Por Di Lua, sobre Entretenimento
Dia 29/05/2019

Nesta última terça-feira, 28 de maio, conferi a Exposição “A beleza sombria dos monstros: 10 anos de A Arte de Tim Burton”, que será realizada até o dia 11 de agosto no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) de Brasília, e a entrada é gratuita. Eu amei a mostra e só digo uma coisa: vão.

Estava ouvindo falar desta exposição desde o início do ano, e como estou de férias do trabalho, aproveitei para ir à Brasília conferi-la em sua estreia. Posso dizer que fui a primeira (do grande público) a entrar na exposição, pois cheguei no CCBB às 8h30 achando que teria uma fila grande, mas estava bem tranquilo. O Centro Cultural abre às 09h, mas como era o primeiro dia da exposição, houve um atraso e eu e os demais só podemos entrar na mostra por volta das 09h40.

Apesar de não ter encontrado o Tim Burton (ele esteve em Brasília no domingo e na segunda para ver a “A beleza sombria dos monstros: 10 anos de A Arte de Tim Burton” de perto), eu amei a exposição, que é, além de sombria, bem interativa.

A beleza sombria dos monstros: 10 anos de A Arte de Tim Burton

A exposição comemora dez anos da publicação de “A Arte de Tim Burton”, livro que reúne referências e matérias de pesquisa de 40 anos da carreira do cineasta californiano, responsável pela direção de Edward Mãos de Tesoura (um dos meus preferidos), “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (2005), Beetlejuice – Os Fantasmas se Divertem, A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça, A Noiva Cadáver, Alice no País das Maravilhas, entre outros.

Assim como o livro, a mostra é dividida em 13 capítulos que abordam os temas comuns do trabalho de Tim Burton, como animais, pessoas, monstros, coisas, palhaços, amor, entre outros.

A maioria dos ambientes são interativos, onde o visitante pode entrar no universo criativo de Burton, além disso, vários conceitos visuais e ilustrações do arquivo pessoal do cineasta fazem parte dos ambientes da mostra.

A exposição não pode ser fotografada, mas há alguns painéis e espaços próprios para tirar foto. Assista ao vlog dessa viagem aqui.

E você, gosta do trabalho do cineasta? Ficou com vontade de ver a exposição? Comente aqui:


Dia 18/04/2019

Sou apaixonada em Outlander, a série sobre uma viajante do tempo, Claire Fraser, que vive diversos momentos importantes da história na Escócia. A trama é baseada na série de livros de Diana Gabaldon, cuja primeira edição foi publicada em 1991 (ano que eu nasci) nos EUA.

Claire (Caitriona Balfe) é uma enfermeira que viaja com o marido Frank (Tobias Menzies) para a Escócia após o término da Segunda Guerra Mundial. Durante um passeio próximo de Craigh na Dun, Claire acaba sendo transportada para a Escócia de 1743, onde conhece Jamie Fraser, por quem acaba se apaixonando.

Mas não pense que a série trata só do romance de Claire e Jamie e as consequências disso, pois ela vai muito além. Nos primeiros episódios conhecemos a cultura escocesa, sobre a formação dos clãs, e o levante jacobita, a batalha de Culloden, e diversos momentos importantes da história mundial, e, ao longo da série, vemos também a história da imigração escocesa nos Estados Unidos. A participação da mulher na sociedade também é um tema muito abordado na série, uma vez que Claire é uma enfermeira, que mais tarde se torna médica, e volta para o século XVIII, período em que a mulher que entendia de cuidados médicos, plantas medicinais, ou ler, era considerada bruxa.

Além de ser uma série maravilhosa, Outlander me fez ter uma vontade enorme de conhecer a Escócia, e por isso, vez ou outra me pego pesquisando lugares em que a série se passa e que eu poderia conhecer em uma viagem para lá.

Lugares na Escócia onde foi filmado Outlander.

Inverness – Falkland

Claire e Randal viajam para Inverness, atual capital da região de Highland. Apesar de realmente existir e fica a 260km de Edimburgo, as cenas no local foram gravadas na praça principal de Falkland, no condado de Fife. Inclusive o hotel mostrado no primeiro capítulo da série pode ser reservado aqui.

Craigh na Dun – Rannoch Moor

Rannoch Moor

As cenas de Craigh na Dun, a região onde fica o círculo de pedra onde Claire se teletransporta no tempo , foram gravadas em Rannoch Moor, em Perthshire, e as pedras feitas em isopor. Apesar disso, existem diversos círculos de pedras na Escócia, principalmente por ali ser berço da cultura celta. Um destes locais é Clava Cairns, próximo ao local onde aconteceu a batalha de Culloden.

Clava Cairns

Castelo de Leoch – Doune Castle

As cenas na residência de Colum Mackenzie e seu clã, o Castelo de Leoch foram gravadas no Doune Castle, um castelo medieval construído no final do século XIV perto de Stirling. O local também serviu de locação na primeira temporada de Game of Thrones.

