Por Di Lua, sobre Uncategorized
Dia 12/06/2011
Passeando pela blogosfera, eis que me deparo com a Rádio Rock do Juma.
É claro que fiquei um bom tempo no blog. Achei incrível a iniciativa do Juma em criar a Rádio.
Conhecendo um pouco mais sobre bandas que eu curtia, assuntos legais, além de claro ter uma trilha sonora incrível.

Fui convidada para ser colunista lá, e claro aceitei. Logo vocês poderão ler meus posts lá

Então fica a dica, sigam a Rádio Rock do Juma

Por Di Lua, sobre Música, Uncategorized
Dia 13/02/2011
   
No início da década de 80, nascia na Austrália a banda de rock Men at Work, com influências do reggae, sendo por isso, classificada também como surf music.A banda ficou conhecida pelo sucesso de 1982 “Down Under”, que alcaçou o Top 20 no Reino Unido, e se tornou hino extra-oficial da Austrália por vários movimentos underground. A musica falava sobre australianos viajando pelo mundo de uma forma cômica.

“Business as Usual’ o primeiro álbum da banda, marcou um recorde de maior tempo para um álbum de estréia, conquistando o primeiro lugar nas paradas de sucesso dos Estados Unidos, chegando a atingir a marca de quinze milhoes de cópias vendidas no mundo. Além de “Down Under”, “Who Can It Be Now?” e “Be Good Johnny” tornaram-se videoclipes de sucesso durantes os primeiros anos da MTV americana.

Em 1983 a banda ganhou o Grammy Award de melhor artista iniciante. No mesmo ano, lançam o segundo álbum : Cargo, que vendeu menos que o primeiro, com três milhoes de cópias vendidas no Estados Unidos. Três singles foram lançados, “Overkill” , “It’s A Mistake” , e “Dr. Heckyll And Mr. Jive” .

No ano seguinte o baixista John Rees e o baterista Jerry Speiser foram demitidos. Em 1985 o terceiro álbum “Two Hearts” foi lançado com quase nenhum sucesso, vendendo apenas 500 mil cópias nos Estados Unidos. O guitarrista Ron Strykert decide deixar a banda, sendo seguido pelo tecladista e saxofonista Greg Ham. Colin Hay, o vocalista da banda segue sozinha fazendo apresentações com músicos contratados até o final de 1985 quando o Men at Work finalmente acabou.

Em 1996 os membros originais Colin Hay e Greg Ham se reagruparam e fazem turnê mundial também com músicos contratados. Em 1998 produziram um álbum ao vivo, Brazil, gravado ao vivo em sua turnê brasileira.

Em 2000 a banda tocou no fechamento dos jogos olímpicos de Sydney naquela cidade, cantando em coro com o público o “hino” Down under.

Eu particularmente adoro a banda, principalmente pela pegada do reggae  me fazendo viajar pelas lindas praias da Austrália.

Formação Original

 Colin Hay – vocal principal e guitarra
Ron Strykert – guitarra e vocal
John Rees – baixo e vocal
Greg Ham – saxofone, flauta, teclado, gaita e vocal
Jerry Speiser – bateria e vocal

