Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 22/06/2019
Catedral Metropolitana de Vitória

Conheça o Centro Histórico de de Vitória através do Projeto Visitar.

Saí do Convento da Penha, em Vila Velha, e peguei o ônibus rumo ao Teatro Carlos Gomes, localizado no Centro Histórico de Vitória. O Teatro é um dos sete patrimônios culturais da cidade que podem ser visitados através do Projeto Visitar Vitória. Como ele estava fechado (eu já tinha sido informada pelo email que recebi do projeto, mas esqueci completamente L). Saí de lá e segui à pé para a Catedral Metropolitana de Vitória. Cheguei na Catedral e a monitora estava acabando de começar sua explicação para dois rapazes, e aproveitei para me juntar à eles. Assista ao vlog em Vitória aqui.

Patrimônios históricos de Vitória

Projeto Visitar Vitória - Lary Di Lua
Catedral de Vitória

A primeira Matriz da cidade foi a Igreja Nossa Senhora da Vitória, que tinha um estilo colonial e começou a ser construída em 1551, quando a cidade ainda se chamava Vila Nova. Com a criação da Diocese do Espírito Santo, em 1895, e a nomeação do primeiro bispo, Dom João Batista Correia Néri, a igreja recebeu o título de Catedral. Com isso, o número de fiéis aumentou e ela foi ficando pequena. Por isso, em 1918 decidem demoli-la e construir uma bem maior no local. Hoje a Catedral, que tem estilo eclético, destaca-se por uma imponência e seus lindos vitrais.

Projeto Visitar Vitória - Lary Di Lua

O ponto alto da visita, em minha opinião, foi visitar a sala onde fica a Relíquia de 2º Grau do Papa João Paulo (objetos utilizado por ele) e a de 1ª Grau (ossos) de uma freira que está em processo de canonização. Relíquias para a igreja católica são objetos ou partes do corpo de um santo ou personagem sagrado preservado. Na sala também há esculturas que datam de 1500 aproximadamente, trazidas de Portugal.

Igreja de São Gonçalo

Saindo dali visitei o Palácio Anchieta (tema do próximo post) e posteriormente a Igreja de São Gonçalo, a igreja dos pardos, que também faz parte do Projeto Visitar.  Conhecida como a igreja dos casamentos duradouros, a Igreja de São Gonçalo Garcia é feita de pedra e cal, e terminou de ser construída em 1766. Anteriormente havia no local uma capela consagrada a Nossa Senhora do Amparo e Boa Morte, mas em 1715 foi solicitado ao bispo da época a permissão para se construir um novo templo.

Projeto Visitar Vitória

O Projeto Visitar Vitória visa apresentar o Centro Histórico da cidade para os capixabas e turistas. São sete patrimônios históricos que contam com monitoria interna, são eles: Teatro Carlos Gomes, Igreja do Rosário, Catedral Metropolitana de Vitória, Capela de Santa Luzia, Convento São Francisco, Igreja de São Gonçalo e Convento do Carmo.

Você pode fazer o circuito à pé, pois eles são bem próximos um do outro. Para visitar todos os patrimônios você levará em média 3h a 4h. Eu não consegui visitar todos, pois já cheguei na cidade por volta das 17h, além disso a Capela Santa Luzia e o Teatro Carlos Gomes estavam fechados para obras de manutenção e reparo. O Projeto Visitar Vitória funciona de quarta a domingo, das 13h às 17h. Se você está indo com um grupo grande (com mais de dez pessoas é preciso agendar através do email visitar@correio1.vitoria.es.gov.br).

Projeto Visitar Vitória - Lary Di Lua
Igreja de São Gonçalo

E vocês, já conhecem Vitória? ficaram com vontade de conhecer depois deste post ?


