Por Di Lua, sobre Moda/Beleza
Dia 14/06/2019

A tendência Western chegou com tudo no outono/inverno 2019 e eu gostei bastante, pois é um estilo já que incorporei no meu estilo pessoal. O estilo inclusive apareceu na passarela da Dior Cruise 2018, que conseguiu coordenar ponchos, bota country e casacos pesados com peças mais leves, como a renda.

Dior Cruise 2018 – Imagem Reprodução: In Style

Contudo, muitas pessoas torcem o nariz quando ouvem falar do estilo Western (que tem suas origens no Velho Oeste), por que acham que é se caracterizar totalmente de cowboy ou cowgirl, como se a regra fosse: se vista para ir à um rodeio, embora não seja isso.

Sempre que me perguntam meu estilo, respondo que ele é boho, pois gosto da mistura de vários estilos que ele proporciona, mas sempre pensando no conforto e em looks fluídos. E um dos mix mais importantes desse estilo é o Western. É muito comum encontrar botas chelsea, bolsas com franjas, cintos com fivelas e lenços quando se pesquisa por estilo boho na internet, por exemplo.

Além disso, música, filmes e séries influenciam muito na construção da nossa personalidade e, consequentemente, no nosso estilo. Sabem quais são meus tipos de música preferidos? Rock, country/rock e folk hahaha. Ou seja, o estilo Western faz parte totalmente do meu estilo, mesmo eu não gostando nem um pouco de sertanejo.

Peças chaves do estilo Western

O Western tornou se popular nas décadas de 1940 e 1950 por meio dos cantores country e dos filmes de Velho Oeste. Ele é inspirado nas roupas utilizadas pelos camponeses norte-americanos do século XIX, por isso o jeans e o couro são muito comuns no estilo.

Para arrasar na hora de pensar em looks inspirado no Western invista nas seguintes peças:

Botas: de cano médio, bordada, com fivelas, com tachas, com detalhes de animal print, bota de cano curto, enfim, essa é a peça essencial do estilo e por isso tem que ter. Aposte em um modelo que seja fácil coordenar com seu estilo e possa ser usada em produções mais básicas e do dia a dia.

Peças com franjas: pode ser uma bolsa tipo saco, uma bolsa pequena a tiracolo, um detalhe na bota de camurça, na camisa preta ou na jaqueta marrom de sued. A Franja garante mais movimento ao look, e isso é essencial no estilo Western.

Cintos: esse é um acessório essencial do estilo. Aposte em modelos largos e com fivelas grandes. Eu amo aqueles cintos duplos e acho a cara do estilo Western.

Estampas: Aposte em vestidos fluídos com estampas florais, ou em estampa de estrelas. Ambas são a cara do Western, principalmente coordenadas com uma segunda peça, que pode ser uma jaqueta de couro, cardigan com texturas e até mesmo com ponchos. A estampa xadrez também é curinga na produção Western, mas cuidado na hora de usar. Escolheu uma camisa xadrez? aposte em uma peça lisa ou jeans para a parte de baixo, por exemplo.

Couro e camurça: são tecidos bem característicos do estilo e comumente vistos em jaquetas, botas e até em calças. Esqueça a jaqueta de couro preta e aposte em tons terrosos.

Lenços: amarrados no pescoço e coordenados com camisas de cores claras, ou amarrada na bolsa ou no lugar do cinto, pode se jogar no acessório. Aposte naquele lenço tipo bandana.

Como incorporar o Western ao seu estilo?

O grande truque para incorporar o Western ao seu estilo pessoal é escolher uma ou duas peças que tragam a tendência de forma mais sútil ao look, pode ser um cinto de fivela coordenado com uma bota bordada, ou uma jaqueta de couro com franjas.

Também é importante observar como o estilo é trabalhado nos catálogos de moda: nada é muito over, exagerado, mas bem moderninho e feminino. Aproveite para se inspirar na coleção Western da Amaro.

E por último, assista à alguns filmes em que o estilo é bem presente para você se inspirar, vale filmes de velho oeste ou filmes uma pegada mais country/rock, como Easy Rider, Johnny e June (que conta um pouco da história do Johnny Cash, considerado o rei da música country),Thelma e Louise, entre outros.

E vocês, gostam deste estilo? Comente aqui!

* Imagem do banner: Harpers Bazaar. Photographs by: Mariano Vivanco, Fashion Editor: Joanna Hillman Sep 12, 2017.


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 11/06/2019
Esse letreiro está localizado no começo da Praia de Areia Preta

Ama o litoral? então você precisa conhecer estas praias de Guarapari. Eu não tive muita sorte na minha estádia, pois só choveu. De toda forma consegui conhecer algumas praias da cidade, veja:

Praia das Virtudes

Essa praia fica bem pertinho do hostel que eu me hospedei, o Villa Virtudes, e apesar do tempo nublado e mar agitado, deu para ver o quanto é bonita (olha só qual era minha expectativa aqui). Essa é uma das praias de Guarapari que é cercada por prédios, até parece uma praia particular, pois é cercada por alguns prédios. Não é específica para tomar banho, por contas das pedras, mas para apreciar a vista.

