Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 19/03/2019

Localizada a 223km da capital, Ubatuba é uma cidade localizada no litoral norte de São Paulo e um dos principais pontos turísticos do Estado. Por ser uma das cidades litorâneas mais próximas de Goiás, atraia muitos goianos nos meses de alto temporada.

A cidade, que faz divisa com Paraty (RJ) e com as paulistas Caraguatatuba, Cunha, São Luiz do Paraitinga e Natividade da Serra, é cercada pela Serra do Mar e pela Mata Atlântica, ou seja, uma praia é mais linda que a outra, veja:

Praias de Ubatuba

Praia do Cruzeiro

Também conhecida como Praia de Iperoig, está localizada no Centro de Ubatuba e é cercada por coqueiros e amendoeiras. Apesar de não ser tão utilizada para banhos, é um local para fazer caminhadas, andar de bicicleta, conhecer a Feira de artesanato, lojas de lembrancinhas, restaurantes, o Sobradão do Porto, entre outros. Aproveite para assistir ao pôr do sol da orla, pois a vista é incrível.

Ah, também é na Praia do Cruzeiro que está localizado o Farol da cidade, de onde dá para ver vários pássaros (acredito que Martins pescadores) pescando peixes entre um voo e outro.

Praia da Enseada

P Localizada entre a Praia de Toninhas e Perequê Mirim, a Praia da Enseada possui uma grande rede de hospedagem, com pousadas, hotéis e chalés. Além disso, há vários supermercados, farmácias, restaurantes, pizzarias e lojas na região e por isso é um ótimo lugar para se hospedar em Ubatuba. A praia, com 1600 metros, tem uma larga faixa de areia e conta com o mar mais calmo, sendo considerada uma praia tranquila para banho.


Praia do Cedro

É uma pequena praia cercada por matas e serra e, por isso, tem todo um visual selvagem. Ela está localizada ao lado da Praia de Ponta Grossa. Para chegar até ela, saindo da Praia da Enseada, siga pela Rodovia Governador Mario Covas com sentido ao Centro e então pega a Avenida Francisco Sobrinho quando chegar no Tenório. São 10 minutos de estrada de terra até chegar em um local sem saída, onde você pode deixar o carro e seguir a pé para a praia. Parece difícil chegar até ela, mas com um GPS rapidinho você a encontra.

E você, já conhece Ubatuba? qual a praia que você acha que todos devem conhecer na cidade?

Quer fazer outras coisas em Ubatuba além de ir na praia? confira dicas aqui.


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 12/03/2019
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Sempre que eu penso em economizar em uma viagem, penso em me hospedar em um hostel, que nada mais é que uma opção de hospedagem barata onde você irá dividir o quarto com outras pessoas e fazer amigos de vários lugares do mundo. E para que a viagem seja incrível e que a hospedagem não dê dor de cabeça é essencial escolher bem o hostel que irá se hospedar. Confira aqui dicas para escolher o hostel ideal para a sua viagem:

Minhas experiências com hostel

A primeira vez que ouvi falar em Hostel foi em 2011, quando planejava uma viagem para o Rio de Janeiro com duas amigas da faculdade. Como a grana estava curta, escolhemos um quarto misto no El Mist Copa. Na época fiquei com bastante receio em ficar em um hostel, ainda mais em um quarto compartilhado. No fim da viagem, tínhamos conhecidos pessoas de vários locais do mundo e estávamos cheias de histórias para contar.

Depois dessa experiência voltei a ficar em hostel diversas vezes, mas em todas elas em quartos femininos ou em quartos individuais. Em umas duas viagens eu e minhas amigas fechamos um quarto só para nós e na minha viagem para a Califórnia, ano passado (confira tudo aqui) fiquei em quartos femininos compartilhado, pois foi o tipo de hospedagem que mais achei em conta. Em todos os hosteis que fiquei, até o momento, o café da manhã sempre foi incluso, prefiro assim pois acho que economiza tempo e dinheiro.

Vista do meu quarto no Uai Hostel

 Dicas para escolher bem um hostel

Localização: A primeira coisa que olho quando vou definir minha hospedagem (seja ela hostel, hotel e AirBnb) é a localização. Gosto de fazer uma pesquisa sobre as opções de passeio próximo de determinado local, onde haverá mais coisas para fazer naquela região, se é perto de metrô ou ponto de ônibus, se tem supermercados ou restaurantes próximos, entre outros. Prefiro ficar em locais que facilitem minha locomoção de transporte público (quando viajo só ou quando não irei locar carro) e que tenha atrativos próximos.

