Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 18/06/2019

Aproveitei para conhecer o Convento da Penha, o principal ponto turístico da cidade, assim que cheguei em Vila Velha, a segunda parada da minha viagem só.

Cheguei no apartamento que aluguei pelo AirBnb, localizado na Praia da Costa, por volta das 10h30. Fui ao supermercado e comprei algumas frutas e frango para preparar um almoço rápido. Depois de me organizar, arrumar e almoçar aproveitei para ir no Convento da Penha que fica bem perto do apartamento onde eu estava hospedada. Levei menos de 10 minutos para chegar na entrada.

Entrada do Convento da Penha na Rua Vasco Coutinho, Prainha

O Convento da Penha é um dos pontos turísticos de Vila Velha e tem uma vista incrível da cidade, da 3ª ponte e de Vitória. Não é cobrado valor de entrada e para subir até o convento, localizado a 154m de altitude você pode ir a pé ou pegar uma van, que cobra R$5 ida e volta ou R$3,50 para fazer apenas um dos percursos.

Eu preferi economizar e subir a pé, pois a co-anfitriã do apartamento me informou que era tranquilo. Após 20 minutos subindo o morro, cercado pela mata atlântica, cheguei ofegante (hahaha) no largo do Campinho (quem em dias normais que funciona como estacionamento). Desse lugar já é possível conferir a paisagem linda que se tem da 3ª ponte e do Convento em cima do penhasco. Para chegar de fato até o convento, mais alguns lances de escada (e aqui é ou subir de escada ou subir de escada). É tranquilo subir até o Campinho a pé sim, mas neste dia o sol estava muito quente e eu sedentária hahaha. A volta foi bem mais tranquila e rápida.

Convento da Penha

O Convento da Penha, localizado na Prainha em Vila Velha, é um dos santuários religiosos mais antigos do Brasil, fundado em 1558 por Frei Pedro Palácios em 1558. A 154m de altitude e a 500m do mar, o Convento da Penha está incrustado na rocha do morro, proporcionando vistas panorâmicas da barra de Vitória, do Oceano Atlântico e de Vila Velha.

No início da construção do Convento, Frei Pedro Palácios se abrigou em uma gruta de pedra, que hoje leva seu nome e em 1562 construiu uma capela dedica a São Francisco de Assis, onde hoje é o largo. Após seis anos, foi construída a capela em cima do penhasco e que recebeu a imagem de Nossa Senhora da Penha, trazida de Portugal em 1569.

A Capela de Nossa Senhora da Penha foi ampliada ao longo dos anos, e ganhando anexos, como o Convento da Penha e o prédio do museu, que era “Casa dos Romeiros”, e ruínas das antigas senzalas.

O interior da Igreja é belíssimo, todo revestido de madeira. No Altar Mor há mais de 200 peças de 19 tipos diferentes de mármore, além de uma talha de madeira dourada do escultor italiano Carlo Crepaz do século XIX. A imagem da Virgem da Penha é ladeada por anjos e querubins e ao seu lado os santos franciscanos: São Francisco de Assis e Santo Antônio de Lisboa e de Pádua.

Vale a pena visitar o local mesmo se você não for católico pela história do lugar e por conta da vista magnifica.

Com informações de conventodapenha.org.br


Por Di Lua, sobre Moda/Beleza
Dia 14/06/2019

A tendência Western chegou com tudo no outono/inverno 2019 e eu gostei bastante, pois é um estilo já que incorporei no meu estilo pessoal. O estilo inclusive apareceu na passarela da Dior Cruise 2018, que conseguiu coordenar ponchos, bota country e casacos pesados com peças mais leves, como a renda.

Dior Cruise 2018 – Imagem Reprodução: In Style

Contudo, muitas pessoas torcem o nariz quando ouvem falar do estilo Western (que tem suas origens no Velho Oeste), por que acham que é se caracterizar totalmente de cowboy ou cowgirl, como se a regra fosse: se vista para ir à um rodeio, embora não seja isso.

