Por Di Lua, sobre Dicas de Goiânia
Dia 31/10/2019
Pedro Scalon goiania lary di lua

Pedro Scalon, cantor e compositor goiano, se apresenta na próxima segunda-feira (04/11), às 18h30, na Varanda Sesc Centro, com o show Totens (Acústico e ao Vivo). A Entrada é gratuita. Na ocasião ele também apresentará seu quinto single do CD Translúcido, segundo álbum oficial de sua carreira. Na mesma semana, o cantor lança sua nova música “Tudo Blue” em diversas plataformas digitais, como YouTube, Spotfy, Dezzer, Instagram, Facebook entre outras.

Sinergia

Para essa próxima apresentação no Sesc, Pedro quer levar a mesma sinergia de seu último show realizado no Sesc de Anápolis, onde fez uma homenagem ao Cazuza. “O show foi maravilhoso! gratificante. Nunca tinha visto no mesmo público faixa etária de 13 anos a 70, onde todos nós cantávamos em um só coro, vibrando em uma única sinergia.”, relembra emocionado.

A professora Adriana Aparecida Costa estava presente na última apresentação de Pedro e ficou admirada. “Pedro Scalon emocionou e encantou o público de Anápolis, fazendo todo mundo cantar junto e vibrar em uma energia maravilhosa na homenagem ao Cazuza”, disse.

Pedro Scalon já apresentou ao público os singles “Reencontro”, “Meu Lar”, “Amor Transforma” e Deixa. A canção “Tudo Blue” fala sobre amor, de uma forma clara, profunda e poética. “Sempre tive vontade de compor e criar músicas desde quando era criança. E esse CD Translúcido tem sido uma revolução intrapessoal, pois estou mexendo com várias coisas dentro de mim muito fortes, que vai desde o senso poético até as coisas da linguagem lúdica”, revelou Pedro.

Translúcido

O novo álbum tem 10 músicas e todo mês será lançada uma nova, com produção de Ricardo Ponte, ganhador do Grammy latino. Todas as canções desse trabalho são autorais. Pedro descreve suas composições como a forma que ele enxerga o mundo, “componho realmente o que eu vivo, sempre penso em coisas que possam tocar o íntimo das pessoas, mas as levando a não ter um pensamento estático”. As composições do seu mais novo álbum foram feitas durante os últimos dois anos, momento em que se mudou de Goiânia para Brasília e teve um filho. Com o CD Translúcido, Pedro executou uma mudança de estética e linguagem.

Influências do Pop, Rock e MPB

O músico descreve o novo trabalho como uma fusão do Pop, do Rock, e da Música Popular Brasileira (MPB), mas com um forte teor poético. Ele, que inclusive, tem duas antologias de poesias publicadas pela Secretaria de Cultura do Estado de Goiás, diz que gosta de compor sobre assuntos que darão margem para que as pessoas possam pensar criticamente, dando possibilidades maiores de interpretação.

No período de produção, Pedro andou escutando novos sons, como Jhon Mayer, Tiago Iorc, e Maria Gadu, entre outros.  A ideia era unir o moderno e o tradicional. “Quando se trata de Pop, MPB e Rock, a Música Popular Brasileira precisa voltar a ter voz, precisa voltar a ser pulsante”, desabafa.


Por Di Lua, sobre Moda/Beleza
Dia 27/10/2019
Foto de Artem Beliaikin no Pexels

Ter peças versáteis é o segredo de um guarda-roupa prático e com muitos looks. Essas peças, aliadas com os acessórios certos, ampliam as possibilidades de combinações tanto para o dia quanto para a noite. Por isso é importante ter uma grande quantidade de peças que combinem entre si.

Aprendendo a ter peças versáteis com o armário cápsula

Foto de Elle Hughes no Pexels

Ter peças que combinem entre si é uma das lições que aprendi com o armário cápsula. Apesar de não ter tido de fato um, gostava muito de ler e acompanhar blogs que mulheres que haviam aderido esse tipo de organização/estilo de vida. O armário cápsula é um conceito que surgiu na década de 70 com a estilista Susie Faux. Para ela não era necessário ter muitas roupas, mas sim peças essenciais, atemporais e que combinassem entre si.

