Por Di Lua, sobre Cinema, Uncategorized
Dia 31/10/2012

Celebrado entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e 1° de novembro, o “Halloween” surgiu há 1745 anos, e derivou do escocês “Allhallow-even” (véspera de Todos os Santos). A festa de origem pagã, tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, para cultuar os mortos. A invasão das Ilhas Britânicas pelos Romanos (46 aC.) acabou mesclando a cultura latina com a celta. No final do século II a religião dos Celtas, chamada druidismo, já tinha desaparecido na maioria das comunidades, principalmente por ser transmitida oralmente de geração em geração. 
Gandalf 
As festividades do Samhain eram celebradas entre os dias 5 e 7 de novembro (a meio caminho entre o equinócio de verão e o solstício de inverno). A “festa dos mortos” era uma das suas datas mais importantes, pois celebrava o que para os cristãos seriam “o céu e a terra” (conceitos que só chegaram com o cristianismo). Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor. Dizia-se também que os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar seus antigos lares e guiar os seus familiares rumo ao outro mundo. 
Durante a Idade Média, a festa foi condenada na Europa, quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição. Com o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de novembro).
Eram denominadas bruxas,  as mulheres que possuíam domínio de ervas medicinais para a cura de enfermidades. Elas foram perseguidas e acusadas de feitiçaria ou bruxaria e, consequentemente, foram assassinadas pela prática de suas crendices e cultura.
Família Weasley


Dia 23/10/2015 às 12:48

[…] Halloween, está aí! E que tal você fazer umas cabeças do Jack Skellington de feltro para usar na […]

Dia 26/10/2016 às 18:37

[…] de não ser uma comemoração tão comum no Brasil, o Halloween pouco a pouco começa a fazer parte das festas brasileiras. As crianças não saem para pedir doces […]