Sempre que me perguntam meu estilo, respondo que ele é boho, pois gosto da mistura de vários estilos que ele proporciona, mas sempre pensando no conforto e em looks fluídos. E um dos mix mais importantes desse estilo é o Western. É muito comum encontrar botas chelsea, bolsas com franjas, cintos com fivelas e lenços quando se pesquisa por estilo boho na internet, por exemplo.

Além disso, música, filmes e séries influenciam muito na construção da nossa personalidade e, consequentemente, no nosso estilo. Sabem quais são meus tipos de música preferidos? Rock, country/rock e folk hahaha. Ou seja, o estilo Western faz parte totalmente do meu estilo, mesmo eu não gostando nem um pouco de sertanejo.

Peças chaves do estilo Western

O Western tornou se popular nas décadas de 1940 e 1950 por meio dos cantores country e dos filmes de Velho Oeste. Ele é inspirado nas roupas utilizadas pelos camponeses norte-americanos do século XIX, por isso o jeans e o couro são muito comuns no estilo.

Para arrasar na hora de pensar em looks inspirado no Western invista nas seguintes peças:

Botas: de cano médio, bordada, com fivelas, com tachas, com detalhes de animal print, bota de cano curto, enfim, essa é a peça essencial do estilo e por isso tem que ter. Aposte em um modelo que seja fácil coordenar com seu estilo e possa ser usada em produções mais básicas e do dia a dia.

Peças com franjas: pode ser uma bolsa tipo saco, uma bolsa pequena a tiracolo, um detalhe na bota de camurça, na camisa preta ou na jaqueta marrom de sued. A Franja garante mais movimento ao look, e isso é essencial no estilo Western.

Cintos: esse é um acessório essencial do estilo. Aposte em modelos largos e com fivelas grandes. Eu amo aqueles cintos duplos e acho a cara do estilo Western.

Estampas: Aposte em vestidos fluídos com estampas florais, ou em estampa de estrelas. Ambas são a cara do Western, principalmente coordenadas com uma segunda peça, que pode ser uma jaqueta de couro, cardigan com texturas e até mesmo com ponchos. A estampa xadrez também é curinga na produção Western, mas cuidado na hora de usar. Escolheu uma camisa xadrez? aposte em uma peça lisa ou jeans para a parte de baixo, por exemplo.

Couro e camurça: são tecidos bem característicos do estilo e comumente vistos em jaquetas, botas e até em calças. Esqueça a jaqueta de couro preta e aposte em tons terrosos.

Lenços: amarrados no pescoço e coordenados com camisas de cores claras, ou amarrada na bolsa ou no lugar do cinto, pode se jogar no acessório. Aposte naquele lenço tipo bandana.

Como incorporar o Western ao seu estilo?

O grande truque para incorporar o Western ao seu estilo pessoal é escolher uma ou duas peças que tragam a tendência de forma mais sútil ao look, pode ser um cinto de fivela coordenado com uma bota bordada, ou uma jaqueta de couro com franjas.

Também é importante observar como o estilo é trabalhado nos catálogos de moda: nada é muito over, exagerado, mas bem moderninho e feminino. Aproveite para se inspirar na coleção Western da Amaro.

E por último, assista à alguns filmes em que o estilo é bem presente para você se inspirar, vale filmes de velho oeste ou filmes uma pegada mais country/rock, como Easy Rider, Johnny e June (que conta um pouco da história do Johnny Cash, considerado o rei da música country),Thelma e Louise, entre outros.

E vocês, gostam deste estilo? Comente aqui!

* Imagem do banner: Harpers Bazaar. Photographs by: Mariano Vivanco, Fashion Editor: Joanna Hillman Sep 12, 2017.


