Por Di Lua, sobre Música, Uncategorized
Dia 12/04/2012

 

Josenanes Junior

Em algum instante do dia 5 de abril de 1994 um estouro interrompe os sons cotidianos em uma casa situada em Lake Washington, Seatle. Tal barulho era o indicativo de algo inesperado que afetaria não somente as pessoas próximas ao principal personagem dessa história, mas também as de milhões de indivíduos comovidos pela interrupção de uma vida carregada de emoção, vibração e inconstância.

O barulho incomum era o tiro de uma espingarda, disparada pelo autor contra si próprio. Desta maneira brutal chegava ao final não somente a vida de um dos mais intensos e brilhantes músicos a caminhar sobre o palco da história do rock, mas também uma pessoa intensa, um verdadeiro vulcão de sentimentos e sentidos em forma humana. Terminava ali a vida de Kurt Donald Cobain, vocalista e guitarrista do Nirvana. Sua morte foi quase tão impactante e surreal quanto os acontecimentos de sua vida.

Filho de uma garçonete e de um mecânico, Kurt, nascido em Aberdeen, Washington, desde muito cedo fortes conviveu influências culturais em seu círculo familiar, um tio e uma tia músicos, no caso. Cobain demonstrara seu talento em forma de desenhos, os quais preenchiam seu quarto. Mas aos 8 anos de idade presenciou a separação de seus pais, afetando-o significativamente. A partir desse momento tornou-se mais rebelde, ao passo que sofria bullying na escola por manter amizade com um garoto homossexual.

Com o caminhar dos anos se desenvolveu como músico, tocando com diversos colegas até conhecer Krist Novoselic. Juntamente com este começou o Nirvana, banda de ascensão meteórica no cenário musical, não somente local, como a nível mundial. Acrescidos do baterista Dave Grohl, a consolidação no mundo musical estava completa. E este fator causou em Kurt um grande dilema, pois este tinha uma vontade crescente por conciliar o sucesso recente e rápido com suas raízes na música underground.

Em meados do início de 1990 conheceu Courtney Love, também do cenário de música underground. Viveu com ela até seus últimos dias e ainda tiveram Frances Bean Cobain. Mas apesar de todos estes acontecimentos, sua vida não andava como gostaria. O abuso constante das drogas e a forte depressão o levavam a extremos constantemente, variando frequentemente de humor. Até que no fatídico 5 de abril, não suportou mais as inconstâncias de sua vida e pôs um fim a ela.

Dezoito anos após sua triste partida deste mundo, seu legado continua vivo e intenso, suas letras fortes não são postas de lado e com o passar do tempo ganharam mais fãs. Uma vida interrompida, mas jamais uma obra esquecida.

Texto escrito pelo meu amigo  Josenanes Junior


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Dia 06/04/2012

Se tem uma banda que eu tenho ouvido muito ultimamente é o Bon Jovi, devido ao Jon com aquela voz linda sempre sussurrando em meu ouvido, e pelas letras que sempre me levam para longe.

O Jon Bon Jovi (John Francis Bongiovi Jr.) fundou sua primeira banda em 1969, e ele tinha apenas 7 anos, chamada Raze. Aos 13 anos, ele gravou “We Wish You a Merry Christmas”, em um disco de Natal de Star Wars, Christmas in the Stars. Em 1978, conheceu David Bryan, os dois fundaram a Atlantic City Expressway (ACE). Mesmo sendo menores de idade, tocavam em clubes de New Jersey. Ainda na adolescência, Jon Bon Jovi tocou na banda “Jon Bongiovi and the Wild Ones”.
Jon gravou a música “Runaway” com músicos contratados, conhecidos como “The All Star Review”, com Tim Pierce na guitarra, Roy Bittan nos teclados, Frankie LaRocka na bateria e Hugh McDonald no baixo em 1983. A canção
se tornou um sucesso imediato no verão de 1983.
Em março de 1983 Jon ligou para David Bryan, que chamou Alec John Such e Tico Torres. Eles conseguiram um contrato com a gravadora Polygram Em 21 de janeiro de 1984, ano em que lançaram o primeiro disco, e Runaway voltou a fazer sucesso. Vários guitarristas passaram pela banda, entre eles Dave “The Snake” Sabo, tocando apenas em 1984, até que Richie Sambora se juntou definitivamente ao grupo.
Bon-Jovi lary di lua
Os Anos 80 foram o auge da banda, sucessos como “You Give Love a Bad Name”, “Livin’ on a Prayer”, “Wanted Dead or Alive” e “Never Say Goodbye” faziam parte do 3º álbum da banda, Slippery When Wet ( 1986),
que levou a banda ao “status” de astros mundiais.
Na época, Jon Bon Jovi não queria incluir “Livin’ On A Prayer” no álbum, e que o mesmo só recebeu a canção graças ao esforço de Sambora em convencer o vocalista sobre o potencial da canção.
A minha musica preferida da banda”I’ll Be There For You”, faz parte do álbum New Jersey, lançado em 1988.
A década de 90 foi uma época difícil para a banda, as brigas constantes entre os membros fizeram alguns integrantes tentarem uma carreira solo. Jon Bon Jovi lança o seu primeiro álbum solo, intitulado Blaze of Glory com hits como Miracle e Santa Fe. Richie Sambora também lançou um disco solo. Stranger in This Town é de 1991 e foi baseado em suas raízes de blues.
Mesmo assim, eles ainda lançaram 3 álbuns nessa década. Keep The Faith em 1992;Cross Road (1994), coletânea que incluía duas músicas inéditas, “Always” e “Someday I’ll Be Saturday Night”; e These Days em 1995.
Nessa ultima década eles lançaram Crush (2000), One Wild Night Live (2001), Bounce (2002), This Left Feels Right (2003), o Box Set (2004) comemorando os 20 anos da banda, Have a Nice Day (2005), Lost Highway (2007), The Circle (2009) e a coletânea “Greatest Hits em 2010.



Ex-integrantes
Dave Sabo (The Snake) – guitarra solo (1983)
Alec John Such – baixo, backing vocals (1983-1994)

Formação atual
Jon Bon Jovi – vocais, guitarra rítmica (1983-presente)
Richie Sambora – guitarra solo, backing vocals (1983-presente)
Tico Torres – bateria, percussão (1983-presente)
David Bryan – teclados, backing vocals (1983-presente)
Hugh McDonald – baixo, backing vocals (1994-presente) 

 


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Dia 24/02/2012


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