Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 15/08/2019

Eu sempre abro uma nova planilha de planejamento de viagem assim que eu começo a pensar em um destino. Isso facilita muito a viagem em si e a própria fase de planejamento. A seguir eu listo passo a passo de como penso e organizo minhas planilhas.

Planilha de planejamento de viagens: lista de locais

Essa é uma planilha opcional e que a maioria das pessoas carrega na mente. Sabe quando as pessoas te perguntam o local que você mais gostaria de conhecer ou para onde irá viajar nas suas férias? Acredito que a maioria das pessoas tem uma lista mental para essas viagens e muitas outras gostam de anotar para que o universo ouça aquilo e dê uma forcinha.

Eu confesso que não tenho isso anotado em nenhum lugar, mas sei de cor os locais que estão de primeiro ao quinto lugar da minha lista de lugares para conhecer.

Está bem, vou dividir minhas viagens dos sonhos com vocês: Grécia, Egito, Itália, Escócia e Inglaterra.

Planilha com os dias e locais

A primeira planilha de planejamento de viagem que crio é com os dias em que eu estarei viajando, inclusive com os dias de locomoção, ou seja, os dias que estarei voando ou na estrada, por exemplo. Isso me ajuda a fechar os hotéis, a planejar os roteiros, a calcular os custos das viagens.

Então faço uma coluna com as datas e uma outra coluna com o local. Se eu irei para mais de dois locais durante a viagem, eu gosto de deixar as cédulas de cores diferentes, para facilitar a legibilidade da planilha.

Planilha com roteiro resumido

Na planilha com os dias e locais acabo criando uma nova coluna e colocando as coisas que pretendo fazer neste dia. Isso me ajuda a, ao longo do planejamento, pensar o roteiro da melhor forma possível e agrupar cada coisa em uma região da cidade ou do local. As vezes tem um ponto x que fica perto do hotel, mas também fica perto da praia em que você pretende passar o domingo, então após pensar de forma geral em todos os dias da viagem, você pode reorganizar o roteiro e decidir visitar o local x quando estiver voltando da praia. Falando assim parece coisas simples, mas que fazem bastante diferença durante uma viagem, principalmente se ela for curta.

Por exemplo, quando fui para o Espírito Santo, no dia 16/05, o dia em que cheguei em Guarapari, planejei visitar os pontos próximo ao hostel e depois coloquei os pontos mais no Centro para visitar no fim da tarde, início da noite.

Passeio de trem de Ouro Preto a Mariana/MG

Também gosto de deixar essa planilha com uma coluna de manhã, tarde e noite para deixar minha viagem ainda mais prática e organizada. Contudo, destaco que na maioria das vezes não fico tão presa ao roteiro e que ele funciona como uma guia para mim. Gosto de viver o momento e nem sempre as coisas irão acontecer da forma que planejamos e isso é a graça da vida.

Planilha de planejamento de viagem

Atenção:

Quando eu faço uma viagem aqui no meu Estado ou até para outros estados, que não necessita de tanto planejamento assim, minhas planilhas costumam ser simples, só com os dias, locais e roteiro resumido, e acabo fazendo uma planilha para eu calcular os custos da viagem a parte (leia este post aqui). Na minha viagem para os Estados Unidos elas foram bem detalhadas, com nome de hotéis, ruas, locais e todo detalhe que ajudaria minha locomoção, até porque eu não era (ainda não sou) fluente em inglês.

Primeira planilha que fiz para a viagem aos EUA

Pensando nisso, disponibilizei a planilha que uso para planejar viagens, de forma geral, para vocês aqui. Baixe, use e depois me conta aqui se gostou.


Por Di Lua, sobre Moda/Beleza
Dia 13/08/2019
Mint the Spring/Summer 2020 colour Trend | Johanna Ortiz Resort 2020 Fashion Show | Jacquemus Spring Summer 2020 Paris Fashion Week Show

Cores fortes, tecidos frescos e alegres, peças fluídas, animal print e estampas florais são algumas das tendências que estarão com tudo na primavera-verão 2020. Com a proximidade da primavera, que no hemisfério sul começa no dia 21 de setembro, e o frio começando a dar tchau, a gente começa a ver mais looks coloridos nos editoriais e nas ruas.

O que eu mais amo na estação é poder usar ainda mais os tecidos florais, peças mais fluídas, cores, vestido curto, além de usar ainda mais minhas sandálias e calçados abertos (estou num momento de usar muita sandália plataforma de tecido e salto de corda, tenho uma e amo).