O primeiro passo para organizar o armário cápsula é observar as roupas que você mais usa, procurar padrões entre elas, as cores mais usadas. Depois disso, tente montar o maior número de combinação com as peças separadas. As peças mais versáteis do seu armário serão aquelas que renderão o maior número de looks.

Cinco peças versáteis para o dia e para a noite 

Todas sabemos que camisa branca, vestido preto e calça jeans são peças versáteis. Além de combinar entre si e ir bem em diferente ocasiões, elas combinam com uma grande quantidade de peças do nosso guarda-roupa e com diversos acessórios. Contudo, há outras peças também que são bem versáteis e podem ser usadas durante o dia, no trabalho, por exemplo, ou durante a noite, em baladas ou jantares. 

Vestido que te vista bem

Foto de Daria Shevtsova no Pexels

Os consultores de estilo gostam de dizer que o vestido preto é uma peça que temos que ter em nosso guarda-roupa e eu concordo. Contudo, se você tem um outros vestidos que te vista bem, te deixe elegante e combine com tênis, flatform, sandália de salto ou com um mule, vai bem no dia a dia ou na festa, não deixa de ser uma peça versátil. Eu mesma tenho um vestido básico rosa claro que vai bem com uma grande quantidade de peça do meu armário.

Body

Essa peça também é bem versátil e vai bem com quase toda parte de baixo, modelos e cores. Um body preto se combinado com uma saia branca com fenda fica lindo para um look noturno, já com uma calça social se transforma em um ótimo look de trabalho. Combine com a peça e acessórios certos tanto para looks diurnos quanto para looks noturnos.

Camiseta Branca

Engana-se quem pensa que camiseta branca só combina com looks informais. Se combinada com a parte de baixo certa, ela vai bem no ambiente corporativo e na balada. Aposte em acessórios coloridos, com brilhos ou animal print. 

Jaqueta Jeans

Essa é uma terceira peça bem versátil e que compões looks fashion, minimalista, do dia a dia e de balada. Tenha uma calça jeans que te vista bem, tenha um comprimento e uma cor que você goste. Eu amo tanto a peça que tenho duas. 

Calça Pantacourt

A Calça Pantacourt é uma tendência que chegou para ficar. Ela sempre dá um up nos looks mais básicos (com camiseta e rasteira) e se combinada com blusas chamativas com salto alto vai muito bem na balada. Se você quer investir em uma pantacourt eu sugiro uma de cor preta, nude ou listrada. Mas se você já tem a peça, veja com quais blusas ou camisa a sua combina melhor e para qual ambiente o look mais combina. 

E aí, quais as peças mais versáteis do seu guarda-roupa? Comente aqui


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 26/10/2019
Bon Jovi Rock in Rio 2019 - lary di lua

Como uma boa fã de rock, especialmente dos anos 70 e 80, eu sempre quis ir no Rock in Rio, mas eu nunca me planejava tanto para isso. Primeiro porque eu nunca tive companhia, meus amigos não são fãs das mesmas bandas que eu e nunca surgiu a ideia de ir no festival por parte do alguém. Lembro que em 2015 eu quis muito ir porque haveria um show do A-ha, mas como não havia ninguém para ir, passou. Em 2017 quis ir por conta do Bon Jovi, mas como eu também não teria companhia, deixei para lá.

Rock in Rio 2019

Este ano, como já havia viajado sozinha e estava planejando uma viagem também só para o Espírito Santo, pensei na possibilidade de ir ao Rock in Rio ainda em abril. Contudo, assim que vi os valores das passagens para o Rio de Janeiro saindo de Goiânia na época do festival desisti.

O Bon Jovi, banda que sou fã, anunciou show em outros lugares e aí comecei a pensar em finalmente viajar para ir em show. Pensei em ir no show de Recife/PE, mas o valor das passagens me desanimaram. Contudo, quase todos os dias eu verificava o preço da passagem aérea para a capital pernambucana. Em julho, com o Rock in Rio saindo cada vez mais na mídia, voltei a pensar na possibilidade de ir no festival e assim comecei a pesquisar passagens para o Rio.

No final de julho encontrei passagem para o Rio de Janeiro, saindo de Goiânia, por R$374, ida e volta (esse trecho custa isso normalmente), pela 123 MIlhas. Para quem estava passagens de R$900 – R$1000, essas estavam quase de graça, assim não pensei muito e comprei hahaha.