Escolhido a região que irei me hospedar, passo a pesquisar opções de hosteis naquele lugar.

Avaliações: Assim que defino a região começo a minha pesquisa no Booking.com, olhando a avaliação de cada hostel. Gosto de fazer isso no Booking pois lá tem a pontuação de cada local e as avaliações de hospedes anteriores. Se eu gosto de um Hostel em especifico (avaliando o conjunto: fotos, preço e se tem café da manhã) leio todas as avaliações. Vou na página dele no Facebook e vejo as avaliações também, entro nas fotos para ver os comentários das pessoas. É importante se sentir seguro em relação ao local escolhido.

Segurança:
O Hostel está localizado em uma rua movimentada ou em uma viela escura? Tem lockers (armários) para eu guardar minhas coisas?

Todos os hosteis que eu fiquei havia armários, alguns com espaços bem grandes para guardar a mala e outros pequenos para guardar só a mochila, notebook, entre outros. É importante sempre levar cadeados quando for ficar em hostel para poder guardar suas coisas em segurança. Muitos hosteis vendem cadeados para os esquecidinhos, mas os preços são bem altos.

Não deixe suas coisas jogadas, você não está na sua casa e com certeza terá outras pessoas (que você não conhece) no quarto. Cuide de seus pertences! Na minha viagem para o EUA eu não tirava o passaporte da doleira e ela me acompanhava em todos os lugares (sim, eu dormia com ela). As outras coisas de valor: notebook, câmera e a bolsa eu deixava dentro do armário e sempre trancada.

Imagem Reprodução: HI San Francisco DownTown

Quarto misto ou feminino:

Eu já fiquei em quarto misto e não tive problema nenhum, porém prefiro ficar em quartos femininos pois não gosto de arriscar minha segurança. Pode ocorrer problemas ficando em quarto feminino em hostel? Pode, mas acredito que a possibilidade será menor em relação ao quarto misto (falo em questão de assédio e estrupo)

Comodidades: Tem wifi? Café da manhã? Tomadas individuais? Oferece passeios ou tours pela cidade?
Estes são pontos importantes e que te ajudará economizar dinheiro durante sua estadia naquele hostel. Tem muitos locais que cobram pelo uso da internet e o hospede só descobre na hora de fazer o checkout.

Ahhh, a maioria dos hosteis também tem quarto só masculino.

Banheiro:

Quantos banheiros tem na propriedade? Tem banheiro no quarto compartilhado? Só no corredor?

Eu não sou tão enjoada com isso, então se tiver banheiro no quarto, ótimo! Se não tiver, tendo dois em cada andar está ótimo.

É importante lembrar que você está dividindo o espaço com outras pessoas então poderá haver pessoas folgadas (não seja ela). Em Las Vegas, no Sin City Hostel, havia banheiro no meu quarto (compartilhado feminino) e no dia que eu ia sair para ir para Los Angeles, uma menina entrou para o banheiro e ficou lá uns 40 minutos tomando banho e eu precisando muito usar, tive que bater na porta, pois eu tinha horário para pegar o ônibus e não podia perder.

Sin City Hostel Las Vegas

Já no The Walk of Fame, em Los Angeles (EUA), assim como no 06 Central, em Buenos Aires (AR), os banheiros ficavam em um andar especifico e eram divididos entre masculino e feminino.

Confira os outros posts sobre Hostel aqui.

Você já ficou em Hostel? Como foi sua experiência


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 08/02/2019

Apesar de não ser tão famoso, o carnaval de Goiás tem opções para todos os gostos, como descanso em hotéis fazendas, aventuras na Chapada dos Veadeiros, marchinhas e desfiles na Cidade de Goiás ou shows e festas automotivas em Aruanã e Uruaçu.

Os bloquinhos de rua não são tão famosos assim em Goiânia, capital do estado, mas existem alguns tradicionais na cidade e que todos os anos atraem mais pessoas, como o Bloco Zé Ferino, Bloco dos Amigos, Bloco da Imprensa, Bloco Café Nice, Bloco Cateretê e outros.

