido a sua arquitetura barroca. Vale a pena visitar também o Teatro de Pirenópolis, que mistura o colonial e o neoclássico, e o Cine Teatro Pireneus, em estilo art-déco.

o que fazer em Pirenópolis lary di lua (1)Igreja Nossa Senhora do Rosário
o que fazer em Pirenópolis lary di lua (4)Ponte sobre o Rio das Almas

Visitar Museus e teatro

Museu de Arte Sacra – O museu é integrado a Igreja Nossa Senhora do Carmo e foi fundado há mais de 250 anos. Lá você encontra diversos elementos artísticos como imagens santas, quadros e sinos. A imagem de Nossa Senhora do Rosários dos Pretos, do século XVIII e esculpida pelo artista barroco goiano Veiga Valle, é o item mais valioso do acervo.  O Museu está localizado no Bairro do Carmo e pode ser visitado de quarta a domingo, das 11 às 17h.

Museu do Divino – O museu está instalado no antigo prédio da Casa de Câmara e Cadeia  e fornece várias informações sobre a festa do Divino, uma das mais importantes da região. O turista tem acesso a fotografias, peças, roupas, imagens e muito mais. O Museu do Divino está localizado na Av. Beira Rio, no Centro Histórico de Pirenópolis. As visitas também acontecem de quarta a domingo, das 11 às 17h.

Teatro Sebastião Pompeu de Pina – O segundo teatro construído em Pirenópolis é datado do final do século XIX e início do século XX. O teatro está localizado no Largo da Matriz, no Centro Histórico da cidade.

o que fazer em Pirenópolis lary di lua (7)

Fazer trilhas e tomar Banho de Cachoeira

Com cerca de nove cachoeiras espalhadas pelo município, Pirenópolis é uma cidade para todos os gostos e estilos físicos (rsrs). Se você for mais sedentário, pode visitar a Cachoeira da Meia Lua, que não exige muito prepara físico. Agora, se você tem bom preparo físico você pode ir a Fazenda Bonsucesso, a 5km da cidade, e fazer a trilha que passa pelo trecho da Estrada Real (da época do Brasil Colônia e era usada para escoar o ouro produzido no município) e  leva a um conjunto de seis cachoeiras do ribeirão Soberbo, um dos afluentes do rio das Almas (rio que corta a cidade), denominadas de Açude, Landi, Palmito, Pedreira, Bonsucesso (com queda de 12 metros) e a Lagoa Azul.

Você ainda pode visitar a Cachoeira Nossa Senhora do Rosário, Cachoeira da Meia Lua, Cachoeira do Abade, Cachoeiras das Araras, Cachoeira da Usina Velha, Cachoeiras do Bonsucesso, Cachoeiras dos Dragões, Cachoeira do Lázaro, e a Cachoeira Santa Maria.

Se você gosta de água fria (muito fria mesmo), Pirenópolis é seu lugar.

o que fazer em Pirenópolis lary di lua (8)Lagoa Azul
o que fazer em Pirenópolis lary di lua (9)Bonsucesso

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