Poço dos Jesuítas

Um ponto alto, com uma das vistas mais bonitas de Guarapari, o Poço dos Jesuítas também fica bem próximo do Villa Virtudes. Você chega até o local pela parte alta e para ter acesso à praia precisa descer uma escadaria.  Vi várias fotos do local em dia de sol (tipo essa abaixo) e me apaixonei .

Foto reprodução: Terra Capixaba

Praia das Castanheiras

Localizada entre as Praias de Areia Preta e dos Namorados, a Praia das Castanheiras é uma praia linda cerca por enormes castanheiras (então é bem fácil encontrar uma sombra). No calçadão há quiosques e na orla alguns restaurantes. Como maio é baixa temporada, alguns restaurantes e quiosques estavam fechado.

Antes de chegar na Praia de Areia Preta você irá chegar no Siribeira Iate Clube, que é um restaurante, mas você pode entrar e ir até o mar e conferir de perto a paisagem que é de tirar o fogo. Tome cuidado para não chegar muito próximo ao mar, pois as pedras são bem escorregadinhas.

Praia de Areia Preta

A Praia de Areia Preta atraí muitas pessoas à Guarapari devido suas propriedades medicinais. Isso porque a areia da praia é monazítica, ou seja, possui uma concentração natural de minerais pesados, como fosfatos, cério, tório e urânio. Tais areias são popularmente usadas para tratar artrites e inflamações. Segundo pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo, a areia pode prevenir doenças.

Praia do Morro

A Praia do Morro é uma das mais famosas de Guarapari, e por isso possuí uma estrutura melhor para visitantes, como: banheiros no calçadão, quiosques, várias lojas de artesanato e restaurantes de frente a orla da praia. No dia 17 de maio, uma sexta feira, fui do Centro de Guarapari até a praia do morro caminhando e foi bem tranquilo. Cheguei lá por volta das 18h e o sol já tinha se posto, então só caminhei pela orla mesmo e aproveitei para comprar uma lembrancinha da cidade. Apesar do tempo nublado e de já estar escuro, tinha muitas pessoas na praia.

Quando estava me programando para conhecer Guarapari, me deparei com fotos lindas de algumas praias da cidade, entre elas: Praia dos Padres e Praia de Setiba.

Acompanhe os vlogs desta viagem no meu canal no YouTube.

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E você, já conhece Guarapari? Qual praia mais gostou de conhecer?


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 05/06/2019

No dia 16 de maio deste ano embarquei para mais uma viagem só, desta vez para Guarapari, Vila Velha e Vitória, no Espírito Santo. Programei duas diárias para Guarapari e três diárias para Vila Velha, sendo que tiraria um dia para conhecer Vitória também. Neste post vou falar como foi minha viagem de um modo geral: compra das passagens aéreas, locomoção de Vitória a Guarapari de ônibus, e onde me hospedei.

Praia das Virtudes – Guarapari

Comprei minha passagem de avião pela Avianca, e agora?

A viagem programada desde março sofreu alterações de última hora pois havia comprado minha passagem pela Avianca, que está em recuperação judicial e por isso cancelando vários voos. Fui no aeroporto de Goiânia no dia 30/04 buscar informações e o atendente da Companhia me informou que eu deveria pedir o reembolso no site, pois na semana da minha viagem nem haveria mais trabalhadores sequer.

Fiquei um dia tentando pedir o reembolso ou conseguir um novo voo por outra companhia e após horas no telefone, consegui solicitar o reembolso via Sub Viagens (onde comprei minha passagem). Estou aguardando o reembolso até hoje, apesar dele já ter sido confirmado pela Sub Viagens.

Como não queria perder minha viagem de férias, resolvi comprar uma nova passagem área, desta vez pela Azul. O primeiro voo, que custou R$310, era do dia 16/05 ao dia 21/05, com embarque da volta às 20h. Já o segundo voo, que custou R$488, era do dia 16/05 ao dia 21/05, mas com o embarque da volta às 08h, ou seja, nessa alteração acabei perdendo um dia de praia e sol em Vila Velha.

Dia da viagem sozinha para Guarapari

Aeroporto Internacional de Vitória

Medi minha mala de viagem pequena várias vezes e ela tinha exatamente o tamanho permitido para bagagem de mão, mas ao chegar no Aeroporto de Goiânia, a agente que encaminha as pessoas para o embarque desconfiou do tamanho dela e usou aquela caixa para medir. Como minha mala não é dessas moderninhas com as rodas 360º, as rodas fica um pouco para fora do limite de mala, o que foi suficiente para mandar eu despachar minha bagagem. O valor para despachar a bagagem era de R$120, mas como eu havia baixado o aplicativo da Azul para fazer o check in, despachei por ele e paguei apenas R$60. Odeio pagar taxas, ainda mais porque este valor não foi incluído no orçamento da viagem (saiba mais aqui), mas foi menos pior pagar R$60 do que R$120.