Clipes


Por Di Lua, sobre Música, Uncategorized
Dia 03/11/2010

RPM (Revoluções por minutos) foi uma banda de rock nacional surgida em 1985, sendo uma das mais sucedidas da história da música no Brasil, batendo o recorde de vendagens na década de 80.
Em 1976, Paulo Ricardo estava começando sua carreira como critico musical, e em uma visita a sua então namorada Eloá, conheceu o vizinho dela, Luiz Schiavon, que era um pianista clássico.Depois de muita conversa, Paulo recebeu o convite para integrar o “Aura”, uma banda de jazz-rock, que tinha também Paulinho Valenza na bateria.Depois de três anos de ensaios e nenhum show, Luiz encantou-se pela música eletrônica e pela tecnologia de novos sintetizadores, enquanto Paulo decidiu morar na Europa, de onde escrevia sobre novidades musicais para a revista Somtrês e se correspondia com frequência com Schiavon.
Nos fins de 1983 já em São Paulo, a dupla retomou seus trabalhos, criando posteriormente o RPM. Juntos criaram as primeiras canções como, “Olhar 43”, “A Cruz e A Espada” e a música que batizou a banda: “Revoluções por Minuto”. Eles gravaram uma demo, e encaminharam à gravadora CBS, que considerou músicas difíceis de tocar nas rádios.O nome 45 RPM (45 rotações por minuto) foi sugerido inicialmente em uma lista de nomes feita por uma amiga. Schiavon e Paulo gostaram do nome, mas tiraram o 45 e mudaram o Rotações por Revoluções. Convidaram Fernando Deluqui, guitarrista, e o baterista Charles Gavin.
Em 1984, eles conseguiram um contrato com a gravadora Sony Music. O compacto viria com as faixas “Louras Geladas” e “Revoluções por Minuto”, que foi censurada na época. “Louras Geladas” caiu no gosto do público de todo o país e levou a banda a gravar o seu álbum de estreia, já com o baterista Paulo P.A, pois Charles Gavin tinha ido para os Titãs. A banda lançou dois álbuns, em 1985 o Revoluções por Minuto, que contava com ” Olhar 43″, hit que emplacou nas rádios, abrindo caminho para outras músicas. As faixas do disco tratam também de temas como política internacional e transformações sócio-econômicas. As músicas são marcadas pela forte presença da bateria eletrônica. Depois dos primeiro shows, a banda fecha contrato com Manoel Poladin. Paulo Ricardo passa a estampar diversas capas de revistas e enlouquece garotas histéricas, se transformando em um sex symbol. Poladian, músicos e gravadora lançam em julho de 1986, um novo álbum, o Rádio Pirata ao Vivo.
O fracasso do projeto RPM Discos, um selo próprio do grupo, acabou causando conflitos entre seus integrante, e em 1987 eles anunciam a separação. Mas, o grupo retomou as atividades em 1988, com o álbum “RPM” (mais conhecido como Quatro Coiotes), com uma tiragem inicial de 250 mil cópias. Em algumas rádios o disco chegou a ser executado por inteiro em meio à programação. Em 1993, é lançado Paulo Ricardo e RPM, disco que não contou com Luiz Schiavon e Paulo P.A. Pagni, mas é considerado por muitos como o terceiro disco de estúdio da banda. Com Paulo Ricardo (voz e baixo), Fernando Deluqui (guitarras), Marquinho Costa (bateria) e Franco Júnior (teclados), este é o mais pesado da banda, que apostou em guitarras pesadas e solos bem construídos por Deluqui.
Os quatro músicos do RPM se encontraram novamente para ensaiar, em 2001, e lançaram o single “Vida Real”, que foi tema da abertura do reality Big Brother Brasil. A banda voltou à mídia com o CD e DVD MTV RPM 2002, gravado no Teatro Procópio Ferreira, em São Paulo, e que vendeu mais de 300.000 mil cópias, obtendo o disco de platina. Mas em 2003 eles se separam novamente.
Em 2007, oRPM tocou junto com todos os seus integrantes em São Paulo. Mais tarde eles anunciaram o lançamento de uma caixa com os 3 primeiros álbuns da banda e mais um CD com remixes, covers e faixas não lançadas, junto com o DVD Rádio Pirata – O Show, contendo registros de um show realizado em São Paulo em 1986. Atualmente,os integrantes têm projetos solos, e as vezes se apresentam juntos. Eu particularmente adoro, e indico. Aumente o volume e coloque para rodar “Olhar 43” e “Rádio Pirata”.
obs.: A Rede Globo exibe amanhã o especial “Por toda minha vida” sobre o RPM, assistam.
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