Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 27/03/2020

Que tal aproveitar esse tempo a mais em casa para viajar através de filmes? Neste post listei seis filmes para viajar através de paisagens incríveis pela Itália, Estados Unidos, Índia, entre outros, que já me fizeram e ainda me fazem sonhar em conhecer alguns lugares. Veja:

Seis filmes para viajar sem sair de casa

A Incrível Jornada 2, Perdidos em San Francisco (foi por conta desse filme que eu me apaixonei por SF) – Os cães Chance, Shadow e a gata Sassy fogem do aeroporto quando seus donos estão indo passar as férias no Canadá. E assim acabam ficando perdidos em San Francisco, enfrentando chuva, fome e até mesmo a carrocinha. A história é fofinha, mas o ponto alto são as ladeiras e as paisagens de SF.

Na Natureza Selvagem – Chris McCandless, um jovem norte-americano de classe média alta, que doa todo o seu dinheiro, abandona seus pertences, e mais tarde seu carro, e cai na estrada sem nunca mais dar notícias aos pais. Ele adota um outro nome, Alex Supertramp, e viaja sozinho durante dois anos até chegar no Alasca onde acaba morrendo. No trajeto ele conhece diversas pessoas e nos inspira a questionar as imposições sociais. Muitas paisagens lindos, principalmente do Rio Colorado e do Grand Canyon.  O filme é baseado em fatos reais e no livro de Jon Krakauer (confesso ter achado ele um pouco egoísta após ler o livro, mas isso é assunto para um post que estará no blog em breve). Esse é um filme que me inspirou muito a viajar sozinha pela primeira vez.

Filmes para viajar: América do Sul

Diários de Motocicleta – Baseado em fatos reais, o filme mostra a viagem de Che Guevara e seu amigo Alberto Granado pela América do Sul de motocicleta. No entanto, após 8 meses, o veículo quebra e eles continuam a viagem pedindo caronas. Belas paisagens, cultura e aspectos econômicos dos países sul americanos são explorados no filme.

Expedition Happiness (Destino Felicidade) – Conheça o Alasca, México, Estados Unidos, Argentina e outros países americanos com este documentário. Felix e Selima cruzam a América de Motorhome com Rudi, o cachorro do casal, passando perrengues e mostrando imagens magníficas. Leve, com fotografia linha e uma trilha sonora incrível, esse é um dos filmes que com certeza te fará viajar. Tem na Netflix.

Filmes para viajar pela Itália

Créditos: Julia Roberts as “Liz Gilbert” in Italy in Columbia Pictures’ EAT, PRAY, LOVE.

Comer, Rezar e Amar – Liz Gilbert é uma jornalista que decide tirar um ano sabático após se divorciar. Ela vai em busca de crescimento espiritual e acaba aprendendo a comer, rezar e amar na Itália, na Índia e em Bali, respectivamente. As paisagens são de tirar o fôlego e com certeza esse filme te fará viajar muito, seja pelos lugares ou pela vontade de fazer as malas e viver experiências parecidas. O filme é inspirado no livro homônimo e está disponível na Netflix.

Créditos da imagem: TOUCHSTONE / THE KOBAL COLLECTION

Sob o Sol da Toscana – A escritora Frances Mayes leva uma vida feliz em San Francisco até se divorciar. Ela viaja para a Itália, mesmo estando triste, após muita insistência das amigas e acaba comprando uma casa na Toscana. Enquanto ela reforma seu novo lar, acaba se apaixonando. Vale a pena assistir para se apaixonar ainda mais pelas paisagens da Toscana e por Positano, que também aparece no filme.

Quais são os filmes que te fazem viajar ou sonhar em conhecer um lugar? comente aqui:


Por Di Lua, sobre Entretenimento
Dia 19/03/2020

A fim de evitar um pico muito maior do coronavírus no país, a Organização Mundial da Saúde (OMS) tem recomendado o isolamento em casa (quarentena). Assim várias pessoas, que podem fazer isso, já estão fazendo isso de forma voluntária, além disso, alguns estados têm tomado medidas para que as pessoas evitem aglomerações nos próximos 15 dias.

