Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 11/07/2018

Vai para Las Vegas mas não gosta muito de balada? ou vai com crianças? apesar de conhecida como uma cidade para adultos, em Vegas há atrações para todas as idades, e muitas gratuitas. Vejam:

Se perder nos hotéis da Strip

Las Vegas é conhecida como Sin City, a cidade do Pecado, que nunca dorme, como parque de diversão para adultos, e é mesmo. Contudo eu diria mais, Las Vegas é a cidade dos hotéis mais grandiosos deste mundo. É um mais maior que o outro, mas imponente, mais grande, mais cheio de atração que o outro, e só de dizer isso vocês já percebem que eu amei essa parte da cidade. E em quase todos os hotéis de Vegas há cassinos, variedade de lojas e atrações.

Os que eu mais gostei foram:

Caesars Palace

Bellagio

The Venetian

New York New York

Tentei entrar em todos, mas não consegui fazer isso em apenas dois dias.

Conhecer a loja do Trato Feito

Eu amo assistir o programa Trato Feito do History Channel e assim que comecei programar a viagem coloquei a visita à Gold & Silver Pawn Shop no meu roteiro de Vegas. Sim! a loja que ganhou um programa de TV, comandada pela família Harrison há três gerações fica na cidade do pecado e qualquer pessoa pode visita-la diariamente das 9h às 21h. A loja é gigante e dividida por áreas, não pode filmar lá dentro, mas é permitido tirar fotos. Na minha inocência achei que encontraria algum membro da família Harrison durante a visita, mas depois descobri que isso é quase o mesmo que ganhar na loteria hahaha.

A Gold & Silver Pawn Shop fica a 8 minutos caminhando do Sin City Hostel, e por isso fui a pé.

Endereço exato: 713 S Las Vegas Blvd, Las Vegas,

Ver o Show das fontes do Bellagio

Eu já tinha visto este show em vídeos pela internet, mas assistir as águas dançando ao som da música é incrível, tanto que assisti durante o dia duas vezes e durante a noite. O Show das Águas do Bellagio é magnifico e emocionante e te faz entrar no clima da cidade, que nunca para. A cada apresentação, que ocorre de hora em hora depois das 11h, uma música e coreografia diferente. Assista aqui!

Horários

Segunda a Sexta: 15h – 20h shows de 30 em 30 minutos
20h – 24h shows de 15 em 15 minutos

Sábado e feriados: 12h – 20h shows de 30 em 30 minutos
20h – 24h shows de 15 em 15 minutos

Domingo: 11h – 19h shows de 30 em 30 minutos
19h – 24h shows de 15 em 15 minutos

Assistir ao “The Fall of Atlantis Show “

A atração retrata a rivalidade dos dois filhos do Rei Atlas,  e como a ganância e desejo de poder de ambas acabou levando Atlântida ao declínio. Apesar de um pouco longo, gostei muito dos efeitos de água e fogo utilizado na atração e é uma ótima alternativa gratuita para quem não vai ver nenhum show ou teatro em Vegas.

O “The Fall of Atlantis Show” ocorre de hora em hora, entre às 11hs e 22hs (sextas e sábados até as 24hs) no  Forum Shops, um shopping dentro do Caesars Palace.

Passear pela Fremont Street, berço dos Cassinos de Vegas

Foi na Fremont Street que surgiu Os primeiros cassino de Vegas surgiu na Fremont Street, lugar que andou por muitos anos em decadência, mas que hoje atrai muitos visitantes. A principal atração do local é o gigantesco painel de led que cobre toda a rua, que é cheia de shows, artistas de rua caracterizados, lojinhas de souvenires, entre outros. Ahh dá para atravessar a Fremont Street de tirolesa.

E você, já foi em Vegas? do que mais gostou?


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 07/06/2018

A Mision San Francisco é a igreja branca, a pequenininha rs

Depois de almoçar no Ferry Building, peguei um metrô até o Mission District, famoso bairro latino de San Francisco. Fui para lá para conhecer a Mission San Francisco (que é mais conhecida por Mission Dolores), a mais antiga construção da cidade, fundada em 1776 pelos missionários franciscanos que acompanhavam os primeiros colonizadores espanhóis. A igreja permaneceu em pé mesmo após o grande terremoto de 1906, que destruiu grande parte de San Francisco.

