Por Di Lua, sobre Uncategorized
Dia 30/05/2013

Apesar do sucesso todo que a saga Harry Potter fez, muitas pessoas ainda torcem o nariz, muitas vezes pela obra falar de magia, ser ficcional e classificada como infanto-juvenil (mesmo sendo lida por todas as faixas etárias). O fato é que a série é muito mais que uma mera história sobre magia para crianças.
J.K. Rowling deu toques reais a série, citando lugares, períodos da história, e personagens que existiram de verdade, como o Nicolau Flamel. Na série, Flamel era um famoso alquimista amigo de Dumbledore e criador da Pedra Filosofal, que produzia o elixir da vida ( prolonga o tempo de vida de quem o bebe). Ele e sua esposa viveram mais de 650 anos bebendo este elixir, até Voldemort tentar se apossar da Pedra,  Flamel então a destrói.
Na realidade, Nicolas Flamel foi um francês (Pontoise, 1330 ou 1340 — Paris, 22 de março de 1418) escrivão, copista e vendedor, que ganhou fama de alquimista após seus supostos trabalhos de criação da Pedra Filosofal. Ele escreveu “O Livro das Figuras Hieroglíficas” em 1399, “O Sumário Filosófico” em 1409 e “Saltério Químico” em 1414.
Segundo a lenda, Flamel encontrou um livro antigo com desenhos enigmáticos, aparentando hieróglifos. Ele só conseguiu entendê-lo quando encontrou um sábio judeu em uma estrada em Santiago (Espanha) que fez a tradução do livro, que tratava de cabala e alquimia, possuindo a fórmula da Pedra Filosofal. A Pedra era o elixir da longa vida e transmutava metais em ouro. A partir de 1380 ele começa a dedicar-se à alquimia prática, produzindo ouro no ano de 1382 e depois disso a transmutação em ouro. Conta a lenda que ele e sua esposa, Perrenelle Flamel, não morreram, estando na tumba deles apenas as vestes e nenhum corpo.
Nicolas Flameu é citado também em O Código da Vinci como sendo um dos grão-mestres do Priorado de Sião.

Por Di Lua, sobre Música, Uncategorized
Dia 28/05/2013
“I had to escape
The city was sticky and cruel
Maybe I should have called you first
But I was dying to get to you
I was dreaming while I drove
The long straight road ahead, uh, huh”

Roy Orbison
Ele dirigiu a noite toda para ficar com ela, pois não importava onde estava, sempre ouvia as batidas do coração dela. E sobre esse forte sentimento, Billy Steinberg e Tom Kelly escreveram “I Drove All Night“. A música foi gravada pela primeira vez por Roy Orbison em 1987, mas só foi liberada em 1992 após ter feito sucesso na voz de Cyndi Lauper, em 1989. Céline Dion também gravou uma versão da música no ano de 2003.
A versão de Cyndi  gravada para seu terceiro álbum , A Night to Remember, atingiu a 6ª posição na Billboard Hot 100. A cantora gostou da ideia “de uma mulher no controle”.
Cyndi Lauper
Os clipes da versão do Roy e da Cyndi são igualmente perfeitos. No primeiro, os atores Jason Priestley (Barrados no Baile) e Jennifer Connelly (Uma Mente Brilhante) protagonizam cenas quentes de paixão e desejo embalados pela velocidade. A fotografia do clipe ganha força com o uso de tomadas em preto e branco, sépia, azul envelhecido e em cores. Já na segunda versão, Cyndi protagoniza cenas de paixão, mas em uma atmosfera mais leve que a primeira. Assim como no clipe de Roy Orbison, há tomadas em preto e branco, azul e em cores. 

Confira:

Baixe as versões aqui.

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Dia 27/05/2013


Por Di Lua, sobre Cinema
Dia 23/05/2013

Quase famosos ( Almost Famous) é um filme diferente dos demais dedicados ao rock, ao invés de centrar a historia na decadência moral causada pelas drogas e em dramas pessoais, o filme do diretor Cameron Crowe encanta por ser uma homenagem do período musical retratado, final dos anos 70 e o inicio dos anos 80. O filme conta a história de William Miller (Patrick Fugit) de 15 anos que acompanha a turnê da banda Stillwater pelos Estados Unidos. O roteiro é baseado na experiência de Crowe como repórter da Rolling Stone. A trilha sonora é impecável, uma marca do cineasta , são músicas que casam perfeitamente com a narrativa, com destaque para a trilha do ônibus. Após passar a noite em uma festa regada a LSD, o guitarrista Russell Hammond (Billy Crudup) é levado por seu empresario ao ônibus da banda, onde o clima pesado aos poucos dá lugar a harmonia de seus ocupantes, que fazem as pazes cantando Tiny Dancer de Elton John. Quase Famosos é uma viagem fantástica à uma era perdida do rock.”

Por Jota Junior
Eu sempre fui fascinada por esse lado do rock, o início da banda, a vida dentro do ônibus, a fase antes do sucesso, as groupies. Quase Famosos mostra esse lado, e quando você percebe já está apaixonado pela história, pela Penny Lane (Kate Hudson) e/ou pela experiência que eles estão vivendo ( e aqui não me refiro a parte das drogas e outros excessos, mas sim da questão da aventura e do cenário musical da época). E o interessante, é que muitas coisas no filme são baseados na realidade como a própria Penny que realmente existiu, e foi uma das primeiras paixões de Crowe em sua juventude; a banda fictícia Stillwater é uma mistura de três grupos que Crowe adorava: Led Zeppelin, The Allman Brothers Band e Lynyrd Skynyrd; A cena em que o guitarrista Russell Hammond, após tomar LSD grita em cima de um telhado “Eu sou um deus dourado” foi protagonizada na verdade por Robert Plant, cantor do Led Zeppelin, no topo de um hotel de Los Angeles; O personagem interpretado por Phillip Seymour Hoffman também é verídico: o crítico Lester Bangs, que faleceu em 1982, e é considerado até hoje como um dos “papas” do jornalismo musical estadunidense.

William Miller

 

Sttiwalter e as groupies
Baixe Quase Famosos em torrent aqui

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