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 05/06/2019

No dia 16 de maio deste ano embarquei para mais uma viagem só, desta vez para Guarapari, Vila Velha e Vitória, no Espírito Santo. Programei duas diárias para Guarapari e três diárias para Vila Velha, sendo que tiraria um dia para conhecer Vitória também. Neste post vou falar como foi minha viagem de um modo geral: compra das passagens aéreas, locomoção de Vitória a Guarapari de ônibus, e onde me hospedei.

Praia das Virtudes – Guarapari

Comprei minha passagem de avião pela Avianca, e agora?

A viagem programada desde março sofreu alterações de última hora pois havia comprado minha passagem pela Avianca, que está em recuperação judicial e por isso cancelando vários voos. Fui no aeroporto de Goiânia no dia 30/04 buscar informações e o atendente da Companhia me informou que eu deveria pedir o reembolso no site, pois na semana da minha viagem nem haveria mais trabalhadores sequer.

Fiquei um dia tentando pedir o reembolso ou conseguir um novo voo por outra companhia e após horas no telefone, consegui solicitar o reembolso via Sub Viagens (onde comprei minha passagem). Estou aguardando o reembolso até hoje, apesar dele já ter sido confirmado pela Sub Viagens.

Como não queria perder minha viagem de férias, resolvi comprar uma nova passagem área, desta vez pela Azul. O primeiro voo, que custou R$310, era do dia 16/05 ao dia 21/05, com embarque da volta às 20h. Já o segundo voo, que custou R$488, era do dia 16/05 ao dia 21/05, mas com o embarque da volta às 08h, ou seja, nessa alteração acabei perdendo um dia de praia e sol em Vila Velha.

Dia da viagem sozinha para Guarapari

Aeroporto Internacional de Vitória

Medi minha mala de viagem pequena várias vezes e ela tinha exatamente o tamanho permitido para bagagem de mão, mas ao chegar no Aeroporto de Goiânia, a agente que encaminha as pessoas para o embarque desconfiou do tamanho dela e usou aquela caixa para medir. Como minha mala não é dessas moderninhas com as rodas 360º, as rodas fica um pouco para fora do limite de mala, o que foi suficiente para mandar eu despachar minha bagagem. O valor para despachar a bagagem era de R$120, mas como eu havia baixado o aplicativo da Azul para fazer o check in, despachei por ele e paguei apenas R$60. Odeio pagar taxas, ainda mais porque este valor não foi incluído no orçamento da viagem (saiba mais aqui), mas foi menos pior pagar R$60 do que R$120.

Então fica a dica: sempre baixe o aplicativo da companhia aérea onde você comprou sua bagagem.

Imagem da 3ª Ponte que liga Vitória a Vila Velha

De Vitória a Guarapari

Após uma conexão rápida em Confins/MG, cheguei em Vitória por volta das 10h. No aeroporto mesmo encontrei a sala do Águia Branca turismo/Viação Alvorada e comprei minha passagem para Guarapari por R$23,10, para às 10h30. Apesar do ônibus ter atrasado um pouco, cheguei no meu destino final por volta de 12h30.

Ir de Vitória a Guarapari de Ônibus é incrível. Você passa pela avenida beira mar da capital capixaba; depois passa pela 3ª Ponte, de onde é possível ver o Convento da Penha em Vila Velha; pelas praias de Vila Velha e depois chega a Guarapari.

Assim que atravessei a ponte que liga a Praia do Morro ao Centro de Guarapari, desci do ônibus. Da parada, resolvi pegar um Uber até o Villa Virtudes Hostel.

Villa Virtudes

Villa Virtudes Hostel

Me apaixonei por este Hostel assim que o vi no Booking. Apesar de ter opções mais em conta no site, acabei decidindo me hospedar nele e amei. O Hostel funciona em um casarão lindo em bem decorado no Centro de Guarapari, perto da Praia da Virtudes. Fiquei em um quarto privado, cuja diária custou R$100.

Era possível ir do Hostel à várias praias a pé, e quando já estava escuro e eu não estava afim de subir a ladeira sozinha, pedia um Uber rs.

E a chuva que atingiu a região metropolitana de Vitória?