Castro – o bairro gay da cidade

Andar a pé em San Francisco, mesmo em curtas distâncias, é bem cansativo. Por isso, optei por ir de ônibus até o Castro, um dos maiores e mais famosos bairros LBGT do mundo.Com a corrida do Ouro em 1849, muitos homens solteiros foram para San Francisco. Na segunda guerra mundial, e com a instalação de uma base marinha na cidade, este número de homens na região dobrou. Mesmo reprimido, Castro já era conhecido como bairro gay nas décadas de 60 e 70.

Aos poucos foi surgindo os primeiros ativistas e os primeiros bares gays da região. Em 1978, Harvey Milk (primeiro gay a ser eleito a um cargo público na Califórnia) é assassinado, e a causa LGBT acaba ganhando o apoio dos moradores de San Francisco e o bairro Castro sendo declarado o primeiro bairro gay do mundo*.  Eu achei um bairro lindo, muito colorido, com bandeiras do arco-íris para todo lado, inclusive as faixas de pedestres são nas cores do arco-íris.  No bairro está localizado o Castro Theatre, que foi construído em 1922 com fachada barroca colonial espanhola, e que na verdade é um cinema. Atualmente, a maioria dos filmes exibidos em tématica LGBT.

Painted Ladies

De lá, peguei outro ônibus, desta vez em direção à Alamo Square, onde está localizada as casas mais famosas de San Francisco, as Painteds Ladies. A Alamo Square é uma praça grande no alto de uma ladeira, e rodeada por casinhas bem parecidas. Como eu já estava cansada, cheguei em um ponto e avistei umas casinhas coloridas, pensando ser as Painteds Ladies, abri minha batatinha e fiquei ali admirando. Contudo, quando cheguei no hostel e comparei minhas fotos com fotos da internet, percebi que tinha fotografado as casinhas erradas kkkkk. E isso é um dos lados bons de viajar sozinha, não se preocupar tanto em ir somente em pontos turísticos, mas em viver a experiência.

 

Haight-Ashbury – o bairro hippie de San Francisco

Depois de alguns minutinhos descansando, fui para o Haight-Ashbury (de ônibus, claro), distrito localizado em torno da esquina das ruas Haight e Ashbury, grande propulsor do movimento hippie na década de 60. Nesta época, muitos jovens passaram a ir contra ideais pregados pela sociedade, defendendo o amor livre a não violência. Este movimento de contracultura ganhou força no distrito, principalmente por ele abrigar pessoas que não tinha condições econômicas de morar nos bairros mais nobres da cidade, por existir artistas ligados à este movimento que moravam no local (Jimi Hendrix) ou próximo dali (como Janis Joplin e Grateful Dead) e por ele ter aparecido em uma reportagem da revista Time sobre a filosofia Hippie, fazendo com que mais jovens migrassem para a região.

O Jimi Hendrix morou nesse apartamento marrom

O Haight, como é popularmente conhecido, ainda preserva essa atmosfera hippie. É muito comum ver hippies pela rua, vans, fachadas de lojas fazendo alusão ao movimento de “Paz e Amor”. Durante meu passeio pela Haight Street, entrei por muitos brechós gigantescos, antiquários, e na Amoeba Music, uma loja gigante de discos. No final da rua, quase chegando no Golden Gate Park, peguei um ônibus para ir para o meu Hostel, mas acabei descendo no Civic Center, praça onde estão instalados os prédios governamentais da cidade.

 

*Com informações do Ideias na Mala

Assista ao vlog desse dia aqui e confira como são os brechós da Haight

 


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 22/05/2018

No meu primeiro dia em San Francisco,14 de maio, tomei o café da manhã do Hostel em que me hospedei, o Hi San Francisco Downtown e fui ao Centro de Informação ao Turista, que fica em frente à estação de metrô da Powell. Fui lá para comprar um MuniPass de três dias e aproveitei para perguntar como eu fazia para chegar à Golden Gate Bridge de ônibus. Ela me deu uma mapa que mostrava todas as ruas de San Francisco e o número dos ônibus que passavam nestas ruas. Para ir à Golden Gate Vista Point, ela me mostrou no mapa que eu precisava pegar o ônibus 05 até o Golden Gate Park e lá eu pegava o ônibus 28 que ia para a Ponte.

*Atenção: Há a região em baixo da Golden Gate Bridge, cujo alguns pontos são o Golden Gate Vista Point, Crissy Field, e existe o Golden Gate Park, que é um parque longe da Golden Gate, cuidado para não confundir.

Durante toda a minha estada em San Francisco eu não me desgrudava desse mapa, pois assim que eu entrava em um ônibus já olhava próximo a qual rua eu deveria descer e ia olhando o nome das ruas nas placas para não descer no lugar errado.