Aqui em Goiás um decreto de quarentena que começa a valer nesta quinta, dia 19, suspende a abertura de shoppings, galerias, realização de feiras, bares, restaurantes, cinemas, clubes, teatros, entre outros, como uma forma de conter a propagação rápida do vírus. Contudo, supermercados, hospitais, laboratórios, distribuidoras de gás e farmácias ficarão abertas.

Apesar do momento ser bem preocupante para todos, o ideal agora é relaxar e tentar se distrair. Além de não compartilhar fake news, se você pode ficar em casa (foi dispensado do trabalho, faculdade) aproveite o tempo livre em casa para:

Quarentena: Visitar Museus

Não, você não precisa sair de casa e colocar a vida de outras pessoas em risco indo no Museu “físico”, mas você pode conhecer vários por meio do acervo digital e tours interativos. 

1. Pinacoteca di Brera – Milão

2. Galleria degli Uffizi – Florença

3. Musei Vaticani – Roma 

4. Museo Archeologico – Atenas

5. Prado – Madri

6. Louvre – Paris

7. British Museum – Londres

8.  National Gallery of art – Washington 

9. Museu Tecnológico de Viena

10. Los Angeles County Museum of Art (LACMA)

11. The San Francisco Museum of Modern Art (SFMOMA)

Ler um livro

Eu acredito que a maioria das pessoas tenha um livro em casa que nunca leu, portanto, aproveite esse tempo para lê-lo. Já leu todos que tem aí? Hoje em dia é muito fácil encontrar diversos títulos em pdf na internet. O Le Livros e o Baixe Livros disponibilizam diversos livros em pdf para baixar gratuitamente.

Se aperfeiçoar fazendo um curso online

Há inúmeros sites onde você pode estudar um pouco, aprender determinada profissão, bem como se aperfeiçoar em um instrumento musical. Além disso, com a pandemia do Coronavírus, muitos sites disponibilizaram cursos em diversas áreas gratuitamente para incentivar as pessoas a ficarem de quarentena.

Casa do Saber on Demand – O acesso à todos os cursos do aplicativo estão liberados pelos próximos 30 dias. Há cursos nas areas de artes plásticas, ciências sociais, cinema, filosofia, história, música, psicologia, entre outros.

Unesp Aberta – A Universidade do Estado de São Paulo oferece mais de 70 temas para estudo nas áreas de Humanas, Exatas e Biológicas gratuitamente. 

Udemy – O site disponibilizou mais de 400 cursos gratuitos (excel, design think, finanças, programação, entre outros). Ademais, vários professores também liberaram seus conteúdos gratuitos. 

Coursera: A plataforma dará acesso gratuito à todos os universitários cujas universidades foram impactadas pela pandemia. Entretanto, os estudantes precisam entrar em contato com representantes de sua instituição de ensino para participar.

Se afastar um pouco da internet fazendo trabalho manual

Sabe tricotar, costurar, ou fazer algum tipo de trabalho manual? então aproveite o período para praticar e fazer arte, deixar a cabeça mais livre. Eu amo ponto cruz e estou aproveitando para bordar algumas toalhas e quadrinhos. A atividade me ajuda a ficar longe da internet e, portanto, diminui a vontade em ficar lendo noticias sobre a pandemia o tempo todo. Há um tempo fiz um tutorial ensinando a fazer ponto cruz, veja:

E você, o que tem feito?


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 12/03/2020

Na tarde desta quarta-feira, 11, adiei meu intercâmbio para Malta por conta do Coronavírus. Ainda ontem ele foi foi classificado como Pandemia pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Eu viajaria hoje, 12, para Paris/França e no domingo para Malta. Contudo, ontem o governo maltês proibiu voos da Alemanha, França e Suíça na ilha. Além disso, decretou que aqueles que tivessem chegado recentemente desses lugares deveriam passar por quarentena sob pena de multa de € 1000.  