A saga pelo ingresso do Rock in Rio

Depois de comprar a passagem, eu precisava comprar o mais importante: o ingresso do Rock in Rio. No site oficial não tinha mais e assim comecei minha peregrinação nos grupos do Facebook atrás de ingresso para o show do Bon Jovi. Com medo de cair em golpe, preferi comprar de pessoas de Goiânia e acabei encontrando uma moça de uma cidade vizinha. Paguei R$350 na meia e na mesma semana o site oficial do Rock in Rio colocou alguns ingressos à venda por R$260. Ok, pelo menos eu já tinha o meu.

Partiu Rio

Depois disso foi só alegria. Comecei a planejar minha viagem (parte que mais amo), pesquisar hotéis, pensar em lugares que eu ainda não conhecia no Rio de Janeiro. Dessa vez decidi me hospedar em Botafogo e encontrei uma pensão pelo Airbnb por R$45 (quarto individual com banheiro compartilhado). Todos os meus passeios pelo Rio vocês conferem em forma de vídeos no meu canal do YouTube (aqui).

Meu primeiro Rock in Rio

No dia anterior ao Rock in Rio, 28 de setembro, acabei conhecendo uma mineira, a Lais, no CCBB Rio de Janeiro. Ela também estava viajando sozinha e iria para o show do Bon Jovi. Trocamos contatos e combinamos de ir no Show juntas. 

No domingo, 29 de setembro, fomos ao Parque Lage e depois voltamos cada uma para sua hospedagem. Eu aproveitei para comprar uns lanches (biscoitos de polvilho) e pão para fazer sanduíche para levar no evento. Alguns sites já haviam anunciado os valores (absurdos) de algumas comidas, fora que estou com várias restrições. Almocei e fui me arrumar. 

Às 14h30  nos encontramos na estação de metrô Botafogo e pegamos a linha L1 até a estação Oceânica. De lá pegamos o BRT até o Terminal Centro Olímpico. Chegando no Rock in Rio já pagamos a volta do transporte público e pegamos uma pulseira. A ida e a volta custou R$15,05 no cartão Riocard, que permite a integração nos transportes públicos do Rio (VLT, BRT, barca, ônibus e metrô).

Que festival é esse?

Eu fiquei encantada com o Rock in Rio. O complexo onde foi realizado é imenso e é quase impossível conhecer tudo em um dia só. Acho que andei por todo o espaço, mas fui em poucos estandes e não consegui curtir show em outros palcos além do Palco Mundo. Vi só o início do Show da Jessi J no Palco Sunset e depois encontramos um lugar para sentar. 

Havia fila em alguns banheiros, que não estavam tão sujos, mas elas eram rápidas. Do lado de fora havia bebedouros para encher a garrafinha.

Goo Goo Dolls

Além disso, tudo era muito bem organizado. Tanto a ida como a volta em transporte público foram bem tranquilas. O que eu achei ruim foi a falta de educação do público mesmo, no final do show no Palco Mundo o chão estava coberto de copos, capa de chuva e lixo.

Bon Jovi

O Jon Bon Jovi tem uma presença de palco incrível. Ele anda de um lado para o outro e parece que canta do fundo do coração. E como tradição, chamou uma fã para dançar com ele Bed of Roses. Fui ao delírio quando ele cantou Always, a minha preferida. Teve também You Give Love a Bad Name, Living on a prayer e Its My Life debaixo de uma chuva fina e muito vento.

Já estou mega ansiosa para o Rock in Rio 2021.

Assista ao vlog do meu primeiro festival aqui.


Por Di Lua, sobre Entretenimento
Dia 23/10/2019

A Garota da Capa Vermelha é uma história que criei para compartilhar juntamente com as fotos que fiz no final de semana para o Halloween. A comemoração da data tem se tornado popular no Brasil e cada vez mais queremos nos produzir para participar das festas. Este ano combinei com meus amigos de ir em uma festa aqui em Goiânia e acabamos fazendo umas fotos durante o dia no Parque Areião. Vejam:

A Garota da Capa Vermelha

Era uma vez uma linda garotinha conhecida como Chapeuzinho Vermelho. Ela tinha aquele apelido por usar sempre uma capa vermelha que havia ganhado de sua avó. Ela gostava muito de se aventurar pela floresta, fazendo trilhas e colhendo frutas. 

