Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 30/01/2019

Localizada a 120km de Goiânia, Pirenópolis encanta a todos não só com a arquitetura colonial do século XVIII, mas também com a infinidade de cachoeiras. Em dezembro, fui até a cidade conhecer o Parque do Coqueiro, complexo  situado na Serra dos Pireneus com duas cachoeiras, a do Coqueiro e a da Garganta.

Saímos de Goiânia e seguimos para Pirenópolis pela BR153. Chegando na cidade, pegamos a Rodovia dos Pireneus (BR-070, Km 20) sentido Parque dos Pireneus. O inicio da rodovia, ainda no perímetro urbano da cidade, é asfaltada, mas logo começa o pedaço de chão (são 13km de terra batida e com cascalho solto). Levamos cerca de 40 minutos de Pirenópolis até o Parque do Coqueiro.

Cachoeira da Garganta

O Parque do Coqueiro conta com uma ótima estrutura: estacionamento, banheiros, restaurante, trilhas sinalizadas e calçadas até as cachoeiras. Primeiro fomos a Cachoeira da Garganta, que fica do lado esquerdo da bifurcação da trilha. A queda é pequena, mas devido ao poço fundo, é ideal para banho. Além disso, há um espaço aberto com grama próximo a cachoeira, ideal para estender a canga, fazer um piquenique. Já a Cachoeira do Coqueiro, que dá nome ao atrativo,  fica do lado direito da bifurcação. Ao se aproximar da cachoeira você vê um alto buriti na praia formada pela água. A cascata é linda e o poço é raso.

Cachoeira do Coqueiro

O valor da entrada no Parque do Coqueiro é R$25 para adultos; R$12,50 para crianças de 06 a 12 anos; e crianças até 05 anos não pagam. O valor do prato executivo (com arroz, feijão, carne a escolha, farofa e salada) custa R$25, há também porções e bebidas. É importante ressaltar que não é permitido no local: utensílios de vidro, animais domésticos, som automotivo ou mecânico e acender fogo.

Pirenópolis

Pirenópolis  foi fundada em 1727 as margens do Rio das Almas após descoberta minas de ouro na região. Entre o século XVIII e XIX, a cidade foi um importante centro urbano do Estado, cuja mineração, comércio e agricultura (destaque para o algodão) era as principais atividades econômicas. Por manter intacta sua arquitetura colonial e suas tradições religiosas, Pirenópolis, que recebeu esse nome em homenagem a serra dos Pireneus, foi tombada como Patrimônio Histórico Nacional em 1988 pelo IPHAN.

Está planejando uma viagem a Pirenópolis? Saiba mais aqui: O que fazer em Pirenópolis?


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 11/11/2015

o que fazer em Pirenópolis lary di lua (6)

Você gostou muito do post “Look da Lary: Portas de Pirenópolis” e ficou com vontade de conhecer a cidade ? Então continue lendo esse post e saiba o que fazer em Pirenópolis.

o que fazer em Pirenópolis lary di lua (5)

Andar pelas ruas da época colonial

Pirenópolis foi tombada como Patrimônio Histórico pelo IPHAN em 1989, devido a preservação de sua arquitetura e tradições. Andar pelo Centro Histórico da cidade é como viver na época colonial, observando os casarões e igrejas do século XVIII. Nessas andanças você vai acabar chegando na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário (A imagem de Nossa Senhora do Rosário chegou em Pirenópolis em 1727, e se tornou a padroeira da cidade), Igreja de Nosso Senhor do Bonfim e Igreja de Nossa Senhora do Carmo, e mesmo que você não seja católico, vai querer fotografá-las devido a sua arquitetura barroca. Vale a pena visitar também o Teatro de Pirenópolis, que mistura o colonial e o neoclássico, e o Cine Teatro Pireneus, em estilo art-déco.

o que fazer em Pirenópolis lary di lua (1)Igreja Nossa Senhora do Rosário
o que fazer em Pirenópolis lary di lua (4)Ponte sobre o Rio das Almas

Visitar Museus e teatro

Museu de Arte Sacra – O museu é integrado a Igreja Nossa Senhora do Carmo e foi fundado há mais de 250 anos. Lá você encontra diversos elementos artísticos como imagens santas, quadros e sinos. A imagem de Nossa Senhora do Rosários dos Pretos, do século XVIII e esculpida pelo artista barroco goiano Veiga Valle, é o item mais valioso do acervo.  O Museu está localizado no Bairro do Carmo e pode ser visitado de quarta a domingo, das 11 às 17h.