Fiquei muito triste em ter que cancelar a viagem e adiar o intercâmbio. Contudo, após as inúmeras mensagens de apoio via Instagram vi que foi a melhor decisão que tomei. Não ia adiantar viajar e ficar presa em aeroportos, não podendo viajar. O momento é de incertezas, cada dia um decreto diferente de inúmeros países, o que gera ainda mais transtornos para quem está com viagem marcada.

Coronavírus: Cancelamento de reservas

Inicialmente fiquei sem saber o que fazer e depois comecei a ligar para todos os lugares onde eu tinha passagens e hostel reservados. Minha passagem para Paris era pela Latam e a MaxMilhas inicialmente falou que haveria um valor a ser pago pelo cancelamento, mas depois me respondeu que houve uma alteração e a mesma seria estornada integralmente.

Em relação a hospedagem, que eu já havia pago em Paris, a Booking.com conversou com o hostel, que pediu para retornar a ligação para o gerente nesta quinta. Pela manhã me retornaram e me avisaram que o hostel iria me fornecer um voucher de crédito, mas que era preciso entrar em contato diretamente com eles. Enviei um email e eles me fornecerão um voucher para ser utilizado até março de 2021.

Já a minha passagem de Paris para Malta foi pela AirMalta que está suspendendo todos os voos indo e chegando na ilha da Alemanha, França e Suíça. O meu ainda não foi suspenso, mas já enviei um email solicitando o reembolso.

Eu também já havia comprado o ingresso para o Museu do Louvre e enviei um email para eles informando a minha situação. Ainda não fui respondida, mas acredito que eles irão estornar o valor, uma vez que o museu já estava contendo as visitas.

Intercâmbio para Malta

O meu intercâmbio foi fechado com a Intercâmbio Direto, que foi bem solícita. Eles me pediram para pensar uma nova data para combinar com a escola de inglês, que inicialmente iria trocar a data sem nenhuma alteração de valor. Contudo, depois me informaram que a escola está querendo cobrar uma diferença pois agora irei em alta temporada. Eu aleguei que não foi uma opção minha e mesmo que eu tivesse embarcado, eu não poderia estudar uma vez que as escolas foram obrigadas a fecharem nesta quinta, 12.

Seguro Saúde e Pandemia

A maioria dos seguros saúde e seguros de viagem têm cláusulas que suspendem a validade do mesmo em caso de pandemia, o que torna a situação de pessoas com viagens próximas ou no meio de viagens ainda mais desesperador. Contudo, alguns advogados e órgãos fiscalizadores, como o Procon, estão afirmando que a medida é abusiva e que o consumidor precisa ser atendido diante do coronavírus. Neste caso é essencial que todos guardem todas as provas relacionadas à viagem, emails, materiais e registrem reclamações no órgão caso se sintam lesados.

Salve esse post em seu Pinterest para você consultar depois <3

Por Di Lua, sobre Uncategorized
Dia 14/02/2020
intolerância à frutose lary di lua

Recentemente descobri ter intolerância à frutose. Entretanto, desde o final de 2018 eu tratava do problema como sendo uma colite reto-ulcerativa. Resolvi fazer este post pois recebo muitos comentários no meu Instagram sobre como estou magra. Além disso, é aos relatos pessoais que recorremos quando somos diagnosticados com alguma doença. Neste post vou falar um pouquinho de como tudo começou e como estou cuidando da minha saúde tendo intolerância à frutose.

Intolerância à frutose: O que eu estava sentido

No final de 2017 comecei a notar que eu estava tendo diarreia com frequência. Inicialmente eu pensei que eu poderia ter comido alguma coisa estragada ou era o leite que estava me fazendo mal. Nessa época cheguei a marcar um clínico geral, que acabou descredenciando do meu plano de saúde. Sou agregada do plano de saúde da minha mãe, o IMAS, que é o plano dos funcionários da prefeitura de Goiânia. 