Muni Pass:

O Muni Pass é o passe da rede de transportes Muni, que atua em San Francisco com ônibus, metrô e o bondinho (cable car). Eles tem várias opções de passes para moradores, estudantes, pessoas da terceira idade e visitantes (turistas). Para os visitantes, há três opções de Muni Pass: de um dia, três ou sete dias. Comprei o passe de três dias, no valor de $33, e assim eu pude andar de transporte público (metrô, ônibus e bondinho) durante o dia todo sem me preocupar. Este passe vale muito a pena, principalmente se levar em consideração que o estacionamento em San Francisco é muito caro e não dá para andar à pé em longos percursos, pois a cidade é cheia de ladeira.

Golden Gate

Fiquei tão emocionada quando vi aquela imensa ponte vermelha, eu esperei anos por aquela imagem e ela estava ali, linda e imponente na minha frente. Naquele dia, apesar do vento gelado, o sol estava alto e a paisagem mais linda ainda. Fiquei um tempo admirando a Golden Gate, depois foi ao Centro de Visitante que funciona ali, li algumas placas que contam a história da ponte e depois segui a pé para a ponte. Não iria cruzá-la a pé, acho que é impossível, pois ela tem 2.737 m (2,7km), mas andei uns 5 minutos sobre ela e voltei. No pé da Golden Gate, do lado de San Francisco, há um forte militar (Fort Point) que foi concluído pouco tempo antes da Guerra Civil dos Estados Unidos pelo Exército norte americano,  para defender a Baía de São Francisco contra navios de guerra.

A Golden Gate começou a ser construída em 1933 e foi concluída em 1937. A ideia surgiu após o terremoto de 1906, San Francisco passava por um período de ascensão econômica e era necessário conectá-la as regiões vizinhas para o desenvolver as cidades ao redor da Baiá de San Francisco. A ideia da ponte, que surgiu pela primeira vez num artigo do jornalista James Wilkins em 1916, representava um grande desafio, pois a região escolhida já era conhecida pelas forte correnteza e fortes ventos.

Dá para ver a Golden Gate de várias partes da cidade e não só no Golden Gate Vista Point e cada lugar tem sua particularidade e beleza.

The Palace of Fine Arts

Comi uns snacks, enchi minha garrafinha de água e fui para o ponto de ônibus esperar o 28 para ir para o The Palace of Fine Arts, uma estrutura originalmente construída para a Exposição Panamá-Pacífico de 1915, para exibir obras de artes. Grande parte da exposição foi demolida, mas o Palácio já era querido e foi preservado. Por um tempo, ele abrigou uma exposição de arte contínua, e durante a Grande Depressão, artistas da WPA foram contratados para substituir os decadentes murais de Robert Reidno teto da rotunda. Durante a Segunda Guerra mundial, ele serviu como deposito de caminhões e jipes. Em 1965, o Palácio foi reconstruído e a lagoa renovada.

Sentei na grama de frente à construção inspirada nos clássicos gregos e romanos para observar os patos nadando no lago, as pessoas curtindo um sol, casais de noivos e debutantes tirando fotos. Vale muito a pena a visita, pois é um lugar magnifico.

Bairro da Marina

Eu sabia que o The Palace of Fine Arts ficava no bairro da Marina, e que logo ali ficava o píer e o mar. Segui o mapa, e em cinco minutos estava no Píer da Marina. Em San Francisco é bem comum ver moradores caminhando, andando de bicicleta, patins ou patinete o tempo todo, principalmente nos dias de sol.

Depois de ficar um tempo observando a Golden Gate e San Francisco da praia da Marina, fui para o ponto de ônibus para voltar par ao Hostel.

Parque do Presídio

No caminho para o ponto, acabei encontrando, sem querer, o parque do Presídio, que é muito lindo e tem uma fonte do Yoda.  Eu já tinha lido sobre ele, mas não o tinha colocado em meu roteiro.

O parque do Presído é gigante, 5.864 hectares, e nele há fontes, restaurantes, o Museu Walt Disney (que coloquei no roteiro mas não consegui visitar rs), um Presídio, que foi base de trabalho do exército dos Estados Unidos em 1846, entre outros espaços abertos ao público.

 

Union Square

Naquela noite andei pela região da Union Square, uma praça famosa de San Francisco e rodeada por lojas de grifes, como Tiffany, Apple, Louis Viton, Gucci, entre outras que eu prefiro não entrar kkkk. Arrematei o dia experimentando o famoso Hot Dog americano de um carrinho de rua em frente à Macy’s, mas achei muito sem graça hahaha.

