Por Di Lua, sobre Cinema, Música
Dia 16/01/2014
E o BC Musical voltou aehh o/o/o/. Realmente, senti falta de vir aqui e falar das músicas que gosto, que estou ouvindo.  Eu ando ouvindo muito o que eu costumo chamar de country rock, pois são músicas das décadas de 50 e 60, e que acabaram influenciando os precursores do rock. Confiram as músicas que escolhi para o BC Musical: Cotidiano, o que você anda ouvindo?
Vamos lá:
Lonely People – America

All I Have to do is Dream – Everly Brothers

There’s No More Corn On The Brasos – The Walkers

Surf Music sempre, pois é um estilo que me acalma, me leva para longe.

Clarity of Mind – Spy vs Spy
Falling in love again – Ealge Eye Cherry

You and Your heart – Jack Johnson

 


Por Di Lua, sobre Música, Uncategorized
Dia 22/05/2013

Recentemente eu meio que fiz uma agenda para o blog, e para as terças-feiras o tema é música. Então eu me vi pensando se faria um post da tag “Diferentes Versões”, um top, ou falaria de alguma banda. A questão é que no momento em que eu estava pensando nisso, tocava “Infinita Highway”, e parei para pensar sobre a letra da música, e me dei conta que sempre e quase todos os dias eu ouço Engenheiros do Hawaii, e é claro, que o post de hoje deveria ser sobre eles.  
A banda surgiu em 1984 em Porto Alegre, quando os estudantes de arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Humberto Gessinger (vocal e guitarra), Carlos Stein (guitarra), Marcelo Pitz (baixo) e Carlos Maltz (bateria) resolveram formar uma banda apenas para uma apresentação em um festival da faculdade. O nome da banda foi escolhido para satirizar os estudantes de engenharia que andavam com bermudas de surfistas, o qual os estudantes de arquitetura tinham uma certa rixa. 
O primeiro show da banda foi em 11 de janeiro de 1985, que abriu espaço para o surgimento de propostas de novos shows. Em quatro meses de carreira, a banda grava duas músicas na Coletânea Rock Grande do Sul (1985) juntamente com diversas bandas gaúchas. Carlos Stein sai da banda devido a realização de uma viagem, e em 1986 os Engenheiros do Hawaii gravam seu primeiro álbum, o “Longe Demais das Capitais”. Destacam-se as canções “Toda Forma de Poder”, “Segurança”, “Sopa de Letrinhas” e “Longe Demais das Capitais”.
O segundo álbum, “A Revolta dos Dândis”, foi lançado em 1987 sem a participação de Marcelo Pitz que havia deixado a banda por motivos pessoais. Gessinger assume o baixo e entra o guitarrista Augusto Licks, e inspirados no rock progressivo, produzem um disco marcado por letras críticas, paradoxos e citações a filósofos. “Infinita Highway“, “Terra de Gigantes“, “Refrão de Bolero” e a faixa título, dividida em duas partes são destaques do álbum. E é a partir dele, que a banda começa a fazer grandes shows pelo Brasil. 
O quinto disco, “O Papa é Pop”, investe no som progressivo e em uma base mais eletrônica de teclados e bateria. Gessinger passa a assumir também os teclados da banda e começam a surgir as baladas de piano e voz da banda. São dele as canções “Anoiteceu em Porto Alegre”, “O Exército de um Homem Só” , “Pra Ser Sincero” e “Perfeita Simetria”. No mesmo ano em que a banda se consagra no Rock In Rio II (1991) e recebe elogios do The New York Times, lança também o sexto disco, “Várias Variáveis”, marcado pela retomada de um som mais rock ‘n’ roll. “Piano Bar” é uma das músicas deste disco.
No ano seguinte, 1992, é lançado o sétimo disco, “Gessinger, Licks & Maltz”, que mescla elementos da MPB e do rock progressivo. Em 1993, eles lançam “Filmes de Guerra, Canções de Amor (acústico)” e saem em turnê pelo Japão e Estados Unidos. No entanto, no final deste mesmo ano, Augusto Licks deixa o grupo devido a rixas internas, e se inicia uma disputa jurídica pela marca “Engenheiros do Hawaii”, a qual Gessinger e Maltz vencem.
Os anos seguintes são marcados por tempestades devido a entrada e saída de integrantes que seguiam a projetos paralelos, bem como, a mudanças de nome do grupo. Mesmo assim, os Engenheiros ainda lançam mais seis álbuns de estúdio, cinco álbuns ao vivo e oito coletâneas: 
De estúdio: Simples de Coração (1995), Humberto Gessinger Trio (1996), Minuano (1997), !Tchau Radar! (1999), Surfando Karmas & DNA (2002) e Dançando no Campo Minado (2003).
Ao Vivo: Alívio Imediato (1989), Filmes de Guerra, Canções de Amor (1993),10.000 Destinos (2000), 10.001 Destinos (2001), Acústico MTV (2004) e Novos Horizontes (2007).
Coletâneas: Acervo Especial (1994), O Melhor de Engenheiros do Hawaii (1997), Focus – O essencial de Engenheiros do Hawaii (1999), 100 Anos de Música (2001), Sem Limite (2001), Gold (2002), Novo Millenium (2005) e Maxximum (2005).
A banda realizou seus últimos shows no ano de 2010, e havia rumores de retorno da banda para este ano. Nos últimos quatro anos, Gessinger vem se dedicando ao Pouca Vogal, parceria com Duca Leindecker, vocalista do Cidadão Quem.
O que diferenciou os Engenheiros do Hawaii das outras bandas de rock ? Com certeza as canções marcadas por ironias e crítica. É esse é um dos motivos pelo qual eu gosto deles, além da sonoridade das músicas que sempre me acalma e me faz refletir.
Site oficial
Ouça abaixo as minhas músicas preferidas da banda e as baixe aqui.
Engenheiros do Hawaii by Laryssa Gomes on Grooveshark

Por Di Lua, sobre DIY, Uncategorized
Dia 14/10/2012

Hoje vou mostrar uma dica de DIY muito fácil.
Sabe aquela imagem ou ícone que você adora e gostaria que ele fizesse parte da decoração de algum lugar da sua casa? Então, faça você mesma.

Há tempos queria um adesivo de parede de hibisco, planta ícone do surf,  é típica da Ásia e muito usada para orna mentação. Como não encontrava, resolvi eu mesma fazer.

Materiais
– Papel Contact
– Imagens
– Papel Carbono
– Tesoura

Imprimi uma imagem de hibisco da internet, para o molde. Transferi a imagem para o papel contact utilizando papel carbono, recortei e pronto. Ficou assim : 

Sugestão de imagens : 


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