Como eu estava preparando minha viagem para os Estados Unidos, e sem tempo para médico, acabei deixando de lado e passei a só tomar leite desnatado. Quando eu passava mal corria e tomava um remédio para repor a flora intestinal ou cortar a diarreia ( o que é bem errado, eu sei). Durante a viagem passei mal em um sábado que estava no Gleanings. Aos finais de semana não tinha refeições para os voluntários, mas todos poderiam pegar o que tivesse pronto ou sobrado na cozinha. Nesse dia eu peguei laranjas, bolachas e tomei leite. Passei mal a tarde toda e logo pensei que poderia ser o leite. Em Las Vegas acabei comendo uma salada no SubWay com muitos jalapenhos (pimenta muito ardida e bem famosa no México), por não ter entendido o que a atendente tinha falado (kkkk) quase morri comendo e  acabei passando mal também.

Diagnostico

No mês de junho, já no Brasil, saí um dia e acabei almoçando kafta, queijo e mel e passei mal o dia todo. Além da diarreia eu vomitei muito. Depois disso marquei um gastroenterologista (especialista em doenças do aparelho digestivo). Na primeira consulta (que ocorreu no final de agosto de 2018) contei para o médico tudo o que eu sentia e que suspeitava de intolerância à lactose. Na mesma hora ele descartou a intolerância, disse que deveria ter uma gastrite e me passou endoscopia. Fiz o exame e, tirando duas pequenas pedras nos rins, não deu nada. Então ele passou uma colonoscopia, onde foi diagnosticado uma colite, inflamação no intestino.

Com o resultado do exame, o gastro me encaminhou para o proctologista (especialista em doenças do intestino grosso, do reto e ânus), pois ele poderia me passar remédios e uma dieta específica. Na primeira consulta (no início de dezembro) o baque: tomar medicação durante três meses e parar de comer: açúcar, fritura, gordura, leites e derivados, carne vermelha, pimenta, álcool, doces e chocolate. Resumindo, eu poderia comer frutas, verduras, frango ou peixe assado e teria que fazer minha própria comida. 

Paralelamente, no início de 2019 fui em um hematologista (especialista em doenças do sangue), pois meu cabelo estava caindo muito e minhas unhas quebradiças. Em algumas das minhas pesquisas, li que a colite poderia estar provocando isso. Em 2018 eu havia reclamado disso para minha ginecologista que, após exames, me passou ferro e me orientou a procurar um hemato caso a queda de cabelo não parasse. Nos exames o médico verificou que minha ferritina e vitamina B12 estavam fracas e passou ferro quelado e injeção de vitamina, respectivamente.

Como convivi com Colite

Os primeiros meses seguindo a dieta passada pelo proctologista foram difíceis, eu não conseguia seguir a recomendação médica. Estava gastando muito com remédios ( um dos remédios a caixa custava R$100 e dava só para 15 dias, depois de 03 meses, acabei pegando ele no SUS) e continuava passando mal, tendo crises de diarreia durante alguns dias. Depois de três meses voltei novamente no médico que disse que se eu quisesse melhorar eu tinha que seguir a dieta a risca e foi o que fiz. Passei a cozinhar minha própria comida, fazer meu lanche, parei de sair para comer e evitava ir em festinhas. Nesse período perdi de 8 – 10 kgs e todo mundo começou a perguntar o motivo da minha magreza. Me sugeriram a procurar um homeopata e assim o fiz. 

Tratamentos integrativos

Depois de algumas pesquisas descobri aqui em Goiânia o Centro Estadual de Referência em Medicina Integrativa e Complementar (CREMIC). Para conseguir uma consulta com qualquer especialidade, você precisa ir no serviço social de algum Cais ou Ciams e pedir o encaminhamento para lá. No Cais, a assistente social me informou que a fila para a Homeopatia era muito grande e que seria melhor eu marcar para Fitoterapia e, depois, pedir encaminhamento. Com dois dias me ligaram agendando minha consulta.