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 11/06/2019
Esse letreiro está localizado no começo da Praia de Areia Preta

Ama o litoral? então você precisa conhecer estas praias de Guarapari. Eu não tive muita sorte na minha estádia, pois só choveu. De toda forma consegui conhecer algumas praias da cidade, veja:

Praia das Virtudes

Essa praia fica bem pertinho do hostel que eu me hospedei, o Villa Virtudes, e apesar do tempo nublado e mar agitado, deu para ver o quanto é bonita (olha só qual era minha expectativa aqui). Essa é uma das praias de Guarapari que é cercada por prédios, até parece uma praia particular, pois é cercada por alguns prédios. Não é específica para tomar banho, por contas das pedras, mas para apreciar a vista.

Poço dos Jesuítas

Um ponto alto, com uma das vistas mais bonitas de Guarapari, o Poço dos Jesuítas também fica bem próximo do Villa Virtudes. Você chega até o local pela parte alta e para ter acesso à praia precisa descer uma escadaria.  Vi várias fotos do local em dia de sol (tipo essa abaixo) e me apaixonei .

Foto reprodução: Terra Capixaba

Praia das Castanheiras

Localizada entre as Praias de Areia Preta e dos Namorados, a Praia das Castanheiras é uma praia linda cerca por enormes castanheiras (então é bem fácil encontrar uma sombra). No calçadão há quiosques e na orla alguns restaurantes. Como maio é baixa temporada, alguns restaurantes e quiosques estavam fechado.

Antes de chegar na Praia de Areia Preta você irá chegar no Siribeira Iate Clube, que é um restaurante, mas você pode entrar e ir até o mar e conferir de perto a paisagem que é de tirar o fogo. Tome cuidado para não chegar muito próximo ao mar, pois as pedras são bem escorregadinhas.

Praia de Areia Preta

A Praia de Areia Preta atraí muitas pessoas à Guarapari devido suas propriedades medicinais. Isso porque a areia da praia é monazítica, ou seja, possui uma concentração natural de minerais pesados, como fosfatos, cério, tório e urânio. Tais areias são popularmente usadas para tratar artrites e inflamações. Segundo pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo, a areia pode prevenir doenças.

Praia do Morro

A Praia do Morro é uma das mais famosas de Guarapari, e por isso possuí uma estrutura melhor para visitantes, como: banheiros no calçadão, quiosques, várias lojas de artesanato e restaurantes de frente a orla da praia. No dia 17 de maio, uma sexta feira, fui do Centro de Guarapari até a praia do morro caminhando e foi bem tranquilo. Cheguei lá por volta das 18h e o sol já tinha se posto, então só caminhei pela orla mesmo e aproveitei para comprar uma lembrancinha da cidade. Apesar do tempo nublado e de já estar escuro, tinha muitas pessoas na praia.

Quando estava me programando para conhecer Guarapari, me deparei com fotos lindas de algumas praias da cidade, entre elas: Praia dos Padres e Praia de Setiba.

Acompanhe os vlogs desta viagem no meu canal no YouTube.

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E você, já conhece Guarapari? Qual praia mais gostou de conhecer?


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 05/06/2019

No dia 16 de maio deste ano embarquei para mais uma viagem só, desta vez para Guarapari, Vila Velha e Vitória, no Espírito Santo. Programei duas diárias para Guarapari e três diárias para Vila Velha, sendo que tiraria um dia para conhecer Vitória também. Neste post vou falar como foi minha viagem de um modo geral: compra das passagens aéreas, locomoção de Vitória a Guarapari de ônibus, e onde me hospedei.

Praia das Virtudes – Guarapari

Comprei minha passagem de avião pela Avianca, e agora?

A viagem programada desde março sofreu alterações de última hora pois havia comprado minha passagem pela Avianca, que está em recuperação judicial e por isso cancelando vários voos. Fui no aeroporto de Goiânia no dia 30/04 buscar informações e o atendente da Companhia me informou que eu deveria pedir o reembolso no site, pois na semana da minha viagem nem haveria mais trabalhadores sequer.

Fiquei um dia tentando pedir o reembolso ou conseguir um novo voo por outra companhia e após horas no telefone, consegui solicitar o reembolso via Sub Viagens (onde comprei minha passagem). Estou aguardando o reembolso até hoje, apesar dele já ter sido confirmado pela Sub Viagens.

