Por Di Lua, sobre Uncategorized
Dia 19/03/2010


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Não sei porque motivo, mas eu andava bem, e em uma rotineira manhã de sexta-feira, eu o vi. Na hora não reparei, mas quando esboçou um sorriso para fazer uma pergunta, eu percebi que eu conversava com um anjo, como era bom ouvir sua voz. Nesse momento, juro ter ouvido os sinos tocar, e sentir meu coração chegar na garganta. Pode ser que agi como idiota, mas que aquilo foi surreal foi.
Desse dia em diante, como se fosse obra do destino, nos esbarramos algumas vezes, o que fazia minha barriga gelar. Em uma manhã ensolarada, então nossos olhares se cruzaram e rolou o nosso primeiro beijo. Como sentir se amada era bom, andar de mão dadas e ter alguém para abraçar quando fazia frio, ou por medo, ou só para abraçar mesmo.
Meu desejo era que fosse para sempre, mesmo sabendo que o “sempre”, sempre acaba, e se dependesse de mim seria. Vivo intensamente, a cada segundo para não perder nenhum momento dessa fantástica loucura, chamada amor.
Ah e o que me inspira falar dele, Coldplay e o seu olhar.

Por Di Lua, sobre Uncategorized
Dia 15/03/2010

“O Mundo não se divide em gente boa e comensais da morte, todos temos luz e trevas dentro de nós”.

”Aqueles que nos amam nunca nos deixam de verdade,você pode encontra-las aqui (apontando o coração ) sempre que quiser”.

“Se você quer saber como um homem é veja como ele trata seus inferiores, e não os seus iguais”.

“A única raazão pela qual não perdi o juízo, é por que sabia que era inocente”.


Por Di Lua, sobre Uncategorized
Dia 10/03/2010

Foto retirada do site Vi.sualize.us, e para o Palavras Mil

Ela tentava mudar, viver a sua vida, mas você ainda fazia ela sofrer.

Em tudo que ela fazia você estava lá para atormenta-la, na escola, na hora de dormir, no seu livro preferido e na hora de dormir.

Ter você de vez em quando era legal, mas sempre à deixava triste.Não adiantava desejar que você sumisse, pois ai que sua presença se tornava mais marcante.

Ela tentava todo o tipo de distração para te afastar, viajou, fez curso de pintura, aprendeu a tocar violão e aos poucos você foi se afastando, no entanto, ainda permanecia em seus sonhos.
Em uma ensolarada manhã de primavera, enquanto ela lia um livro novo, você resolveu ir embora, pois já não tinha mais graça. Ela tinha deixado a vida leva-lá e agora já não notava sua presença, e você tinha perdido.

Ela já não tinha mais saudades.