Lallybroch – Midhope House

As cenas de Lallybroch, o lar dos Fraser’s, foram filmados em Midhope House, um castelo construído no século XVI. As visitas internas são proibidas devido ao péssimo estado de conservação do local, mas você pode visitar a parte externa do local, em determinadas épocas do ano. Confira as datas atualizadas neste site aqui.

Culloden

Como todos os fãs de Outlander já sabem, a Batalha de Culloden realmente existiu. Foi uma batalha entre as tropas do governo britânico e dos rebeldes jacobitas, escoceses das Terras Altas, que teve seu desfecho no pântano de Culloden, perto de Inverness, no dia 16 de abril de 1746. Não sei ao certo se as cenas da série foram realmente gravadas onde aconteceu a batalha, mas no local há lápides em homenagens à vários clãs da Escócia, inclusive do Clã MacKenzie e do Clã Fraser, famílias reais que aparecem na série.

*Post com informação do Contando as Horas e do Turistando.In

**Imagens Reprodução


Por Di Lua, sobre Entretenimento
Dia 06/03/2019

Vocês que me acompanham a mais tempo aqui sabe que sou apaixonada pelo Pinterest e passo horas me inspirando e salvando fotos que gosto ou que eu possa me inspirar na hora de vestir, decorar um ambiente ou fazer uma coisa nova. E foi em um desses passeios que me deparei com fotos no estilo Flat Lay.

Flat lay: Pinterest

O flat lay é uma técnica fotográfica que consiste em fotografar objetos, comidas e até pessoas de cima. Ele surgiu como uma tendência de design em 1987, através do método de organização criado por Andrew Kromelow, o “knolling”. Andrew pegou objetos aleatórios e os organizou em uma superfície plana. O método de organização foi mais tarde utilizado pelo artista Tom Sachs, que produziu fotografias dessas superfícies.

Este tipo de fotografia tem ganhando muito espaço no Instagram e há diversos perfis focados em Flat Lays na rede. Como amo esse tipo de técnica, vez ou outra acabo produzindo algumas e posto no meu ig, o @larydilua.

Veja:

Gostou e quer produzir flat lays também? minhas dicas são:
Se inspire: passe horas no Pinterest procurando por este tipo de fotografia, pesquise por nicho (moda, viagens, papelaria);

Comece a produzir com coisas que você já tem em casa: posicione maquiagem, objetos decorativos e seus itens de papelaria sobre uma mesa e comece a fotografar;

Teste diferentes enquadramentos: não é necessário que todos os objetos apareçam inteiros na fotografia, por isso veja o que fica melhor enquadrado;

Use diferentes texturas: pode ser um tapete, um jogo americano, cartolina colorida, enfim, use a criatividade.


Por Di Lua, sobre Entretenimento
Dia 14/12/2018

O ano novo já está quase aí e quem, assim como eu, é fissurada em planejamento já deve ter pesquisado por agendas, bujos e planner para organizar ainda mais a vida em 2019. Neste ano comprei um fichário A5 e folhas perfuradas para fazer uma espécie de bujo, mas acabei não levando muito a sério e achei chato ter que lidar com tira folha, coloca folhas hahaha. Por isso considerei comprar um planner para o próximo ano, mas o preço me desanima e muito. Outra opção é baixar um planner 2019 desenvolvido por blogueiras e/ou designer e imprimir em uma gráfica. Veja os modelos abaixo:

Planner 2019 para baixar

Planner 2019 Polaris – da Chai do Namorada Criativa 

Planner 2019 Horizontal – da Chai do Namorada Criativa

 

Planner 2019 – Virou Tendência

Planner Unicórnio 2019  – Fazendo a Festa

*Importante: é preciso ler as recomendações do planner escolhido nos respectivos blogs, pois cada um é feito de um jeito. Então preste atenção na indicação de qual papel usar, qual tamanho imprimir. Todos estes listados acima tem a opção de baixar uma versão (compacta) gratuita.

O que vou usar para organizar meu ano:

Eu baixei todo o planner Horizontal da Chai, pois gostei muito. Entretanto, enviei para uma gráfica para fazer a cotação e ele saí por aproximadamente R$100, o que me fez desistir dele rsrs. Você pode imprimir na sua casa, mas acho muito mais trabalhoso (pois tem a questão da impressão frente e verso e de encadernar). Assim, comprei uma agenda permanente (que não tem o ano determinado) e usei as primeiras páginas para fazer um planejamento financeiro, de filmes, livros, viagens e rotina fitness, e depois usarei as páginas seguintes como planner diário mesmo.

Seguindo o exemplo do que fiz, uma outra opção é comprar um caderno em espiral com uma capa bem bonita e aí usar as folhas internas para fazer seu planner de acordo com sua preferência: página para wishilist, planejamento financeiro, planejamento de viagens e outros, o que na minha opinião já vira um Bujo hahaha.

Gostaram deste post? como vocês gostam de organizar o ano? já compraram suas agendas?

 


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