Museu do Divino – O museu está instalado no antigo prédio da Casa de Câmara e Cadeia  e fornece várias informações sobre a festa do Divino, uma das mais importantes da região. O turista tem acesso a fotografias, peças, roupas, imagens e muito mais. O Museu do Divino está localizado na Av. Beira Rio, no Centro Histórico de Pirenópolis. As visitas também acontecem de quarta a domingo, das 11 às 17h.

Teatro Sebastião Pompeu de Pina – O segundo teatro construído em Pirenópolis é datado do final do século XIX e início do século XX. O teatro está localizado no Largo da Matriz, no Centro Histórico da cidade.

o que fazer em Pirenópolis lary di lua (7)

Fazer trilhas e tomar Banho de Cachoeira

Com cerca de nove cachoeiras espalhadas pelo município, Pirenópolis é uma cidade para todos os gostos e estilos físicos (rsrs). Se você for mais sedentário, pode visitar a Cachoeira da Meia Lua, que não exige muito prepara físico. Agora, se você tem bom preparo físico você pode ir a Fazenda Bonsucesso, a 5km da cidade, e fazer a trilha que passa pelo trecho da Estrada Real (da época do Brasil Colônia e era usada para escoar o ouro produzido no município) e  leva a um conjunto de seis cachoeiras do ribeirão Soberbo, um dos afluentes do rio das Almas (rio que corta a cidade), denominadas de Açude, Landi, Palmito, Pedreira, Bonsucesso (com queda de 12 metros) e a Lagoa Azul.

Você ainda pode visitar a Cachoeira Nossa Senhora do Rosário, Cachoeira da Meia Lua, Cachoeira do Abade, Cachoeiras das Araras, Cachoeira da Usina Velha, Cachoeiras do Bonsucesso, Cachoeiras dos Dragões, Cachoeira do Lázaro, e a Cachoeira Santa Maria.

Se você gosta de água fria (muito fria mesmo), Pirenópolis é seu lugar.

o que fazer em Pirenópolis lary di lua (8)Lagoa Azul
o que fazer em Pirenópolis lary di lua (9)Bonsucesso

Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 03/11/2015

casarões de Pirenopolis lary di lua (2)

No último dia 02 de novembro, feriado de Finados, passei o dia em Pirenópolis – GO (popularmente conhecida como Piri) juntamente com a minha família e namorado. Aproveitei para tirar fotos das portas de Pirenópolis, a 120km de Goiânia, que encantam com sua arquitetura colonial.

Pirenópolis é uma cidade histórica que foi fundada em 1727 as margens do Rio das Almas após descoberta minas de ouro na região. Entre o século XVIII e XIX, a cidade foi um importante centro urbano do Estado, cuja mineração, comércio e agricultura (destaque para o algodão) era as principais atividades econômicas.

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Por manter intacta sua arquitetura e suas tradições religiosas, Pirenópolis, que recebeu esse nome em homenagem a serra dos Pireneus, que cerca toda a cidade, foi tombada como Patrimônio Histórico Nacional em 1988 pelo IPHAN.

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A arquitetura de Pirenópolis é no estilo barroco com influência colônial, por isso sua paisagem é um misto de casarões com fachadas coloridas, janelas e portas de madeira, assim como as igrejas católicas. As ruas de pedras são um charme a parte da cidade. O uso de varandas, onde os pirenopolinos recebem os amigos ou fazem as refeições, é muito comum. A maioria é decorada com móveis rústicos e muitas flores.

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Adoro visitar essas cidades antigas, cheias de historias, pois fico imaginado como era a vida ali há 200 anos, como era a paisagem, os ares, como as pessoas viviam e se relacionavam. Por isso, fiz uma espécie de editorial utilizando as portas dos casarões coloniais, que com certeza tem muita coisa para contar.

O look, mais uma vez, foi simples e confortável. Optei por camiseta, short e tênis para bater perna nas ruas inclinadas da cidade, e entrar nas lojinhas de artesanatos ou jóias, como também para fazer trilha até as cachoeiras.

casarões de Pirenopolis lary di lua (1)

E vocês, já conhecem Pirenópolis? ficaram com vontade de conhecer? Gostaram das fotos ?