Já na consulta contei para o médico o que eu tinha, o que estava tomando e mostrei meus exames. Ele então conversou comigo, passou duas receitas fitoterápicas e me orientou a fazer atividade física. Uma fórmula foi para diminuir a inflamação e a outra, que eu peguei no próprio hospital, para dormir melhor. O Cremic tem uma farmácia de manipulação e se tiver todos os ingredientes lá, eles fornecem para o paciente. O médico também me encaminhou para uma nutricionista no próprio Centro de Referência.

Acompanhamento com nutricionista

A consulta com a nutricionista foi ótima, ela falou de todos os alimentos que eu poderia consumir, como consumir (tipo o feijão, deixar de molho antes de cozinhar), o que não comer para evitar que o meu intestino trabalhasse muito, enfim, foi maravilhosa. Ela também sugeriu que eu fizesse algum tipo de terapia, pois a maioria dessas doenças crônicas acabam piorando quando ficamos muito estressados e me encaminhou para o Reiki, que eu amei. Eu fiz dez sessões de Reiki no Cremic (uma por semana) e agora estou dando uma pausa de dois meses para eu voltar a fazer novamente. Eles só fazem dez sessões para assim atender todos que estão na lista de espera.

Nesse meio tempo eu aprendi a conviver com a colite, voltei a viajar só, a sair com as amigas, passei a fazer yoga, enfim, viver uma vida normal. Em agosto de 2019  o proctologista tirou a medicação para ver como eu reagia sem ela, não tive mais crises, mas as vezes passava mal. Assim, no meu último retorno nele, em novembro de 2019, ele passou uma nova colonoscopia para ver como estava a inflamação.

Você tem intolerância à frutose

Marquei o exame no mesmo lugar que fiz da primeira vez. No dia solicitei a médica que tirasse material para a realização de biópsia, pois na anterior não havia apresentado a colite nas imagens. Ela olhou o exame e disse “você não tem colite, essa inflamação é de alguma intolerância alimentar, já marca com algum médico daqui da clínica”.

Fiquei com raiva mas também esperançosa. Pensava que ter alguma intolerância era menos pior do que uma doença crônica que pode ocasionar até mesmo cirurgias. Marquei a consulta com uma médica da clínica (particular) que logo que viu o resultado das colonoscopias (2018  e 2019) falou que elas realmente mostravam uma colite. Contudo, preferiu passar os exames de intolerância a lactose e frutose, além de uma Calprotectina (verificar sangue nas fezes) para ter certeza que eu não tinha colite.

Fiz os exames e levei para ela. Resultado: sou tolerante à leite, mas sou intolerante à frutose, que é o açúcar natural das frutas e verduras. Ela me recomendou à ir em um nutrólogo ou nutricionista para entender o que eu poderia comer. Além disso, falou que eu não precisava tomar remédio e que eu só precisaria voltar nela novamente se voltasse a passar muito mal, com crises. 

Minha alimentação

Saí do consultório dando pulinhos de alegria, pensando nas coisas que eu poderia voltar a comer. Lembrei que nos dias que mais passei mal, eu havia comido alguma fruta ou um alimento com um teor de açúcar muito alto, como no dia em que comi queijo com mel. Cheguei em casa e fiz uma pesquisa mais completa: a frutose é um açúcar tão bom, que a indústria alimentícia e química o sintetizou e o utiliza não só em todas as comidas industrializada, mas também em pasta de dente, medicamentos, adoçantes entre outros. 

Fui em um nutrólogo que falou que não poderia fazer nada por mim (sério, ele usou essas palavras), e que eu deveria comer as frutas e ver quais me faziam mal e assim parar de comê-las. Depois pedi orientação à Nutricionista do Cremic, que me falou quais frutas tem menos açúcar e eu poderia comer, o que evitar.  

Voltei a comer carne vermelha, tomo leite desnatado às vezes, mas continuo fazendo meus lanches em casa, evitando comer na rua. Minha ferritina aumentou, mas ainda está no limite. 

No próximo post sobre intolerância à frutose falo quais frutas e legumes tem menos açúcar, quais não posso comer de jeito nenhum, entre outras informações.


Páginas12345... 245»