Um certo dia, sua mãe pediu para que ela levasse uma cesta com pães e maçãs para sua avó, que estava adoentada. A avó de Chapeuzinho morava em uma casa no meio da floresta, a uma hora da aldeia. Apesar de sempre ir lá, a garota tinha receio de demorar pelo caminho e chegar lá ao anoitecer, pois, segundo uma lenda local, havia um lobisomem naquelas redondezas. 

Encantada com a floresta, chapeuzinho se perde

Chapeuzinho saiu de casa após o almoço. No meio do caminho se encantou com uns pássaros que havia na floresta e acabou se perdendo na trilha. Ela não se importou muito, pois era uma oportunidade de conhecer novos lugares. Com tudo, o sol estava se pondo e já era possível ouvir o piu da coruja ao longe. Aos poucos a lua cheia ia surgindo.

De uma hora para a outra, a atmosfera da floresta mudou e Chapeuzinho sentiu calafrios. Embora não tivesse vendo nada, começou a ter a sensação de que estava sendo observada. Ela então apressou os passos e tentou encontrar o caminho para a casa de sua avó. De repente, Chapeuzinho começou a ouvir passos em cima das folhagens e ao virar para trás se deparou com uma grande figura cinzenta, com o corpo coberto de pelos. Brilhando sob a luz do luar, dentes pontiagudos e unhas afiadas crescendo de grandes garras.  Ofegando de medo, Chapeuzinho Vermelho começou a correr por entre as árvores, e logo sua cesta e sua capa ficaram para trás.

A lenda era real

A garota corria com toda a velocidade que conseguia. Apesar da lua cheia brilhando no céu, a mata era densa e fechada, e Chapeuzinho acabou tropeçando na raiz de um grande sabugueiro e caiu. Ela tentou se levantar, mas o lobisomem foi mais rápido que sua vontade e a atacou. No mesmo instante ela sentiu o sangue frio descendo por sua testa. Ela se contorcia e tentava se desvencilhar dos golpes, mas o lobisomem não ia desistir de seu objetivo: morder o pescoço onde veias arroxeadas saltavam. Contudo, ele acabou encostando no medalhão de prata que Chapeuzinho usava e urrou de dor. A jóia, um presente da avó, era de prata. A fera precisava encontrar água antes que a ferida se abrisse mais e largou a garota só.

Chapeuzinho, vendo que o lobo fugia, se levantou. Ela se sentiu zonza, mas se pôs a caminhar com dificuldade tentando encontrar o caminho para a casa de sua avó. A garota não sabia mais nem onde estava, mas uma coisa era certa: não conseguiria voltar para sua casa antes que o dia amanhecesse. Após um dez minutos andando, Chapeuzinho acabou encontrando sua capa e a cesta jogada na trilha. Ela pegou suas coisas e apressou o passo.

Alivio e medo

Durante a caminhada parou diversas vezes para pegar um pouco de ar, ela sentia náuseas e seu estômago estava embrulhado.  Ela começou a avistar uma fumacinha saindo de uma chaminé após uma clareira e se animou por ver que a casa da avó já não estava tão longe.

Em poucos minutos, ela chegou na casa de madeira e começou a bater desesperadamente na porta e chamar por sua avó. De dentro uma vozinha fraca perguntou quem era e Chapeuzinho falou seu nome. A porta abriu devagar e a garota entrou. Ela ficou aliviada por estar na casa da avó, que ficou assustada ao ver os cortes no lindo e delicado rosto da neta. A garota contou tudo que havia ocorrido à avó, que preparava um chá de beladona.

A avó ouvia tudo com uma expressão serena, mas por dentro sua cabeça parecia que iria explodir. Ela já havia vivido tempo suficiente para saber quem ninguém sai ileso de um ataque de lobisomem. Chapeuzinho Vermelho já estava calma e agora até orgulhava de sua astúcia, mal sabia ela que a maldição do lobisomem não era exatamente do jeito que os aldeões contavam.

Você pode assistir trechos dessa história em vídeo, no tutorial de Chapeuzinho Vermelho que fiz para o Youtube aqui.

E aí, o que vocês acham que acontecerá com Chapeuzinho Vermelho? Gostaram da história? Comente aqui:


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