Tudo naquele dia me fez ver o quanto aquela viagem seria incrível. Ao vivenciar todo aquele dia, tive a certeza que havia tomada a decisão certa ao planejar a viagem e que aquele dia era apenas o começo rs.

Ahhh, tem vlog deste dia lá no canal.

Gostaram do meu relato do primeiro dia em San Francisco? o que acharam da Golden Gate? comente aqui:


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 28/04/2018

viagem dos sonhos california lary di lua

Boa noite pessoal!

Na verdade cheguei nos Estados Unidos já tem quatorze dias, mas só agora tive tempo para vir aqui falar como está sendo minha viagem. Neste momento estou no Gleanings for Hungry, uma comunidade de missionários, que enviam comida para pessoas pobres do mundo todo. Estou aqui como voluntária, ajudo durante a semana, e em troca tenho alimentação e hospedagem, além de poder treinar meu inglês.

viagem dos sonhos california lary di lua

Saí de Goiânia no dia 12 de abril, às 11h55, e fui para o Aeroporto Internacional de Guarulhos, SP. O vôo da minha cidade até São Paulo durou 1h30, mas fiquei no Aeroporto até às 21h30, pois meu meu vôo para Los Angeles, com conexão em Detroit – Michigan, só saiu este horário. Cheguei em solo norte americano às 7h do horário de lá (uma diferença de -2h de fuso), e esta foi a primeira vez que passei por uma imigração, pois quando eu fui para Buenos Aires/AR, em 2012, eu fui de ônibus e não teve nada disso. Então eu fiquei super nervosa.

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De Goiânia a São Paulo

Quando saí do avião já fui direto para a imigração, onde respondi um formulário no toten, mas como meu recibo saiu com um X, tive que passar por um oficial. Ele perguntou para onde eu ia e como eu não havia entendido, ele começou a falar em espanhol, o que me ajudou. Mostrei as confirmações dos hotéis pelo Booking e ele perguntou umas três vezes se eu iria sozinha para Las Vegas, se eu trabalhava no Brasil, e quanto de dinheiro eu tinha. Fiquei muita nervosa, mas mostrei todos os documentos que eu tinha: passagens de avião de ida e volta, documento da casa de câmbio. Ele acabou indo com a minha cara e me desejou boas vindas.

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Em no Aeroporto de Detroit – Michigan

Da imigração, peguei minha mala e despachei ela novamente (é um “roteiro” pegar as malas e despachá-las novamente na imigração, pois vai que você não é aceita no país, sua mala não corre o risco de ir para onde você iria, mas não foi rs). Fiquei no Aeroporto de Detroit, que é imenso e tem até metrô ligando uma área a outra, até às 10h, quando o meu vôo para Los Angeles saiu. Eu havia escolhido um assento na janela para tentar ver o Grand Canyon de cima, mas já havia uma pessoa no meu lugar, que pediu para eu trocar de lugar com eles, e eu aceite :(. Ahh,

viagem dos sonhos california lary di lua

O Aeroporto de Los Angeles é enorme também, mas fui prestando atenção no caminho, lendo as placas e assim consegui encontrar o lugar de pegar as bagagens, que é do lado de fora. De lá despachei minha bagagem novamente, pois havia comprado um vôo interno de Los Angeles para San Francisco, de onde comecei esta viagem. Ah, Los Angeles tem uma diferença de fuso horário de -4h com o Brasil, então eu cheguei lá 12h30 no horário local e saí rumo à San Francisco às 15h30, ou seja, já tinha mais de 30 horas de viagem quando cheguei no meu destino final (eu sei, eu sei, é bem confuso isso, mas no final a gente supera o jetlag hahaha).

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Chegando em San Francisco

Cheguei no Aeroporto de San Francisco às 17h40, peguei o Bart (que é um metrô que circula nas áreas mais afastadas da cidade) e fui para o meu Hostel, o Hi San Francisco Downtown. Cheguei morta de cansaço, mas tomei um banho e fui conhecer as lojas da região da Union Square.

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Aeroporto de San Francisco

Toda essa viagem eu precisei contar com a ajuda do Google Tradutor, prestar atenção nas placas e pedir ajuda às pessoas, foi difícil, mas não impossível. Ahhh, enquanto um post novo sobre essa viagem não sai, vai acompanhando pelo Youtube, estou postando vlogs diários. 🙂

 


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