Primavera-verão 2020

Image Source: Getty / Arnold Jerocki

A estação primavera/verão sempre traz muitas cores, estampas e tecidos mais fresquinhos e a que se aproxima não será muito diferente. Tonalidades mais fortes como amarelo, laranja, rosa e vermelho chegam com tudo, deixando o verão ainda mais quente. Porém, o menta e o lilás, que são cores mais frias, também terão espaço em nosso verão. A estação também terá muitas cores pasteis (azul, rosa, amarelo e verde mais claros, que lembram doce e dá vontade de comer, sabem? rsr) e looks monocromáticos.

Estampas tropicais

Vamos combinar que não há estampa mais cara de primavera-verão (principalmente no Brasil) que as tropicais, com muitas flores, palmeiras e frutas. Nesta estação elas voltam repaginadas: as flores aparecem maiores e misturadas às folhagens, e ganham um toque mais abstrato. A estampa tropical também aparece em conjunto com outros padrões de estampas, como as listras, e em looks para a noite.

Estampa animal print

O animal print que chegou no outono inverno irá continuar na primavera-verão, principalmente nos acessórios (alô bolsas com detalhes de oncinha!). O couro fake de cobra também continua com tudo.

Franjas

A fluidez da estação fica por conta das franjas, que aparece em blusas, croppeds e vestidos. Eu amo as peças com franjas que tem uma pegada mais boho e western.

Vichy

O xadrez perde todo o seu tom sombrio de outono-inverno e na primavera-verão retorna, mas com cores e bem coloridos no estilo Vichy. Sabe aquelas toalhas de mesa quadriculadas (a maioria vermelha ou verde) típicas dos piqueniques de filmes? essa é a padronagem Vichy, que nesta estação aparece em versões de preto e branco, rosa e amarelo.

Listras

Essas chegaram há alguns verões para ficar de vez. Contudo, nesta estação, as listras são coloridas, com bastante influência dos anos 90, e perdem um pouco o estilo navy, caracterizado por listras pretas, azuis e vermelhas. Além disso, a padronagem das listras nesta estação é bem mista, podendo ser bem finas, largas, com bastante espaço entre elas e na diagonal.

Linho

Já o tecido que ganha destaque na estação é o linho. O tecido, que é tradicionalmente mais clássico e usado em peças com cortes retos e elegantes (como blazers e vestidos), veste muito bem. Nesta estação ele ficou mais leve, sendo usado principalmente em calças, vestidos e macacões. Para usar a peça de linho sem erro aposte em sandálias e acessórios coloridos ou artesanais, que também estará com tudo na primavera-verão.

Anos 2000

Vamos comemorar os anos 2000, sim! Esqueça as influências dos anos 80, porque agora é a vez das boinas, das bandanas, da cintura baixa (essa eu torço o nariz um pouco hahaha, usei muito na adolescência) dos looks all jeans e dos ternos de cores claras.

Beleza

Um dos assuntos do momento é skin care (cuidado com a pele), todo mundo está cuidando e se preocupando ainda mais com a pele e os cuidados básicos. Assim, a primavera-verão será marcada pela make mais natural, com aquele aspecto de “acordei e só lavei o rosto”. A diferença e o ponto de destaque fica por conta do delineado gatinho nos olhos, que será a cara do verão.

Quais dessas tendências você mais gosta e já está usando? Comente aqui:


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 07/08/2019
Cidade de Goiás - lary di lua

A Cidade de Goiás (antiga Vila Boa) é um dos destinos ideais para quem busca fazer um bate volta saindo de Goiânia. E foi o que eu, juntamente com minha mãe e irmão, fiz no dia 27 de julho. Acordamos cedo e por volta das  07h pegamos a estrada. Como moro na região leste da capital, levamos cerca de 40 minutos para chegar na saída para Goianira, via Perimetral Norte.

Após sair de Goiânia, a viagem ganha mais velocidade, principalmente porque a GO 070 é duplicada até chegar em Goiás. Para mim road trip tem que ter parada, mesmo que seja uma viagem de menos de duas horas. A graça de viajar de carro é parar onde dá na telha e por isso paramos em Itauçu para fazer um lanche. Na cidade, a duas lanchonetes grandes e que já viraram ponto de parada principal para quem vai para Goiás ou Aruanã, que são as lanchonetes Porta Aberta e Bambuí.

Na ida paramos na primeira, que tem muitas opções de salgados e buffet de café da manhã. Como estou com algumas restrições, fiquei só na salada de frutas. Minha mãe e meu irmão comeram um “salgadão assado” cada, composto por hambúrguer, bacon, mussarela e tomate. Eu fiquei só desejando haha.

O quê fazer na Cidade de Goiás

De lá pegamos a estrada e só paramos quando chegamos, por volta das 10h30, na Cidade de Goías. Deixei o carro às margens do Rio Vermelho e de lá seguimos a pé para a Praça do Coreto. A graça da Cidade de Goiás é andar a pé pelas ruas de pedras, admirar os casarões, entrar nas lojinhas para comprar quadros feitos em telha, esculturas em pedra sabão ou levar doces cristalizados de lembrança.

