Por Di Lua, sobre saúde e beleza
Dia 22/02/2017

loção pós sol caladryl lary di lua (1)

Há uns quinze dias aconteceu o Bazar da Manas no Centro de Goiânia, e eu fui expor algumas peças minhas. O clima estava bem doido neste dia: chuviscava e depois o sol quente tomava de conta, e o resultado no final da manhã foi: pele avermelhada, descascando e coçando. Assim que cheguei em casa e vi a situação da minha pele, corri e passei a loção Pós Sol da Caladryl que veio na minha Glambox de Janeiro (confira aqui minha opinião sobre a Glambox), e amei a ação dele.

Descrição do Pós Sol segundo a Caladryl

“Após exposição excessiva ao sol, a pele precisa de cuidados especiais. Caladryl pós sol recupera a hidratação da pele e deixa uma agradável sensação de frescor, aliviando e suavizando os efeitos do sol na pele”.

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Aplicação do Pós Sol – Caladryl

É preciso agitar bem o produto antes de aplicar na pele limpa e seca, e pode aplicá-lo de três ou quatro vezes por dia. O produto tem uma coloração salmão, mas que não mancha a roupa ( ponto positivo). ALém disso ele tem uma consistência mais líquida, que espalha bem, e não é oleoso.

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O que achei do Pós Sol – Caladryl

Apliquei o produto assim que percebi o estado dos meus ombros e imediatamente senti um alívio. Como o sol estava muito forte e eu queimei bastante, minha pele começou a descascar e a coçar, mas no terceiro dia de uso do pós sol (passava pela manhã e à noite) o vermelhidão e o incômodo da pele descascando foi desaparecendo. Para quem sempre sofre com a ação do sol forte, gostei muito do resultado da loção e sua ação rápida.

A loção Pós Sol da Caladryl tem 100 ml e custa R$29,90 aproximadamente.

E você, já tinha usado essa loção? o que achou? ficou com vontade de usar? comente aqui


Por Di Lua, sobre Moda
Dia 19/02/2017

Look calça jeans e colete lary di lua (2)

Amo looks com calça jeans, pois são mais confortáveis e cai bem em quase toda as ocasiões: happy hour com os amigos, no escritório, na aula, na reunião, na balada de sexta, entre outros. Contudo, muitas vezes tenho receio de meus looks com calça jeans cair na mesmice, e por isso acabo optando por uma terceira peça (que também amo muito). E foi assim que montei o look calça jeans e colete que usei na segunda-feira para ir na aula de pintura digital (oficina que estou fazendo na Escola Saga).

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Este colete ,que na verdade era uma camisa jeans que euhavia encontrado em um brechó do Centro de Goiânia há muito tempo atrás, é meu queridinho. Quando a camisa começou a ficar apertada e ser jogada de lado, resolvi reaproveitá-la transformando-a e em um colete, e ficou ótimo. O outro destaque do look é esse oxford nude que comprei lá em Sampa. Eu já tinha um oxford prata (olha o consumismo) e me apaixonei neste enquanto andava pelo Brás. Além de ser muito confortável, este tipo de calçado dá um ar mais “arrumadinho” ao look, e eu adoro combiná-lo com calça jeans e camiseta.

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O cenário escolhido para fotografar este look foi o Beco do Codorna, o 1º Museu de Arte Urbana do Centro Oeste Goiano de Grafites ao Ar Livre, localizado entre a Avenida Goiás e a Avenida Tocantins no Centro de Goiânia. O Beco era um espaço esquecido pelo poder público mas que vem sendo revitalizado pelos produtores culturais independentes, e está lindo, cheio de grafites incríveis, como este das asas feito pelo Dequete (artista visual). Pelo menos uma vez no mês há algum evento cultural do Beco do Codorna, e sempre que dá eu apareço por lá.

Look calça jeans e colete lary di lua (6)

E aí, gostaram do meu look “Calça jeans e colete”? e do cenário escolhido? comente aqui:


Por Di Lua, sobre Uncategorized
Dia 12/02/2017

cafecompsique lary di lua

Milhões de pessoas no mundo são afetadas por alguma doença psicológica (transtorno obsessivo-compulsivo, transtorno bipolar, anorexia, depressão, estresse pós-traumático, entre outros), e muitas dessas pessoas são nossos tios, amigos, pais, avós, companheiros, ou seja, pessoas muito próximas de nós. Por motivos emocionais, algumas não conseguem se manter em um emprego, tem dificuldade em conviver com o outro, e na maioria das vezes não são aceitos. Infelizmente, várias pessoas acabam achando que o outro está “inventando” história, que a pessoa é preguiçosa, ou está apenas passando por uma má fase, julgamentos que só acaba piorando o estado psíquico da pessoa que sofre de depressão ou de outra doença psicológica.

@hannes_casparFoto Reprodução: Whattarollmag

Por isso, Mariana, de 24 anos, criou o Café com Psique, blog para falar sobre depressão, psicanálise, superação e empoderamento. Mariana passou por diversas dificuldades por causa da depressão, inclusive foi internada, e começou a escrever sobre como uma forma de se tratar. Ela conta que o feminismo e as questões sobre empoderamento também a ajudaram bastante, e continuam ajudando, e por este motivo também são temas abordados no blog.

Formada em Letras, Mariana escreve muito desde criança e por isso escolheu falar sobre a doença no blog. “ Trabalho como redatoras em agências de publicidades, escrevo para viver, e por isso criei o blog, para usar meus talentos e falar das coisas que estavam me afligindo”, afirma.

“Reflita e me diga: depressão é loucura?

Você alguma fez já se fez aquela pergunta: Se eu ficar louco, vou ao menos saber que estou ficando louco?

Você alguma vez já se sentiu cansado, muito cansado, às 8 horas da manhã, depois de ter dormido 10 horas de sono? …” – Do olhar cheio de névoa e de uma luz possível (continue lendo aqui).

Assim, convido todos vocês a conhecerem o Café com Psique e dar aquela força para a Mariana.

Blog: Café com Psique

Página no Facebook: Café com Psique

Gratidão!

8159668469_f01a4d1e8a_bImagem Reprodução: Kyle Thompson 


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