Apesar de eu ter olhado o clima do local várias vezes e visto que em maio o risco de chover era mínimo, cheguei em Vitória junto com a chuva rs. Guarapari estava nublada e durante toda a minha estádia lá chuviscou ou choveu. No primeiro dia (16/05) dei uma volta pelas praias de Areia Preta e Castanheiras debaixo de um fino chuvisco. No segundo dia (17/05) até entrei no mar, nas Castanheiras, e fui a pé até a Praia do Morro.

Na madrugada do dia 17 para o dia 18 choveu muito em toda a região metropolitana de Vitória, e várias ruas da capital, de Vila Velha e Cariacica ficaram alagadas. Eu ia para Vila Velha no sábado, 18, mas após acompanhar alguns Instagrans locais e conversar com a co-anfitriã do apartamento que eu havia alugado pelo AirBnb, resolvi ficar em Guarapari, onde eu estava segura.

Acabei tendo que pagar mais uma diária no Villa Virtudes e na manhã do dia 19/05 parti para Vila Velha.

Confira mais informações sobre as praias de Guarapari no próximo post.


Por Di Lua, sobre Entretenimento
Dia 29/05/2019

Nesta última terça-feira, 28 de maio, conferi a Exposição “A beleza sombria dos monstros: 10 anos de A Arte de Tim Burton”, que será realizada até o dia 11 de agosto no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) de Brasília, e a entrada é gratuita. Eu amei a mostra e só digo uma coisa: vão.

Estava ouvindo falar desta exposição desde o início do ano, e como estou de férias do trabalho, aproveitei para ir à Brasília conferi-la em sua estreia. Posso dizer que fui a primeira (do grande público) a entrar na exposição, pois cheguei no CCBB às 8h30 achando que teria uma fila grande, mas estava bem tranquilo. O Centro Cultural abre às 09h, mas como era o primeiro dia da exposição, houve um atraso e eu e os demais só podemos entrar na mostra por volta das 09h40.

Apesar de não ter encontrado o Tim Burton (ele esteve em Brasília no domingo e na segunda para ver a “A beleza sombria dos monstros: 10 anos de A Arte de Tim Burton” de perto), eu amei a exposição, que é, além de sombria, bem interativa.

A beleza sombria dos monstros: 10 anos de A Arte de Tim Burton

A exposição comemora dez anos da publicação de “A Arte de Tim Burton”, livro que reúne referências e matérias de pesquisa de 40 anos da carreira do cineasta californiano, responsável pela direção de Edward Mãos de Tesoura (um dos meus preferidos), “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (2005), Beetlejuice – Os Fantasmas se Divertem, A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça, A Noiva Cadáver, Alice no País das Maravilhas, entre outros.

Assim como o livro, a mostra é dividida em 13 capítulos que abordam os temas comuns do trabalho de Tim Burton, como animais, pessoas, monstros, coisas, palhaços, amor, entre outros.

A maioria dos ambientes são interativos, onde o visitante pode entrar no universo criativo de Burton, além disso, vários conceitos visuais e ilustrações do arquivo pessoal do cineasta fazem parte dos ambientes da mostra.

A exposição não pode ser fotografada, mas há alguns painéis e espaços próprios para tirar foto. Assista ao vlog dessa viagem aqui.

E você, gosta do trabalho do cineasta? Ficou com vontade de ver a exposição? Comente aqui:


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 12/05/2019

A chave do sucesso de uma viagem é o planejamento. Nem sempre temos dinheiro suficiente para fazer várias viagens no ano ou fazer aquela viagem dos sonhos, mas com um bom planejamento tudo é possível. A primeira coisa que faço ao pensar em uma viagem é colocar a estimativa de gastos no papel.

Eu sempre divido a lista em dois gastos principais: os fixos, que engloba passagem, locomoção e alimentação; e o gastos extras, que envolve passeios e compras.