Cidade de Goiás

No ano passado, passei o carnaval na Cidade de Goiás e amei. O Carnaval da cidade, que fica toda decorada e alegre, é o tradicional carnaval de marchinhas e festejos de rua, com programações diárias para todos os públicos. De sexta a terça, as programações realizadas no Coreto, Espaço de Eventos Beira Rio, largo Nossa Senhora do Rosário, entre outros lugares, contava com festas com som automotivo e mecânico, Baile para os Idosos e para as crianças, Campanhas de Saúde, desfile de blocos, marchinhas e shows de samba. Gostei de ver toda a população da cidade desfilando em blocos ao som das marchinhas. Além disso, aproveitei para passear na cidade, visitar museus que eu ainda não conhecia, ir até a Igreja Santa Bárbara apreciar a vista da cidade.

Desfile durante o carnaval na Cidade de Goiás

Nunca passei o carnaval em Pirenópolis, mas acredito que seja parecido com o da Cidade de Goiás, uma vez que as marchinhas e os desfiles de blocos também são tradicionais na cidade. Além disso, você pode conhecer uma das diversas cachoeiras espalhadas pela cidade, como a Cachoeira do Coqueiro, que fica na Serra dos Pireneus.

Pirenópolis

Se você prefere agito e shows, os carnavais de Aruanã, Porangatu e Uruaçu são as melhores opções. A programação da folia em todas estas cidades são bem diversificadas, com shows de axé, forro, sertanejo e música eletrônica. Em Aruanã a festa ocorre na Praça Central Couto Magalhães, próximo ao Rio Araguaia. Já em Uruaçu, a folia acontece na Praia Generosa, atração turística da cidade.

Aruanã

E você, pretende passar o carnaval onde? Vai seguir alguma dica deste post?


Por Di Lua, sobre Diário de Viagem
Dia 30/01/2019

Localizada a 120km de Goiânia, Pirenópolis encanta a todos não só com a arquitetura colonial do século XVIII, mas também com a infinidade de cachoeiras. Em dezembro, fui até a cidade conhecer o Parque do Coqueiro, complexo  situado na Serra dos Pireneus com duas cachoeiras, a do Coqueiro e a da Garganta.

Saímos de Goiânia e seguimos para Pirenópolis pela BR153. Chegando na cidade, pegamos a Rodovia dos Pireneus (BR-070, Km 20) sentido Parque dos Pireneus. O inicio da rodovia, ainda no perímetro urbano da cidade, é asfaltada, mas logo começa o pedaço de chão (são 13km de terra batida e com cascalho solto). Levamos cerca de 40 minutos de Pirenópolis até o Parque do Coqueiro.

Cachoeira da Garganta

O Parque do Coqueiro conta com uma ótima estrutura: estacionamento, banheiros, restaurante, trilhas sinalizadas e calçadas até as cachoeiras. Primeiro fomos a Cachoeira da Garganta, que fica do lado esquerdo da bifurcação da trilha. A queda é pequena, mas devido ao poço fundo, é ideal para banho. Além disso, há um espaço aberto com grama próximo a cachoeira, ideal para estender a canga, fazer um piquenique. Já a Cachoeira do Coqueiro, que dá nome ao atrativo,  fica do lado direito da bifurcação. Ao se aproximar da cachoeira você vê um alto buriti na praia formada pela água. A cascata é linda e o poço é raso.

Cachoeira do Coqueiro

O valor da entrada no Parque do Coqueiro é R$25 para adultos; R$12,50 para crianças de 06 a 12 anos; e crianças até 05 anos não pagam. O valor do prato executivo (com arroz, feijão, carne a escolha, farofa e salada) custa R$25, há também porções e bebidas. É importante ressaltar que não é permitido no local: utensílios de vidro, animais domésticos, som automotivo ou mecânico e acender fogo.

Pirenópolis

Pirenópolis  foi fundada em 1727 as margens do Rio das Almas após descoberta minas de ouro na região. Entre o século XVIII e XIX, a cidade foi um importante centro urbano do Estado, cuja mineração, comércio e agricultura (destaque para o algodão) era as principais atividades econômicas. Por manter intacta sua arquitetura colonial e suas tradições religiosas, Pirenópolis, que recebeu esse nome em homenagem a serra dos Pireneus, foi tombada como Patrimônio Histórico Nacional em 1988 pelo IPHAN.

Está planejando uma viagem a Pirenópolis? Saiba mais aqui: O que fazer em Pirenópolis?


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