Por volta de 12h30, almoçamos no Restaurante Central, localizado na R. Quintino Bocaiúva, 2-82, pertinho da Praça do Coreto. Infelizmente na parte histórica da Cidade de Goiás tem poucos restaurantes. Em épocas de muito movimento, como no FICA ou Carnaval você pode ficar sem almoço durante o dia se enrolar muito, mas a noite há barraquinhas no Coreto ou na Beira Rio. Já em períodos de baixa temporada pode ser difícil encontrar muita opção. De toda forma vou preparar um post só com dicas de onde comer.

Museus da Cidade de Goiás

Depois do almoço fomos ao Museu das Bandeiras, instalado em 1950 no prédio que até então funcionava como Casa de Câmara e Cadeia. Em seu acervo: instrumentos de torturas utilizados no período colonial, peças de porcelana portuguesa, mobiliário do período de exploração dos bandeirantes na região durante os séculos XVIII e XIV e a Cruz do Anhanguera (marco da fundação do Arraial de Santana, que mais tarde viria a ser conhecida como Vila Boa e hoje Cidade de Goiás). O Museu da Bandeira funciona de terça a domingo, das 08 às 12h e das 13h às 17h e a entrada é gratuita.

De lá voltamos em direção à Praça do Coreto e fomos no Museu de Arte Sacra, que funciona na Igreja da Boa Morte. O Museu reúne obras sacras do artista Veiga Valle, escultor e santeiro da região de Vila Boa. Ele esculpiu uma variedade imensa de santos barrocos, a maioria em madeira cedro, em proporções reais e que davam impressão de movimento. O que mais gostei de saber, durante a visita, é que ele sempre esculpia a mão, juntando os dedos do meio e o anelar, formando duas letras V, fazendo alusão às suas iniciais. Infelizmente não pode fotografar no interior da Igreja. O Museu da Arte Sacra, localizada na R. Moretti Foggia, 14,(na Praça do Coreto) também funciona de terça a domingo, das 08 às 12h e das 13h às 17h e a entrada também é gratuita.

Do Museu, fomos até a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, construída em 1734. Em 1930, a primeira igreja foi demolida, dando lugar à atual construção, cujas fachadas são de pedras em estilo gótico e o interior repleto de pinturas do frei italiano Nazareno Confaloni. Aproveitamos para descansar no jardim da Igreja, usar o banheiro e preparar para a volta, pois tínhamos um compromisso em Goiânia. A Igreja está localizada na Rua Luiz Guedes Amorim, 1, Goiás – GO.

Eu amo a Cidade de Goiás e sempre que vou lá fico com vontade de voltar, por achar que não fiz quase nada.

E vocês, já conhecem a Cidade de Goiás? ficaram com vontade de conhecer?


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 03/08/2019

Esse post devia ter sido publicado no final de maio, quando haviam plantações de girassóis por todo o estado, mas com a correria e o programa de postagens do blog, acabei postergando.

Até uns dois anos atrás era quase impossível ver campos de girassóis próximo a Goiânia. Me lembro em quem 2017 em uma viagem para Capitólio/MG e Ubatuba/SP (posts aqui) vi um na estrada, mas não tinha acostamento para parar. Mas para minha felicidade, no ano passado, muitos fazendeiros resolveram apostar na plantação de girassol para fazer óleo, e eu acabei fazendo algumas fotos em um campo na GO 457, entre Vianópolis e Orizona.

Neste ano, não foi diferente e em maio havia algumas plantações bem perto da chácara da minha família, na Fazenda Rio do Peixe, em Vianópolis. Fotografei na ida para a chácara, pela manhã, e como o sol já estava um pouco alto ficou uma luz forte. No fim da tarde, quando voltávamos para Goiânia, paramos no campo de girassol novamente e tirei mais algumas fotos e essas foram as minhas preferidas. Como era pôr do sol, a luz ficou mais suave e as fotos com uma cor diferente, bonita.

Campos de Girassóis em Goiás, lary di lua

Na fotografia o período logo após o nascer do sol e logo antes do pôr do sol quando a luz do dia é mais suave do que quando o Sol está mais alto no céu é chamado de Golden Hour (hora dourada) e é quando fotos à luz natural ficam ainda mais bonitas.

Girassóis O girassol (Helianthus annuus) é uma planta família das Asteraceae, gênero Heliantheae, e que floresce uma vez por ano. Cultivada pelo seu óleo e frutos comestíveis, o girassol é uma planta originária da América do Norte, onde era cultivada pelos povos indígenas para alimentação.

E você, já teve a oportunidade de ver um campo de girassóis ao vivo?


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