Então fica a dica: sempre baixe o aplicativo da companhia aérea onde você comprou sua bagagem.

Imagem da 3ª Ponte que liga Vitória a Vila Velha

De Vitória a Guarapari

Após uma conexão rápida em Confins/MG, cheguei em Vitória por volta das 10h. No aeroporto mesmo encontrei a sala do Águia Branca turismo/Viação Alvorada e comprei minha passagem para Guarapari por R$23,10, para às 10h30. Apesar do ônibus ter atrasado um pouco, cheguei no meu destino final por volta de 12h30.

Ir de Vitória a Guarapari de Ônibus é incrível. Você passa pela avenida beira mar da capital capixaba; depois passa pela 3ª Ponte, de onde é possível ver o Convento da Penha em Vila Velha; pelas praias de Vila Velha e depois chega a Guarapari.

Assim que atravessei a ponte que liga a Praia do Morro ao Centro de Guarapari, desci do ônibus. Da parada, resolvi pegar um Uber até o Villa Virtudes Hostel.

Villa Virtudes

Villa Virtudes Hostel

Me apaixonei por este Hostel assim que o vi no Booking. Apesar de ter opções mais em conta no site, acabei decidindo me hospedar nele e amei. O Hostel funciona em um casarão lindo em bem decorado no Centro de Guarapari, perto da Praia da Virtudes. Fiquei em um quarto privado, cuja diária custou R$100.

Era possível ir do Hostel à várias praias a pé, e quando já estava escuro e eu não estava afim de subir a ladeira sozinha, pedia um Uber rs.

E a chuva que atingiu a região metropolitana de Vitória?

Apesar de eu ter olhado o clima do local várias vezes e visto que em maio o risco de chover era mínimo, cheguei em Vitória junto com a chuva rs. Guarapari estava nublada e durante toda a minha estádia lá chuviscou ou choveu. No primeiro dia (16/05) dei uma volta pelas praias de Areia Preta e Castanheiras debaixo de um fino chuvisco. No segundo dia (17/05) até entrei no mar, nas Castanheiras, e fui a pé até a Praia do Morro.

Na madrugada do dia 17 para o dia 18 choveu muito em toda a região metropolitana de Vitória, e várias ruas da capital, de Vila Velha e Cariacica ficaram alagadas. Eu ia para Vila Velha no sábado, 18, mas após acompanhar alguns Instagrans locais e conversar com a co-anfitriã do apartamento que eu havia alugado pelo AirBnb, resolvi ficar em Guarapari, onde eu estava segura.

Acabei tendo que pagar mais uma diária no Villa Virtudes e na manhã do dia 19/05 parti para Vila Velha.

Confira mais informações sobre as praias de Guarapari no próximo post.


Por Di Lua, sobre Entretenimento
Dia 29/05/2019

Nesta última terça-feira, 28 de maio, conferi a Exposição “A beleza sombria dos monstros: 10 anos de A Arte de Tim Burton”, que será realizada até o dia 11 de agosto no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) de Brasília, e a entrada é gratuita. Eu amei a mostra e só digo uma coisa: vão.

Estava ouvindo falar desta exposição desde o início do ano, e como estou de férias do trabalho, aproveitei para ir à Brasília conferi-la em sua estreia. Posso dizer que fui a primeira (do grande público) a entrar na exposição, pois cheguei no CCBB às 8h30 achando que teria uma fila grande, mas estava bem tranquilo. O Centro Cultural abre às 09h, mas como era o primeiro dia da exposição, houve um atraso e eu e os demais só podemos entrar na mostra por volta das 09h40.

Apesar de não ter encontrado o Tim Burton (ele esteve em Brasília no domingo e na segunda para ver a “A beleza sombria dos monstros: 10 anos de A Arte de Tim Burton” de perto), eu amei a exposição, que é, além de sombria, bem interativa.

A beleza sombria dos monstros: 10 anos de A Arte de Tim Burton

A exposição comemora dez anos da publicação de “A Arte de Tim Burton”, livro que reúne referências e matérias de pesquisa de 40 anos da carreira do cineasta californiano, responsável pela direção de Edward Mãos de Tesoura (um dos meus preferidos), “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (2005), Beetlejuice – Os Fantasmas se Divertem, A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça, A Noiva Cadáver, Alice no País das Maravilhas, entre outros.

Assim como o livro, a mostra é dividida em 13 capítulos que abordam os temas comuns do trabalho de Tim Burton, como animais, pessoas, monstros, coisas, palhaços, amor, entre outros.

A maioria dos ambientes são interativos, onde o visitante pode entrar no universo criativo de Burton, além disso, vários conceitos visuais e ilustrações do arquivo pessoal do cineasta fazem parte dos ambientes da mostra.

A exposição não pode ser fotografada, mas há alguns painéis e espaços próprios para tirar foto. Assista ao vlog dessa viagem aqui.

E você, gosta do trabalho do cineasta? Ficou com vontade de ver a exposição? Comente aqui:


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