Planejamento de Viagem

Gastos fixos:

Passagem: Como irei chegar no meu destino? É para o exterior e vou de avião? É para uma cidade no meu próprio estado e vou de ônibus? Após definido isso começo a pesquisar os valores dessas passagens e anoto os valores que encontro na minha planilha. Por exemplo, vou para Vitória/ES e minha passagem custou R$350.

Carro: Vou com amigos e vamos dividir o combustível? Quantos km da minha cidade até o local para onde vamos? Qual a expectativa de gasto com combustível? Vamos de avião, mas chegando lá alugaremos um carro? Anoto todos estes valores em minha planilha

Hospedagem: Defini o hostel ou o hotel que irei me hospedar? Anoto o valor total das diárias mais as taxas na minha planilha. Por exemplo: Vou me hospedar três dias no Hotel B, onde a diária custa R$100, desse modo gastarei R$300 com hospedagem.

Alimentação: Este é o ponto mais difícil na hora de planejar uma viagem, pois raramente sabemos o valor da comida em determinado lugar. Mesmo vendo em grupos de viagens o relato de pessoas sobre quanto gastaram com alimentação em uma viagem para a Disney, por exemplo, isso é bem relativo de pessoa para pessoa.

Mel’s Drive In – Los Angeles

Eu sempre tento fazer uma média de quanto irei gastar com alimentação. Sempre que viajo prefiro hotéis e hotéis com o café da manhã incluso, pois é minha refeição preferida e acho que dá para economizar um pouco com isso. Como eu sei que como pouco, levo em consideração o preço do prato executivo no local que eu vou. Para isso faço uma pesquisa em sites de dicas e ou compras coletivas da cidade para qual eu vou. Se a média da refeição no local é R$25, estimo que gastarei R$25 no almoço mais R$25 na janta, e acrescento R$10 de extra para lanches da tarde ou bobeiras na rua. Desse modo, planejo R$60 por dia para alimentação, totalizando R$180 para alimentação em uma viagem de três dias.

Pode ser que eu gaste mais ou menos dependendo do dia e do passeio, pois nem sempre quando eu viajo eu faço as refeições certinho. Às vezes estou batendo perna e prefiro fazer só um lanche, no outro dia resolvo jantar em um lugar mais caro. Mas ainda sim prefiro fazer uma provisão de quanto gastarei com alimentação durante a viagem.

Ahh, se você tem uma conexão longa e precisará comer no aeroporto ou se vai viajar de carro e fará paradas, anote esse valor também.

Cachoeira da Fumaça – Nova Ponte/MG

Locomoção: Não vou locar carro e vou me locomover apenas de Uber durante minha viagem? Faço uma pesquisa no próprio Uber colocando o endereço do meu hotel até o Museu X que quero visitar, o valor que dê eu anoto e assim faço com os outros pontos do meu roteiro. O valor total eu jogo na minha planilha.

O mesmo vale para transporte público, pesquiso o valor do transporte público e multiplico pela quantidade de vezes que vou utilizar. Na maioria das minhas viagens eu faço meu roteiro pensando nos lugares que são próximos um do outro e que possam ser feitos a pé. Assim, uso no máximo três bilhetes de transporte público por dia. Assim, se o bilhete do ônibus custa R$4 e vou utilizar três por dia, gastarei R$12 todos os dias e um total de R$36 (três dias de viagem) com transporte público.

Gastos extras

Santa Mônica Píer

Passeios: Pretendo visitar o Museu X e ele cobra R$5 a entrada? Quero fazer o Passeio da Maria Fumaça, que custa R$50? Anoto o total de gastos com passeios, entradas em museus, visitas e tours na minha planilha.

Compras: Para não extrapolar e nem ficar sem comprar nada eu estipulo um valor que eu posso gastar com compras de lembrancinha, artigos de decoração, entre outros.

Desenvolvi um freebis para ajudar vocês à planejarem suas viagens. Baixe aqui e imprima <3

Este post faz parte de uma série de planejamento de viagens e você pode conferir o primeiro post aqui.

Confira este post em formato de vídeo aqui.


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