Como não queria perder minha viagem de férias, resolvi comprar uma nova passagem área, desta vez pela Azul. O primeiro voo, que custou R$310, era do dia 16/05 ao dia 21/05, com embarque da volta às 20h. Já o segundo voo, que custou R$488, era do dia 16/05 ao dia 21/05, mas com o embarque da volta às 08h, ou seja, nessa alteração acabei perdendo um dia de praia e sol em Vila Velha.

Dia da viagem sozinha para Guarapari

Aeroporto Internacional de Vitória

Medi minha mala de viagem pequena várias vezes e ela tinha exatamente o tamanho permitido para bagagem de mão, mas ao chegar no Aeroporto de Goiânia, a agente que encaminha as pessoas para o embarque desconfiou do tamanho dela e usou aquela caixa para medir. Como minha mala não é dessas moderninhas com as rodas 360º, as rodas fica um pouco para fora do limite de mala, o que foi suficiente para mandar eu despachar minha bagagem. O valor para despachar a bagagem era de R$120, mas como eu havia baixado o aplicativo da Azul para fazer o check in, despachei por ele e paguei apenas R$60. Odeio pagar taxas, ainda mais porque este valor não foi incluído no orçamento da viagem (saiba mais aqui), mas foi menos pior pagar R$60 do que R$120.

Então fica a dica: sempre baixe o aplicativo da companhia aérea onde você comprou sua bagagem.

Imagem da 3ª Ponte que liga Vitória a Vila Velha

De Vitória a Guarapari

Após uma conexão rápida em Confins/MG, cheguei em Vitória por volta das 10h. No aeroporto mesmo encontrei a sala do Águia Branca turismo/Viação Alvorada e comprei minha passagem para Guarapari por R$23,10, para às 10h30. Apesar do ônibus ter atrasado um pouco, cheguei no meu destino final por volta de 12h30.

Ir de Vitória a Guarapari de Ônibus é incrível. Você passa pela avenida beira mar da capital capixaba; depois passa pela 3ª Ponte, de onde é possível ver o Convento da Penha em Vila Velha; pelas praias de Vila Velha e depois chega a Guarapari.

Assim que atravessei a ponte que liga a Praia do Morro ao Centro de Guarapari, desci do ônibus. Da parada, resolvi pegar um Uber até o Villa Virtudes Hostel.

Villa Virtudes

Villa Virtudes Hostel

Me apaixonei por este Hostel assim que o vi no Booking. Apesar de ter opções mais em conta no site, acabei decidindo me hospedar nele e amei. O Hostel funciona em um casarão lindo em bem decorado no Centro de Guarapari, perto da Praia da Virtudes. Fiquei em um quarto privado, cuja diária custou R$100.

Era possível ir do Hostel à várias praias a pé, e quando já estava escuro e eu não estava afim de subir a ladeira sozinha, pedia um Uber rs.

E a chuva que atingiu a região metropolitana de Vitória?

Apesar de eu ter olhado o clima do local várias vezes e visto que em maio o risco de chover era mínimo, cheguei em Vitória junto com a chuva rs. Guarapari estava nublada e durante toda a minha estádia lá chuviscou ou choveu. No primeiro dia (16/05) dei uma volta pelas praias de Areia Preta e Castanheiras debaixo de um fino chuvisco. No segundo dia (17/05) até entrei no mar, nas Castanheiras, e fui a pé até a Praia do Morro.

Na madrugada do dia 17 para o dia 18 choveu muito em toda a região metropolitana de Vitória, e várias ruas da capital, de Vila Velha e Cariacica ficaram alagadas. Eu ia para Vila Velha no sábado, 18, mas após acompanhar alguns Instagrans locais e conversar com a co-anfitriã do apartamento que eu havia alugado pelo AirBnb, resolvi ficar em Guarapari, onde eu estava segura.

Acabei tendo que pagar mais uma diária no Villa Virtudes e na manhã do dia 19/05 parti para Vila Velha.

Confira mais informações sobre as praias de Guarapari no próximo post.


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